terça-feira, dezembro 23, 2008

Seja você o melhor amigo do consumidor

"Brand Next: novos consumidores, consumidores com novos pensamentos, querem que as marcas ajam, vejam e sintam diferente. As marcas do futuro não procuram enfeitar as suas ferramentas de marketing, mas buscam plataformas efetivas de ações. Elas ajudam mais pessoas a fazerem mais e melhor. Pensamos que as marcas precisam ser menos controladoras e mais generosas."

Este é a home do site da Wolff Olins. Ela mescla valores socias que vivem no seio da sociedade e que são necessários serem lembrados e compartilhados pelo setor privado. Empresas que conseguirem encontrar novas maneiras de abordar o intangível baseadas em propostas realmente importantes farão sucesso. E um bom exemplo brasileiro é o Banco Real, que adotou uma postura concisa e consistente na forma de tratar o funcionário e cliente, de forma transparente e verdadeira. E até óbvia, mas promissora. Inclusive hoje uma ação interessante fo Itáu, que saiu no Brainstorm9 - aqui. Uma ação que estimulava o jovem universitário a poupar e a entender o real valor do dinheiro.


Itaú Essa eu banco

O conceito de : Marca=Plataforma, Marca=Link e Marca=Tema, faz todo sentido num cenário onde as marcas assumem posição importante na construção de uma sociedade. Hoje em dia o Estado e o setor privado estão cada vez mais cooligados e próximos, com interesses comuns e objetivos cada vez mais democráticos (e lucrativos). E a partir do momento que este elemento insere-se no cerne da sociedade ele cria um vínculo que se torna quase impossível retirar.
Com o advento do capitalismo o que é Marca e o que era marca, ganhou um aumentativo expressivo. A democracia juntamente com pensadores e inovadores, contribuíram para formar e levar a um mercado apto a trocas das relações, conhecimento necessário para que houvesse um crescimento econômico. Que hoje se recicla e se moderniza a cada 5 anos. E assim o papel das marcas é emblemático na vida, no comportamento e no diálogo das pessoas com a vida e com as pessoas.

Portanto, link sua marca com a vida; crie uma plataforma que leve emoção e funcionalidde; crie ativistas da sua marca e tematize a vida das pessoas com o que você pensa. Mas pense direito pois você faz parte da vida do seu cliente. Dê conselhos, mas seja verdadeiro - você quer ganhar dinheiro.

Share One Guinness



Este filme pra Guinness é no mínimo polêmico. É daqueles filmes que o cara olha e diz: Sacana essas caras. E dá uma risada de lado. Será que as mulheres ainda beberiam Guinness depois de um filme desses?

Flame, o desodorante do BK


O que você está fazendo para sua marca?

Estava lendo aqui, um notícia que me assustou e ao mesmo tempo fiqui pensando em como o marketing tem deturpado, por puro oportunismo, as marcas gerenciadas. Então vamos ao fato. O Burguer King, nada mais, nada menos, lançou um perfume com cheiro de carne grelhada, sim isto mesmo, udo para lembrar o Whopper. Pela bagatela de apenas $3.99, aqui.



Sempre admirirei o Burguer King pelas sua comunicação e seu posicionamento. Já esta idéia...é engraçada mexe com o universo sensual de um perfume. É uma paródia bem calcada nos estereótipos. É massa. Bem feito e super bem conceituado. Agora um perfume pra uma marca que vende hamburguers? Será que não é uma associação muito distante do core business da empresa? Ou será apenas uma pura ação de oportunidade sem pretensões de crescimento, as famosas versões limitadas? Se for, muuuito bacana!

David Taylor lançou um livro, que já falei antes dele aqui, chamado Alongando a Marca, onde ele indica que ações que fazem extensões de marca distantes do universo principal em que a marca é inserida, dão-se o nome de egocentrização da marca. Não sei se este é o caso, mas é no mínimo curioso. Porém a Burguer King tem um aval por ser uma marca jovem e com uma proposta ousada sempre, se permite. Aliás, vc compraria o perfume?

segunda-feira, dezembro 22, 2008

IPhone nosso de cada dia


O que mais me impressiona no Iphone é a capacidade impressionante de multiplicar sua funcionalidade. O Iphone não é o melhor celular+computador do mercado, porém existem outras tantas formas de ampliar sua produtividade que as deficiências acabam ficando menores, como a ausência de flahs ou impossibiliade de edição de arquivos Office.
No entanto, o fato da Apple permitir inserir softwares dentro do celular, disponibilizando-os no site, criados por usuários (e pela própria Appel) - a exemplo do que o Firefox faz com suas Extensões, é uma estratégia ótima.

Este exemplo me lembra o modelo de Produto Cativo, que se configura numa estratégia que prende o consumidor a compra de suprimentos posteriores ou manutenções necessárias ganhando no uso do serviço, como a Gillete e as fabricantes de impressoras fazem. Fato é que o Iphone não é um produto cativo, mas sim, um produto que conseguiu diminuir suas margens de lucro, em relação a sua curva de experiência e que vem conseguindo margens interessantes sobre a venda de
softwares adicionais ao aparelho (incluindo para o Ipod Touch).
Estratégias como essa ajudam a conseguir cada vez mais a atenção das marcas e a facilitação da associação, porém incorrem em uma possível dependência, algo que o cliente atual anda se distanciando. Mas que é legal é, ver cada dia
softwares mais interessantes, como este abaixo desenvolvido por um padre Paolo Padrini está disponível na loja iTunes. Via G1. O padre criou o 'I-Breviary', aplicativo que ele desenvolveu e traz orações diárias. Já está disponível na loja virtual iTune.

Foto: Pier Paolo Cito/AP

O poder de um bom título

Este últimos dias venho lendo bastante Kotler e numa passagem do livro chamada Estratégias Criativas, me chamou bastante atenção. Nesta passagem, enfoca a importância em se ter um bom texto para a campanha que demonstre bem o objetivo principal de marketing, que pode ser dividido em: lançar um produto, reforçar, manter ou divulgar.

Tendo em vista que a mensagem em um texto publicitário é de grande importância para posicionar o produto/serviço, Kotler divide as mensagens em Apelos Informativos e Apelos Transformativos. Os informativos referem-se a apenas ao fato de anúncios que mostram produtos que solucionam o problema, demonstram o produto (XYZ, resiste a chuva e a neve), Comparação de produto (João Supermercado, aqui os preços são melhores que no Zé Market Place) ou testemunhais com pessoas desconhecidas ou celebridades.

Já os Transformativos quando bem conduzidos, baseiam-se em um benefício ou imagem não relacionada ao produtos. Como o tipo de pessoa que usa a marca (HIG - Para pessoas com estilo; VW - Procuram-se Motoristas) ou que tipo de experiência o consumidor recebe ao usar a marca ( Bermudas BeachBit - Fique peixe).
Claro que estas mensagens são criações de um publicitário engraçadinho, mas servem para ilustrar no mercado. Abaixo exemplos:

  • Apelos informativos
Seamless lingerie.


  • Apelos Transformativos

Esta última da Audi, o que vocês acham?

Faça ZAG

Quero pedir desculpas antecipadamente pela ausência em posts. Este fim de ano está sendo meio atribulado, com a pós, concursos, presentes, viagens e não pude compartilhar algumas coisas que li.
Bem, atualmente estou muito envolvido na leitura do novo livro do Marty Neumeier - que por sinal é excelente. É uma continuação do The Brand - outro que é supra-sumo. Recomendo a compra dos dois, em especial comece a ler o The Brand Gap primeiro, porém os dois lidos separadamente podem ser compreendidos perfeitamente.

Neste último livro, ZAG - A Estratégia Número 1 das Marcas de Sucesso, Marty dá dicas e conceitos bem didáticos e simples de como aplicar/implementar (e vender) bem o branding. São formas de se propor a busca pelo seu ZAG, a grande diferenciação competitiva da sua empresa. O que ela realmente é, por que você acorda todos os dias de manhã, qual é a razão fundamental da sua existência da sua empresa, como você quer ser visto daqui a 25 anos, onde sua empresa é ÚNICA, enfim, estas e outras perguntas, simples, mas que fazem grande impacto quando analisadas uma a uma.
Um dos conceitos tão na cara que eu fiquei pensando 'Como eu não pensei nisso antes?' é o conceito Bom e Diferente, onde Marty descreve em 4 quadrantes, como você pode pensar estrategicamente em busca do ZAG da sua empresa. Para entender melhor, baixe o pdf desta parte do livro aqui:


Olhar para dentro da sua empresa não é um processo fácil, mas mais difícil que isso é ter um produto realmente novo, diferente, que tenha relevância e que se auto-alimente pelo seu próprio design, marca e projeto, a exemplo do Ipod, que não foi o primeiro mp3 player, mas que hoje falar em Apple é associar Ipod (ou Iphone). Então, analisar o plano de marketing e rever se o produto que você está lançando é realmente eficiente ou é "diferenciadamente radical", como Marty fala. É um processo doloroso, mas que garante uma longevidade de sua marca e o posicionamento na mente dos consumidores.

Enquanto uns fazem ZIG, faça ZAG.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Como Evitar Reuniões Inúteis

Eu sempre achei Reunião importante. É um momento de se botar em pratos limpos os objetivos necessários. O ruim é quando esta reunião envolve muito gente, ou fica muito dispersa, sem poder chegar a um bem comum. Ou quando existem reuniões demais. Ah, detesto reunião segunda-feira, 8 da manhã. Nossa!!! (rs).

Lendo o UoD, li este post interessante que dá dicas que saíram na Exame deste mês sobre Reunião Inúteis.

Veja algumas dicas para evitar reuniões na empresa:

  1. Vai decidir? Senão, cancele! - Se a reunião não tem poder de decidir nada, é melhor cancelar e usar o tempo para outra coisa. Pessoas que vão apenas para discutir a cor da chuva sem nada de efetivo para alterá-la, estão jogando tempo no lixo!
  2. Existe outra forma de resolver a questão? - Que tal antes de convocar a reunião pensar em alguma alternativa para resolver o assunto sem precisar da reunião?
  3. Conversa individual - Ao invés de usar a reunião será que uma pequena conversa particular com os membros da equipe e depois um e-mail com a resolução não ajudaria? Pode parecer que se ganha tempo falando para 5 de uma vez só, mas na prática isso é contraditório.
  4. Proponha uma solução - Que tal você enviar uma possível solução para a pessoa que convocou a reunião e assim evitar todo o processo de discussão? Em muitos casos a solução já está pronta previamente a reunião.

Marca do Banco Real será substituída pela do Santander

O que o mercado especulava desde que o Santander adquiriu a operação do Banco Real no Brasil, no ano passado, já está acontecendo. A marca do Real será mesmo substituída pela do Santander. Não haverá uma ruptura, entretanto. Na prática, os dois bancos mantêm suas marcas até 2010, quando está marcado o início da troca de bandeira.

Até lá, um grupo coordenado pelo Diretor de Marketing Fernando Byington Egydio Martins trabalha em diversos estudos e ações para transferir todos os atributos da marca do Real para o Santander. Os serviços e agências dos bancos já estão sendo integrados. A sustentabilidade, marca registrada do Real, já está servindo de referência até para projetos na Espanha, sede mundial do Santander.

Este é um caso raro de uma empresa comprada que está levando a sua cultura para a compradora. Fernando Martins, então Diretor Executivo de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa do Banco Real, foi promovido ao comando da nova diretoria no Santander que incorpora também a Ouvidoria.

Em entrevista exclusiva ao Mundo do Marketing, Fernando Martins explica como está sendo a integração e a mudança que haverá com as marcas. Ele comenta ainda sobre o processo que levará a morte da marca do Banco Real, que, segundo a consultoria Top Brands, tem o maior número de defensores, aqueles clientes que além de consumir recomendam e defendem a marca.

Desde a compra do Real pelo Santander, o mercado vem se perguntando como ficarão as marcas dos dois bancos no Brasil. Você tem uma resposta?
As duas marcas vão coexistir enquanto integramos os produtos, os serviços e as equipes, num prazo mínimo de dois anos. Queremos transferir para a nova marca, que será a do Santander, o melhor dos dois mundos. Acreditamos que seja possível transferir os atributos da marca do Real para o Santander. Isso já vem sendo feito através de um alinhamento de visão. Vamos fazer esta mudança com calma, de forma paulatina, para trazer benefício para os clientes e funcionários dos dois bancos.

Não vai haver uma ruptura de marca?
Não. Vamos fazer uma evolução do que é o Santander hoje incorporando o que de bom tem no Real. Na prática as agências e produtos do Real serão substituídos por essa integração e levarão a marca Santander. Devemos começar este movimento no segundo semestre de 2010, mas ainda estamos definindo.

A marca do Real é muito forte no Brasil. Como vocês vêem a morte desta marca?
Na realidade não é a morte de uma marca, mas de um nome. Haverá a transferência de valores, práticas e do jeito de fazer negócio para o Santander. Não é uma ruptura. É uma evolução, uma integração. O fato do Fábio (Barbosa, Presidente do Grupo Santander no Brasil) estar conduzindo esta operação garante que mantenhamos o foco no cliente. Não vejo conflito nenhum. Não há fantasmas e fantasias. Este processo será muito bom e não tenho dúvidas de que vamos conseguir posicionar a marca Santander unindo o melhor das duas.

O Santander tem sua marca ligada fortemente com o esporte, enquanto o Real é lembrando pelo foco na sustentabilidade. Esses dois mundos também serão integrados?
Com tempo vamos construir este posicionamento. O Santander tem como slogan “O valor das idéias”, e o Real, “O banco da sua vida”. Acreditamos que as idéias são boas quando são executadas em benefício da vida das pessoas. Então, achamos perfeitamente harmônico a integração destes dois conceitos.

Há algumas linhas mestras. O Santander patrocina o GP de Fórmula 1 e o Real patrocina as transmissões da F-1 na Globo. Nossa intenção é veicular anúncios dos dois bancos nas mídias que estamos comprando. Tudo está sendo feito de forma estudada. O Santander tem um instituto cultural em Porto Alegre que é muito ativo e o Real tem um em Recife também muito ativo. Como juntamos isso e criar um caminho em que as duas marcas vão se alinhar, é o desafio.

O Santander enfatiza muito a questão de inovação e o Real o do relacionamento. Relacionamento a partir da visão de mundo de desenvolvimento sustentável. Já fizemos dois workshops sobre práticas sustentáveis com clientes institucionais dos dois bancos e foi um sucesso. As pessoas começam a perceber que é possível unir duas culturas que pareciam ser muito distintas, mas que não são antagônicas. São complementares. O Real era patrocinador do Museu do Futebol e passamos para a marca do Santander porque ele patrocina a Copa Santander Libertadores de Futebol.

Como está sendo feito este trabalho de integração além de workshops? Que tipos de estudos vocês estão desenvolvendo?
Há muitas ações. Tem um escritório de integração que coordena toda a parte operacional, onde temos uma frente de comunicação que está verificando quais são as complementações entre as agendas, desde a área de RH até a de Negócios. Já estamos integrando as políticas de RH com benefícios para os dois lados da organização. Estamos fazendo a interoperabilidade, que é o uso dos caixas automáticos de forma integrada, entre outras frentes. Tudo está sendo feito através de grupos multidisciplinares. Continuamos tocando a vida, fazendo a comunicação dos dois bancos e com campanhas novas para cada um deles, mas identificando o caminho para a convergência.

Como está sendo administrar as diferenças culturais entre as duas empresas?
Está sendo surpreendentemente bom. A afinidade entre as equipes, em todas as áreas, está sendo muito boa. O processo está correndo de forma muito transparente. Há um interesse comum.

O Santander e o Real têm clientes com perfis diferentes. Como está sendo unir dois tipos de clientes?
Somos todos seres humanos e muito parecidos. Os produtos têm nuances diferentes, mas começamos a conversar e a ver práticas como esta da sustentabilidade, que já começam a fazer parte dos dois perfis. Aos poucos estamos unidos as características das duas marcas. Evidentemente, dá muito trabalho porque ele duplica do dia para a noite.

O mercado brasileiro vive um momento de forte consolidação. Como o Santander vai se diferenciar?
Pela nossa proposta de valor, começando pelos produtos, serviços e pela rede disponível em todo o Brasil. Temos uma rede muito forte não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. Estou muito otimista que conseguiremos ter um banco mais enxuto, com melhores serviços e maior eficiência. O mercado está se movimentando e cada um vai enfrentar estes desafios para atender cada vez melhor o cliente. Estamos confiantes porque largamos na frente.

Como vocês estão planejando o ano de 2009 diante desta crise?
Estamos enxergando esta crise como oportunidade. Evidente que estamos atentos e que o Brasil e o Santander não estão totalmente imunes, mas estamos numa posição privilegiada. O banco tem tido um desempenho ótimo, um dos três melhores resultados no mundo.

fonte: mundodomarketing

Frase do dia: Jean-Marie Dru

Jean-Marie Dru: "A Apple se opõe, a IBM soluciona, a Nike persuade, a Virgin informa, a Sony sonha, a Benetton protesta... As marcas não são substantivos, mas verbos".

quarta-feira, dezembro 10, 2008

Você tem boa energia?

Na sua empresa ou na sua vida, você se enquadra em que cor?
Segundo a
o Brian Cracknell's Brain Snacks, na nossa empresa temos que sempre procurar pessoas que preenchem o lado Vermelho. São os fora-de-série. Aqueles que mantém a produtividade da empresa alta em tempos de crise (que palavra mais falada hein?!).

Eles compõem um percentual, geralmente de:

Players : 14%
Spectators : 38%
Cynics : 39%
Walking Dead : 9%



E aí, você se enquadra onde?

Ensinamentos de Tom Peters

Lendo aletoriamente alguns blogs, me deparei com um que citava algumas partes do livro do Tom Peters - Reimagine, que por sinal estou doido para comprá-lo, mas ainda não tive coragem de fazê-lo. Alguns trechos bem interessantes e incisivos. Começando com esse primeiro que vai de encontro com os estudos de Porras e Collins, em seu livro Feitos pra Durar.

Valem as dicas.


DESTRUA PARA CRIAR: - Esqueça aquela história de “Feitas para Durar”. Toda e qualquer empresa, está fadada ao fracasso. Melhor destruir completamente sua empresa de dentro para fora e reerguê-la de maneira inovadora, ousada e criativa do que travar antigas batalhas com idéias ultrapassadas para depois cair no esquecimento.

A FORÇA DAS MULHERES: - Elas são a força mais importante de nossa economia. São elas que gastam e que ganham a maior parte do dinheiro. Delas partem as decisões financeiras mais importantes. E mesmo assim nós as desprezamos, nunca planejamos as coisas pensando nelas, jamais as consultamos. Nós as ignoramos pura e simplesmente. A Nova Economia obedece a princípios a que as mulheres estão mais habituadas colaboração, em vez de comando e controle, só para citar um exemplo e, a menos que os homens se dêem conta disso e mudem de enfoque, estarão fadados ao fracasso.

O MUNDO É UM NÓ DE RELAÇÕES: - Quem toma decisões precisa comunicar-se de maneira honesta e transparente, do contrário nada funcionará. Jamais chegaremos a parte alguma sem o fator humano. Por isso, é melhor abraçar a política e pôr fim à burocracia. Só então poderemos nos ocupar daquelas metas que efetivamente mudarão a empresa.

A FORÇA DO SONHO: - Empresas bem-sucedidas, como a Harley-Davidson e a Starbucks, só deram certo porque vendem um estilo de vida, ou uma imagem, e não simplesmente um produto. Empresas de sucesso devem oferecer uma “experiência cintilante” para se distinguir em um contexto em que a maior parte da concorrência já oferece um produto decente.

SEJA ESTRANHO: - A única maneira de mudar de verdade o local de trabalho, consiste em convocar os tipos mais anticonvencionais para que se unam à sua empresa e à sua causa. Descubra onde estão esses malucos, banque os projetos com os quais eles vêm sonhando há tempos; depois, faça com que o ajudem a levar adiante as idéias revolucionárias de mudança que há tempos você persegue.

O DESIGN, A FRONTEIRA FINAL: - O design é tão importante que deveria fazer parte da lista de prioridades das reuniões de todos os departamentos (juntamente com a contratação de um profissional da área). O design, tal como o estilo de vida, é um dos poucos fatores que realmente fazem a diferença; portanto, não prosperarão as empresas que ignorarem o poder do design elegante e funcional.

domingo, dezembro 07, 2008

Passos para um bom Plano de Comunicação

Em sua Bíblia do Marketing, Administração de Marketing (Pearson, 12. ed., p. 538), Kotler e Keller sugerem 8 etapas para o desenvolvimento de um Plano de Comunicação (ou Promoção, num sentido amplo):

    1. Identificação do Público-Alvo

A definição adequada do público-alvo da comunicação determinará decisivamente todos os passos seguintes. Uma comunicação feita para um alvo confuso ou desfocado tende a não trazer os resultados esperados, pois os tiros acabam se dispersando, não atingindo lugar nenhum.
Um Plano de Comunicação pode ter mais de um público-alvo, o que muitas vezes pode significar que devem ser desenvolvidos Planos diferentes em função de cada um dos alvos.

    2. Determinação dos Objetivos

Uma comunicação pode ter diversos objetivos, como introdução de um novo produto, conscientização e atitude em relação à marca, intenção de compra etc.

    3. Elaboração da Comunicação

O que dizer (estratégia de mensagem), como dizer (estratégia criativa) e quem dizer (fonte da mensagem).

Temos a tendência de pensar primeiro na mídia para a comunicação, antes de determinar os seus objetivos e elaborar a mensagem. A colocação desses itens antes da seleção dos canais de comunicação pelos autores é um desafio, pois nos obriga a pensar nos objetivos e na mensagem ainda não materializada em um canal, de uma maneira quase abstrata.

    4. Seleção dos Canais de Comunicação

Pessoais (incluindo boca-a-boca, buzz marketing e marketing viral) e não-pessoais (como mídia, promoções de vendas, eventos e experiências, e relações públicas).

    5. Estabelecimento do Orçamento

Aqui, os autores apresentam diferentes métodos para a definir quanto gastar em comunicação, como recursos disponíveis, porcentagem das vendas, paridade com a concorrência, e objetivos e tarefas.

    6. Decisão sobre o Mix de Comunicação

Envolve o gerenciamento de diversos meios de comunicação, como propaganda, promoção de vendas, relações públicas e assessoria de imprensa, eventos e experiências, força de vendas e marketing direto (incluindo marketing pela Internet), em função de fatores como o tipo de mercado de produto, o estágio de disposição do comprador e o estágio do ciclo de vida do produto.

    7. Mensuração dos Resultados da Comunicação

O desafio de avaliar o impacto da comunicação no público-alvo.

    8. Gerenciamento da Comunicação Integrada de Marketing

Em que se trabalham a integração, coesão e coerência entre as mensagens e ferramentas selecionadas para a comunicação.

copy and paste: daqui

Modelo de Branding da Fallon

Generosity Fallon Kc
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segunda-feira, dezembro 01, 2008

Gobè fala sobre branding

No BlueBus saiu uma entrevista do Marinho com Marc Gobè, umas das maiores autoridades em branding hoje. Na entrevista ele diz: "quando todos os produtos parecem iguais, o trabalho do branding é encontrar uma conexao única, capaz de fazer as pessoas intuitivamente, visceralmente, psicologicamente se relacionarem com a sua marca numa perspectiva mais pessoal e menos lógica." Esta é a essência do branding. É uma conexão com uma emoçao adequada e verdadeira.

Continue lendo aqui.

Apelo promocional cresce com crise

Ações de varejo estão em alta neste final de ano, opção necessária para fomentar vendas

Como no comercial das sandálias Havaianas com o ator Lázaro Ramos, não existe crise no Brasil, desde que o interessado no debate seja gringo. É assunto nosso e ponto final. É como se fosse senha para ter mercado interno robusto. Mas a crise internacional está interferindo no
comportamento da comunicação mercadológica neste final de ano, especialmente no setor automobilístico, que registrou crescimento superior a 20% nos primeiros três trimestres de 2008, mas que desde então sofre retração de vendas. As montadoras estão na mídia com
apelos que normalmente seriam usados mais tarde, após os festejos natalinos. Não é tendência generalizada, mas outros segmentos econômicos, como o imobiliário, por exemplo, estão reescrevendo modelo de exposição na mídia nesse período. Na expressão de Hugo Rodrigues,
vice-presidente de criação do Grupo Publicis no Brasil, que inclui a operação Salles Chemistri responsável pela área de varejo da General Motors, "mudou o jeito de vestir a emergência".

continue lendo aqui.
Info: Propaganda Marketing

domingo, novembro 30, 2008

O homem que calcula marcas

http://portalexame.abril.com.br/arquivos/img_930/marketingestrateg.jpgPara Jez Frampton, presidente da consultoria Interbrand, o valor das marcas será crucial para determinar quais empresas conseguirão passar ilesas - ou não - em meio à crise global

Jez Frampton, da Interbrand: marca é a conexão entre o cérebro, o coração e o bolso.

O executivo inglês Jez Frampton, presidente mundial da consultoria Interbrand, especializada em avaliações de marca, costuma utilizar uma imagem emprestada do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe para definir seu negócio. No livro As Afinidades Eletivas, de 1809, Goethe explica que a Marinha inglesa, na época a mais poderosa do mundo, costumava colocar um fio vermelho na urdidura de todas as cordas usadas em seus navios com o objetivo de identificá-las como propriedade da Coroa Britânica. O fio era impossível de ser removido da corda sem que fosse necessário desmanchá-la completamente. Para Frampton, essa é uma metáfora perfeita para o valor da marca de uma grande corporação. "A marca é como o fio vermelho. Ela permeia todo o negócio, torna-se um poderoso instrumento econômico capaz de gerar valor para a companhia e é impossível de ser separada do todo", disse Frampton a EXAME durante uma visita recente ao Brasil. A cada ano, a equipe comandada por Frampton se debruça sobre balanços de centenas de empresas de todo o planeta, destrincha relatórios de analistas especializados e realiza pesquisas de opinião para montar a lista das 100 marcas globais mais valiosas. Trata-se da mais respeitada avaliação sobre marcas, publicada em parceria com a revista americana de negócios BusinessWeek.

O mais recente levantamento da Interbrand, de certa forma, é uma prova de que a tese do fio vermelho de Frampton faz sentido. A lista, divulgada em meio à hecatombe que assolou o mercado financeiro mundial em meados de setembro, aponta que a marca que mais havia perdido valor no último ano era justamente a do banco de investimento Merrill Lynch, uma instituição de 74 anos. Pelas contas da Interbrand, fechadas antes de a crise eclodir, a marca Merrill Lynch, que valia 14 bilhões de dólares na lista de 2007, passou a valer 11 bilhões no novo ranking - uma queda de 21%. Tragado pelo turbilhão das hipotecas americanas, o banco acabou absorvido pelo Bank of America por 50 bilhões de dólares um dia depois da queda do Lehman Brothers, outro tradicional banco de investimento americano. A mesma corrosão detectada na marca do Merrill Lynch foi identificada em outras instituições diretamente abaladas pela crise, como os bancos Morgan Stanley, Citibank, UBS e da seguradora AIG. "O cenário já não era bom desde a divulgação dos resultados do ano passado. É claro que não tínhamos idéia da gravidade da crise ou do que poderia acontecer, mas as marcas já revelavam que as coisas não iam bem", diz Frampton. "O valor de uma marca é uma conexão entre o coração, o cérebro e o bolso das pessoas, ou seja, combina confiança, expectativas e capacidade de gerar negócios, e o que aconteceu nas últimas semanas demonstra isso."

O cálculo do valor de marcas surgiu em meados dos anos 70 como uma ferramenta auxiliar nos processos de fusões e aquisições de empresas. A idéia era atribuir valor a um ativo até então considerado intangível. Para chegar ao valor de uma marca, a Interbrand, por exemplo, calcula três variáveis. A primeira leva em conta o peso da marca na receita e na lucratividade da empresa com base em dados do balanço financeiro. A segunda avalia por meio de pesquisas a preferência dos consumidores pela marca em relação aos concorrentes. E, por fim, mede-se a competitividade da marca para gerar lucros futuros. Nesse quesito são avaliados fatores como a performance global e a presença dessas empresas em mercados promissores.

As melhores do mundo

Um dos bons exemplos citados no último relatório foi o da Apple. No caso da empresa de Steve Jobs, é praticamente impossível separar seu bom desempenho do apelo da marca - que segundo a Interbrand vale 10 bilhões de dólares e cravou um crescimento de 24% em 2008, o segundo maior registrado, atrás apenas do Google, que cresceu 43% (veja quadro). Um sinal disso foram os resultados da Apple no último trimestre fiscal, encerrado no dia 27 de setembro - ou seja, incluem o epicentro da crise. A empresa divulgou um lucro de 1,4 bilhão de dólares no período, valor 26% superior em comparação ao ano passado. Foi uma das melhores performances da história da companhia. "É justamente em tempos de crise que uma marca forte se revela determinante, já que funciona como uma referência para um consumidor cercado por incertezas",
diz Nancy Koehn, professora de administração da Harvard Business School. Assim como as cordas dos velhos navios ingleses, a força de uma marca também pode ser a salvação em meio ao mar revolto.

Fonte: Portalexame

CRM 2.0 ou Social CRM

Social CRM
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Fantasia ou Fantasia?

Cresci assistindo os comerciais do Banco do Brasil, com filhinhos felizes, pai verificando e rindo do saldo bancário e a mãe feliz cuidado da decoração da casa. Este é o futuro que penso para mim, não sou hipócrita em não me deixar levar por estes estereótipos. Fui picado pelo próprio veneno da publicidade? Sim, fui e quero continuar sendo e vivendo no mundo do irreal. Por mais que trabalhemos num mundo fantasioso, gostamos dele. É lindo. É despreocupante e nos faz pensar onde gostaríamos de melhorar. Lembra até uma frase do Steven Spielberg, que dizia: Ganho a vida sonhando.

Sonhar hoje é uma tarefa tão fácil e tao difícil ao mesmo tempo. São cobranças, horas dispendidas para o trabalho, cumprimento de metas, pressão, filho chorando em casa, o feijão que aumenta todo mês, o pãozinho que nunca vem no mesmo sabor da padaria. Essa vida é louca e nós enlouquecemos junto. Precisamos sempre de um Pequeno Príncipe, de um Peter Pan, de um Rei Arthur, de tirinhas do jornal, de publicidade, enfim de fantasia.

Deve ser por isso que hoje ainda sou correntista do BB, depois de anos incutir na minha cabeça aquela imagem perfeita. Vai saber?! Enquanto o meu senso de realidade ainda não baixa, fico aqui imaginando como é bom não fazer parte da realidade e deixar seus sonhos em palavras, em texto, para serem lidas e tornadas atemporal.

Você já sonhou hoje? Já escutou uma linda música? Já experimentou daquele produto que você sempre quis comprar, ou adora comprar? Já comeu aquela geléia importada da França que você sempre quis comprar, mas alguém sempre dizia que era cara? Deixe-se levar. Entregue-se ao prazer do consumo e da gula, viva no mundo irreal. Não deseje apenas, almeje, planeje, festeje. Faça com que o que sempre buscou aconteça. Trabalhe por isso, mas não se maltrate por isso. Escolha seu mundo, mas não sinta-se excluído dele.

E você já sonhou hoje? Não vai me dizer que foi com alguma propaganda?!

Image: The Dream - Picasso

quarta-feira, novembro 19, 2008

HP está mudando marca


O notícia não parece ser nova, porém eu não sabia e acho que muita gente não estava sabendo.
Vi uma vt da HP na TV oferecendo o novo computador TouchSmart, que aliás é bem bonitinho, no entanto uma coisa me chamou a atenção - o logotipo assinado. Um novo, com degradê, parecendo um viagrinha. O mais curioso é entrar no site americano e não ver nada sobre mudança ou nenhuma menção sobre esta mudança. Será que vão mudar aos poucos ou será al
go apenas explorado para produtos. Um logotipo da HP, apenas para certos produtos? Foi o que pensei, no entanto, parece haver um processo de low key rollout, onde aos poucos tão inserindo na comunicação o logotipo novo. Bem, o logo é bonitinho, realça o itálico, dá um ar de moderno e atual, conecta-se com a era da internet.
foto: arquivo e brandnew

Linea, um exemplo de Inovação na Fiat

Lendo a Meio Digital deste mês, que por sinal, recomendo-a muito, cujo o tema central é a Inovação digital que a FIAT vem fazendo trazendo a internet como um meio super importante na relação e construção da marca e produtos. Tudo isso feito pelo João Batista Ciaco, diretor de Publicidade e Marketing de Relacionamento, que vem se mostrando um cara fora de série, na exploração de ações e integrações de mídia, on e off.
Um fato que vale salientar foi o lançamento do FIAT Linea, que gerou bastante empatia, quando foi mostrado todos os processos de desenvolvimento do carro, desde sketches, design, pesquisas sobre o que o brasileiro gostaria de ter no carro, publicidade e toda a forma como foi conduzida desde a concepção do carro até a comunicação. Aos meus olhos isso me soa muito bem, pois gera uma proximidade ímpar no oferecimento do produto, pois de uma certa maneira ele participou na geração e agora pode ver o resultado final nas ruas. Vale a visita: www.blogdolinea.com.br
Lembrando que inovação não é apenas relacionado a produto, mas sim também a processos, concepção etc. e neste caso a inovação se mostrou presente na forma de abordagem com o cliente, que só tem favorecido a imagem da marca da empresa. A transparência (ou a falsa idéia de transparência) é uma boa alternartiva para criar um posicionamento favorável na mente do consumidor.

Blind-teste da McDonald´s no Japão

A McDonald´s para lançar o novo hambúrguer Quarteirão com Queijo, descaracterizou todo o PDV no Japão retirando qualquer traço visual dos arcos e das cores da marca americana. O teste da marca é uma oportunidade de verificar a força da marca e do produto perante a mente e paladar dos consumidores. Fotos aqui. Duas lojas no Japão, localizados em dois bairros Fashion de Tóquio, o Omotesando e Shibuya East, foram as cobaias. O Ambiente é totalmente moderno e com poltronas Le Corbusier, criando uma atimosfera lounge.
É uma maneira interessante de desconstruir o efeito da marca e sua poisção na mente dos consumidores. E o mais interessante é que nestes restaurantes-teste, só serão vendidas duas opções de Hambúrguers, o Quarteirão com Queijo e o duplo quarteirão. "Queremos que as pessoas descubram um grande sabor e que não liguem para quem está produzindo", afirma um porta-voz do McDonald's.
O que me deixa curioso é ver que existem esse fenômenos na McDonald´s de experimentação de PDV. Realmente isso só se pode fazer com marcas bem fortes e que mantém um posicionamento firme, no entanto, ao longo de alguns anos a empresa do Ronald vem explorando novos layouts para suas lojas. Acredito que haja algum movimento interno nos próximos anos de mudança de posicionamento, que começou com a inserção de produtos mais saudáveis no cardápio. Acredito que eles começarão um processo de segmentação por ambientes, oferecendo para cada público o mesmo produto, porém em ambientes diversos.

Kotler e suas observações

O Fórum de Marketing de Curitiba, foi marcado por duas participações, o lendário Philip Kotler e do Ricardo Guimarães - Presidente da Thymus Branding.
Um fato que me chamou a atenção, foram as colocações que Kotler fez durante sua palestra:
  • "Clientes são a melhor propaganda, ele amam as marcas"
  • "As queixas são uma dádiva porque são a forma de uma empresa melhorar"
  • "Não sei se existe uma comunidade dos amantes da Coca-Cola na interenet, mas da Harley Davidson existe"
  • "The customer is boss" ( "O cliente é o chefe" ou "O freguês tem sempre razão")
  • "O objetivo do marketing é fazer com que a venda seja desnecessária"
  • "O IPhone da Apple teve praticamente zero de marketing. O que se viu foi um profusão de artigos na mídia. Eles se encarregaram de vender o produto".
São observações que ele conta e que não nos cansamos de ouvir, pois diariamente viamos que não acontece integralmente.

Nokia lidera ranking das marcas mais comentadas na internet

A Nokia conquistou em outubro, chegando ao nono mês consecutivo, a liderança no ranking de marca com melhor imagem entre as fabricantes de celulares na internet brasileira. Apple e Sony Ericsson seguem respectivamente em segundo e terceiro lugar.

Os dados foram passados pelo IC Digital Index – Aparelhos Celulares, estudo feito mensalmente pela agência Imagem Corporativa que analisa as sete fabricantes de celulares mais comentadas em redes sociais da web. A pesquisa analisou 1.200 posts em blogs e 700 comunidades no Orkut, que buscou o teor dos comentários publicados.

Veja abaixo o resultado da pesquisa IC Digital Index – Aparelhos Celulares (Outubro/2008):


fonte: Mundodomarketing

segunda-feira, novembro 17, 2008

As pessoas felizes sao mais ativas socialmente e assistem menos TV

Um estudo de dois pesquisadores da Universidade de Maryland, nos EUA, indica que pessoas felizes sao mais ativas socialmente, participam mais de atividades religiosas, votam mais e lêem mais jornal. Por outro lado, as pessoas infelizes assistem mais a TV do que as que sao felizes (20% a mais). O relatório dos pesquisadores John Robinson e Steven Martin, que será publicado em dezembro no jornal Social Indicators Research, analisou 30 anos de dados do General Social Survey, que pesquisa padroes de comportamento dos americanos, investigando até mesmo se eles se sentem felizes ou nao. Robinson e Martin nao concluem, no entanto, se é a felicidade que leva a niveis menores de consumo de TV ou se assistir mais a TV é que leva à infelicidade. Leia mais sobre a pesquisa, em inglês, aqui. 17/11 Elisa Araujo
Via: Blue Bus

sábado, novembro 08, 2008

Branded Content - Control C e Control V

Branded content tem aparecido na mídia como uma forma nova de divulgação de serviços e da marca da empresa, porém ainda tem poucos. Um bom exemplo é o “O Que Que É Isso“, da Locaweb que tem até a segunda temporada gravada. Vale a visita, é um seriado muito engraçado.

No entanto, a Energy/Y&R desenvolveu uma ação (chamada Control C e Control V) com parceria do MSN e trazendo as marcas Nova Schin, LG Colgate Plax, que funciona assim: as pessoas dão um copy-cole em uma conversa que tenham tido no MSN e mandam para esse site. As melhores, além de serem premiadas, são produzidas e viram episódio de sitcom.

É claro que a maioria das conversas serão inventadas, manipuladas, editadas, aumentadas. Entra lá, assiste à história da semana e me diga se não vai atingir em cheio o target jovem. O merchandising das marcas é tímido, mas aparecesutil como deve ser (tipo o cidadão vai ao banheiro e o Colgate Plax está ali na pia, como quem não quer nada) e fica pulando emoticon do MSN pra todo lado.

quinta-feira, novembro 06, 2008

Ter entre 25 e 34 anos ainda é ser jovem, avalia uma pesquisa

Pessoas com idade entre 25 e 34 anos ainda podem ser consideradas integrantes do grupo dos jovens e devem ser tratadas de maneira específica pelos anunciantes, diz uma pesquisa da Viacom Brand Solutions International.

O estudo conclui que responsabilidades 'adultas' - como filhos e hipoteca da casa - estão sendo assumidas mais tarde. Com isso, os que têm de 25 a 34 continuam a consumir games, música e internet e estão desfrutando os prazeres da juventude ao mesmo tempo em que se beneficiam de mais liberdade pessoal e financeira.

A pesquisa identifica esse grupo de jovens como 'golden' - eles têm maior poder de compra e mais senso de identidade. As outras fases da juventude vão de 16 a 19, chamada de 'discovery' (descoberta), e de 20 a 24, identificada como 'experimentation' (experimentação).

O estudo foi realizado em 18 países, Brasil incluído. Leia mais, em inglês, aqui.
via: bluebus

Frase do dia - Tom Kelley (IDEO)

“Não basta mais ser apenas um inovador, você tem de correr muito mais rápido que as inovações de seus competidores. E cada vez mais competidores estão se tornando mais velozes.” Tom Kelley, diretor geral da IDEO (empresa de design líder da América do Norte)

quarta-feira, novembro 05, 2008

Roubar sempre foi mais natural do que inovar

Transcrevo um post do blog do Cleménte Nóbrega, para refletir sobre o processo

Uma idéia espantosa na qual prestamos pouca atenção. Durante toda a história, a maneira de ficar mais rico foi uma só:roubar. Comerciar (to trade) era atividade de segunda categoria. Reis invadiam e tomavam o que não era deles, a riqueza não aumentava.Quem nascia pobre ,ficava pobre até morrer. Era totalmente natural que fosse assim. A idéia de que você pode enriquecer empreendendo (arriscando) é recentíssima na história humana. Não tem mais de 250 anos. Foi só então que se percebeu que o bolo da riqueza não era fixo, e que poderia crescer. O empreendedorismo é uma idéia radical,e,como toda (boa) idéia radical,é contra-intuitiva. Pense em Galileu, Newton,Darwin,Einstein,Adam Smith. O intuitivo, o certo, o aceito,o normal, era roubar,parasitar,ser rentista. Essa turma toda que condena a “falta de ética do mercado financeiro”,devia pedir mais capitalismo,não menos. Menos capitalismo empreendedor significa mais parasitismo (veja as grandes burocracias estatais). De uma coisa você pode estar certo:o animal humano sempre vai querer riqueza,poder e prestígio.Sempre vai buscar isso, porque isso é ,bem,..é da natureza humana.Como sexo. O capitalismo empreendedor oferece a via “não-zero” para se obter isso,o resto só estimula a corrupção do rentismo. Parasitismo era o que havia ANTES do capitalismo empreendedor. Sistema financeiro não é sinônimo de capitalismo nem, muito menos, é sua forma mais sagrada (como diz,erradamente, o Luiz Fernando Veríssimo). A forma mais sagrada é o capitalismo empreendedor. Antes dele só os muito aventureiros corriam riscos(os navegadores) ,mas,lembre-se, faziam isso em busca de uma riqueza que já estava lá esperando alguém ir pegar. Não estou dizendo que a busca de riqueza, poder e prestígio sejam bons; não estou dizendo que não precisam de controles e regulações, estou apenas dizendo que são parta da natureza humana.Ter coisas é a base do capitalismo. Na sua coluna no Valor Econômico, semana passada ,Marcio Pochmann lamenta mais uma vez a “cultura do ter” ..”originada no Fordismo americano a partir do início do século XX”. Ele escreve mal e não sei se entendo o que quer propor,mas se é a transformação do "ser humano" em alguma coisa "menos ambiciosa" ,que deixe de buscar riqueza,poder e prestígio,pode desistir. É melhor partir das coisas como elas são,não como idealizamos que deveriam ser. 03/11/2008

FEED: Consumer Experience Report 2008

Consumer Experience Report de 2008 da agência Razorfish. O relatório examina o impacto dos feeds de RSS, Widgets, publicidade como serviço, Twitter, vídeos online, etc e apresenta cases de algumas grandes empresas. Foram mais de 1,000 consumidores “connected” (a coveted group who spend money online and have access to broadband). No estudo da forma foi observado como as pessoas "vivem" on-line hoje, como Web 2.0 mudou o comportamento do consumidor; o que é o verdadeiro impacto da "web social", o que realmente impulsiona hábitos de compra on-line (especialmente em uma economia para baixo); e quem está realmente usando a web móvel eo que estão fazendo.
Uma maneira prática e confiável de se obter informações sobre tendências, novas tecnologias e novidades tecnológicas. Para baixar o relatório aqui.
Ou se preferi folhear no flash: aqui

O poder de uma pessoa

Foi só Oprah Winfrey falar e as vendas e buscas no Google dispararam

16:00 A apresentadora Oprah Winfrey costuma recomendar livros em seus programas e faz disparar as vendas dos titulos que escolhe. Há alguns dias ela elogiou um leitor de livros eletrônicos, o Kindle, que a Amazon lançou há quase 1 ano, anterior aqui. "Eu estou dizendo a vocês, é simplesmente minha nova coisa favorita no mundo" - afirmou. No mesmo dia, as visitas ao site da Amazon subiram 6%, diz a Hitwise. Dos posts em blogs que mencionam o Kindle desde entao, 80% citam o apoio de Oprah. No dia em que o aparelho foi citado no programa, as buscas pela palavra 'kindle' subiram 479%, segundo o Google Insights.

via: bluebus

segunda-feira, novembro 03, 2008

LinkedIn e Thedore Levitt. O que eles têm a ver?

Aparentemente nada, mas você vai compreender, a partir da dinâmica do marketing do modelo de diferenciação do produto (Produto Total), que Theodore Levitt desenvolveu (1986). Essa ligação tem a ver com a notícia que o LinkedIn, a maior rede profissional do mundo, acabou de lançar um pacote de aplicativos para dinamizar e ampliar ao alcance do usuário do serviço. Aplicativos para aumentar a produtividade são: Amazon, Box.net, Google, Huddle, SlideShare, SixApart, Tripit e Wordpress.

Um serviço que me chamou a atenção é o Company Buzz by LinkedIn, que
permite ao membro rastrear o que é dito sobre sua empresa no Twitter. O aplicativo é um filtro de conversas no Twitter, com base nos termos de busca e podem ser customizados pelos membros, permitindo que eles vejam quem está falando sobre sua empresa e produtos. O aplicativo mostra tweets, tendências e palavras-chave principais.

É um mini-gerenciador bem interessante, que poderá ser usado por qualquer pessoa. É a ampliação de uma característica importante no marketing, entre o serviço genérico e o serviço potencial. Modelo apresentado por Theodore Levitt, que indicava que quando um produto (ou serviço) é desenvolvido ele se enquadra em cria 4 estágios: genérico, esperado, ampliado e potencial.

É o processo clássico de diferenciação, algo bem interessante que o LinkedIn está fazendo, distanciando-se de concorrentes como o Naymz, ao oferecer estes serviços. No entanto, de acordo com a lógica de Levitt, conforme o produto vai sendo copiado pela concorrência, características únicas dele serão tidas como normais e ele vai caindo na escala de Potencial (produto oferecido muito mais do que esperado - uma verdadeira experiência -, é você comprar um carro e ele oferecer algo que nenhum outro tem e ser apresentada de forma única, além de uma entrega conveniente, prazos e condições de venda atraentes, suporte de pós-venda adequado), para Genérico (aquele que não oferece nenhuma diferenciação perante seus concorrentes).

É um bom exemplo de investimento em parcerias, em busca de uma diferenciação nos serviços prestados, como afirma Dan Nye, CEO da LinkedIn: "Optamos por trabalhar com empresas líderes cujos serviços são compatíveis com a forma como os nossos membros usam o LinkedIn - para colaboração, compartilhamento de informações e desenvolvimento de oportunidades". Afinal, a demanda é grande, são mais de 30 milhões de profissionais no mundo inteiro acessando o site.
Agora, é esperar reações dos concorrentes para entender melhor essa dinâmica e ver se este diferencial do monitoramento de informações do que é dito sobre sua empresa no Twitter será copiado ou partirão para um outro serviço.



Mais informações sobre LinkedIn: aqui, aqui .
Thedore Levit: aqui.

Como demonstrar o benefício funcional do produto?






Sempre gostei de peças, campanhas, ações que mostrassem de forma real ou prática a função do produto, quando necessária a abordagem da venda do benefício funcional. Na Bulgária fizeram esta ação para mostrar um creme antirugas, usando um sistema que detecta movimento das mãos, as pessoas ao verem o resultado do produto. Uma ótima ação em que os usuários simulavam passar o creme sobre uma imagem projetada e as rugas do modelo desapareciam. Da agência Reforma Sofia.
Via: Lafora

sexta-feira, outubro 31, 2008

Inovação em 5 minutos

As Sete leis da Criatividade

Num cenário tão inconstante como o da economia em que atualmente estamos vivendo, ficamos vulneráveis e temos que ter seriedade para tomar decisões. Para tanto, a inovação (e a criatividade) independente do cenário econômico é sempre uma alternativa frente a permanência do seu negócio de forma diferenciada seja no processo, no produto, no valor oferecido, no modelo de negócio ou no serviço. Enfim, mas antes disso é necessária a criatividade, estimular o ambiente para que haja sempre a prática. Ou seja, criar e inovar sempre estarão vinculadas a um processo diferenciativo.
Para isso
Victor Mirshawka, diretor de pós-graduação da FAAP, sugere 7 caminhos para conseguir um bom resultado partindo da premissa de que too bom empreendedor tende a ser um bom criativo, seja oferecendo um serviço ou um produto.

As sete leis da CRIATIVIDADE

1 - Domine a autocrítica
A primeira e talvez mais simples providência que você pode empreender para melhorar sua
criatividade é entrar em contato com o seu senso de auto-avaliação.
2 - Seja um entusiasta da mudança
A ligação entre criatividade e mudança é óbvia, pois é esse processo que permite a implementação das idéias criativas, às vezes em detrimento do já existente.
3 - Busque o diferente
Não fique no usual: leia assuntos diferentes, coma pratos exóticos, percorra caminhos alternativos, fale com pessoas de experiências diversas.
4 - Persista
Chover no molhado é preciso. Faz parte da natureza o princípio da seleção, quer seja de espécies,
quer seja de idéias.
5 - Aumente seu conhecimento
Fator imprescindível à criatividade: o conhecimento formal e teórico ou o conhecimento tácito e prático de como fazer algo.
6 - “Distribua” sua criatividade
Faça com que pelo menos uma parte de seus esforços criativos beneficie outras pessoas além de você.
7 - Sonhe com o impossível
Imaginar o futuro, por mais impossível, fantástico, ou aparentemente irrealizável que pareça, além de ser sedutor, é a marca registrada dos grandes inventores, e de alguns dos grandes gênios.

quinta-feira, outubro 30, 2008

Humor e Originalidade

Walter Faria, dono da Cervejaria Petrópolis, marca-mãe que produz as marcas Itaipava, Crystal, Lokal, etc., colocou no site da empresa uma pitada de humor incomum. Ao entrar no site da marca de cerveja Itaipava o internauta é perguntado se é maior de 18 anos, quando responde sim tem livre acesso, caso responda não, ele é redirecionado ao site da Disney do Brasil. Uma bom insight.

Wallmart investe em sacolas retornáveis

A rede multinacional Wallmart acaba de disponibilizar a venda de sacolas ecológicas, para uso durante as compras, a um preço de R$2,00. A iniciativa começa a aparecer nos supermercados de Porto Alegre. Feitas de algodão cru.
É uma boa alternativa, ainda módica, mas espero que o consumidor seja educado para o uso dela, pra não se tornar apenas um artefato de decoração para uso puramente visual.
Acredito que falta de uma exposiação consciente e de campanhas de esclarecimento dando informações ao consumidor sobre a prática da sustentabilidade, certamente são grandes provocadores de um aumento do abismo entre o que é feito e o que é praticado. E neste caso é necessário ensinar o consumidor a utilizar a bolsa, para quando ele voltar usá-la, para assim ao longo do tempo minimizar o uso dos sacos plásticos.
Esta iniciativa acredito que foi tomada a partir do novo posicionamento que o Wallmart (ou Wall-Mart) tomou, com o seu Save money. Live better.

10 tendências dos logotipos para 2008

A cada você vê novos logotipos, cada vez mais diferentes, com formas e elaborações estéticas incomuns. O Logoorange selecionou as 10 maiores tendências dos logotipos para 2008. São vários caminhos visuais interessantes, mas que se complementam ao longo dos anos. Cada vez mais existem exemplos mais orgânicos e menos "bauhasianos". Um reflexo da nova era em que vivemos, menos repressiva e mais libertacionária, da interação, da inovação, da união, da emoção e da beleza suntuosa.
Um outro aspecto relevante é o nascimento de talvez uma academia, a web, que a cada hora dita tendências e modifica formas.
Leia na íntegra toda a matéria.

quarta-feira, outubro 22, 2008

Quem é o consumidor do século XXI no Brasil

Pela importância nos negócios e pela abrangência vale a pena dar uma “fuçada” nas descobertas, as mudanças e as tendências de consumo no Brasil.

O consumidor do século XXI deseja viver em paz com a família, ter muita saúde, realizar-se profissionalmente e ter mais dinheiro do que tem hoje. Essas são as principais constatações de um estudo realizado pelo Ibope Mídia em todo o Brasil. No total, foram realizadas 3,4 mil entrevistas com pessoas acima de 18 anos em todo o território nacional.

O Ibope Mídia também utilizou em seu trabalho dados do estudo regular da Target Group Index, que entrevistou 18 mil pessoas nas principais regiões metropolitanas do País (Belo Horizonte, Curitiba, Distrito Federal, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo) para compor a pesquisa.

“Hoje, o consumidor pode ser considerado mais ativo. Ele vai em busca de informações e de experiências, tem mais atitude, exige seus direitos. Sabe exatamente o que quer e como quer”, afirma a gerente de marketing do Ibope Mídia, Juliana Sawaia.

Essa mudança teve início entre os anos 1950 e 1980, quando começou a expansão do consumo para todas as camadas sociais e a publicidade introduziu a idéia de marketing, estimulando a buca por novidades por parte do consumidor.

“Nesse período, ele tinha um comportamento passivo, aguardava as informações chegarem até ele”, completa.

A partir da década de 1980, passa a existir uma grande oferta de bens, e o consumo passa a ser vinculado à identidade.

Leia reportgem completa no jornal Gazeta Mercantil. Link

E acesse a pesquisa sobre o Consumidor do Século XXI

E consumidor zangado esta pesquisa será que detectou? Será que valeu a pena para o gerente desta loja passar por esse vexame? Eu trocaria a geladeira deste consumidor. E você?

copy and paste: Estrategia Empresarial