Mostrando postagens com marcador logotipo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador logotipo. Mostrar todas as postagens

terça-feira, março 17, 2009

A chuteira mudou de cara

Como parte da estratégia para internacionalizar a marca, a Topper muda seu visual e amplia seu portfólio para atuar no mercado de artigos esportivos

 Divulgação
Mudança no logotipo: Topper deixa de ser uma marca segmentada para ser unissex

Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva. Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado. A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores. "O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.

A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas. Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo. A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas à marca Topper. "Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.

Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos. "Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.

via Época Negócios

quarta-feira, novembro 19, 2008

HP está mudando marca


O notícia não parece ser nova, porém eu não sabia e acho que muita gente não estava sabendo.
Vi uma vt da HP na TV oferecendo o novo computador TouchSmart, que aliás é bem bonitinho, no entanto uma coisa me chamou a atenção - o logotipo assinado. Um novo, com degradê, parecendo um viagrinha. O mais curioso é entrar no site americano e não ver nada sobre mudança ou nenhuma menção sobre esta mudança. Será que vão mudar aos poucos ou será al
go apenas explorado para produtos. Um logotipo da HP, apenas para certos produtos? Foi o que pensei, no entanto, parece haver um processo de low key rollout, onde aos poucos tão inserindo na comunicação o logotipo novo. Bem, o logo é bonitinho, realça o itálico, dá um ar de moderno e atual, conecta-se com a era da internet.
foto: arquivo e brandnew

quarta-feira, setembro 17, 2008

O ícone - Obama

Todos nós sabemos que Obama é um político antenado e que vem conseguindo muitos adeptos não apenas por suas atitudes e propostas de governo, mas sobretudo pela capacidade ímpar de falar com várias camadas sociais, (em especial os jovens) de forma multinível. A possibilidade de propagação livre e desempedida foi vista até na participação dele na internet. Tendo sua participação (já anunciada que verdadeira') até no Facebook, com mais fãs que McCain.

Além dessa capacidade, ele é um candidato fanático pela internet, e já afirmou isso durante sua campanha, até explorando isso em seu último video, uma vez que McCain já confessou não saber sequer, mecher no computador direito.

Sobretudo, um dos pontos fortes e importantes da sua campanha é o diálogo e suas ramificações em seu site que saiu de uma mídia de apoio e tomou corpo forte durante sua campanha, convergindo muito do que é dito para lá. No site há possibildade de baixar materiais do mais diversos em resoluções prontas para impressão, material para msn, logotipos etc. E essa capacidade de amplificação transforma seu logo num aspecto icônico, com projeções maiores que muitas empresas e muitas identidade de companias.

Sua personalidade de marca, foi aos poucos tomando uma forma tão importante que não me assustaria se alguma consultoria se arriscasse a mensurar o valor da marca Barack Obama. Pelo visual branding essa sensação look and feel, de você olhar e sentir (ou perceber) o que o candidato pensa, pelo material produzido para a campanha, é impressionante.

Como li no gemssty, baseado no Visual Branding - More than a Mark:
They are often just as strong and iconic (if not more), but they have an added dimensionality and freeplay that allows for creative interpretations of the symbol, rather than just a static stoic symbol.
(...)
As a nod to the web culture, these logos are even available for download on his website, and at 96×96 pixels they seemed to be precisely targeted at web-uses such as online avatars for forums and instant messaging services.
Certamente é um grande exemplo da transformação de um logotipo em um ícone.

Sabe, essas eleições, em especial Obama faz-me lembrar de uma frase que me disseram há alguns dias dO Pequeno Príncipe, de Antoine Exupery: "És responsável pelo que cultivas". Será que esta marca hoje tão forte conseguirá se sustentar ao longo de seu mandato (levando em conta sua história)? E como ele continuará essa abordagem tão próxima junto a eleitores após sua vitória?

quinta-feira, julho 10, 2008

Novo logo sem hífen do Walmart


Walmart, como a partir de agora será chamado a maior rede varejista do mundo. O logotipo ficou mais claro e foi desenvolvido para modificar o posicionamento global que a rede tem, para passar a idéia de uma compra mais consciente, e "...e renovação do senso de ajudar as pessoas a economizar dinheiro e viver melhor", segundo afirma Kevin Gardner, porta-voz da empresa.

Lembra aspectos da época 'web 2.0' com traços mais leves e cores não tão fechadas. Porém ao meu ver, é uma mudança extrema na visão que temos hoje sólida do Wall-Mart. Não gostei particularmente. O posicionamento é uma decisão correta levando em contas fenômenos irreversíveis como a sustentabilidade, a preocupação com as relações sociais (stakeholders) e o avanço das tecnologias, mas o resultado ao meu ver perdeu um pouco daquele 'peso' perceptivo que tínhamos ao ver o logo antigo.

O novo visual foi criado pela Lippincott, de Nova York.