Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
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segunda-feira, março 26, 2012
sábado, setembro 03, 2011
"A vida é uma fonte de inspiração."- Os Gêmeos
Internvenção artistica para o projeto/Festival musical Back2Black na Estação Leopoldina. Criada por uma das maiores duplas de ilustradore/grafiteiross/artistas plásticos: OSGEMEOS. O Festival está acontecendo estes dias. Quem puder ir, certamente deve ter uma experiência bem interessante.
"Nossa mídia são os nossos cadernos."
"A gente sempre tenta voltar as nossas raízes."
"Nossa mídia são os nossos cadernos."
"A gente sempre tenta voltar as nossas raízes."
segunda-feira, julho 11, 2011
10 coisas que eu não sabia nos últimos dias (2)
- 59% dos brasileiros estão infelizes com o desequilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. - Relatório GFK
- Mais pessoas recomendam 'Sempre', marcas pelo Twitter do que pelo Facebook - Relatório Razofish.com
- Google deve "matar" o Blogger o Picasa - aqui
- 95% dos brasileiros tem o costume de beber café - e 14 vezes ao mês uma pessoa toma café expresso - aqui
- 52% das pessoas que usa internet interagem com uma marca - aqui
- Como é bom ver estes videos da MTV: aqui
- Se você está sem Instagram no Iphone, use este site para acessar ele e dar like, comment nas fotos das pessoas que você segue. - Instagre.at
- A apresentação sobre inovação no Fórum de Inovação da HSM, quem deveria representar bem o Brasil, parece que não foi tão bom. aqui
- Businees Week criou um guia simplificado para usar o Twitter. São dicas interessantes: aqui
- Dica de Andy Warhol - aqui
quarta-feira, março 25, 2009
Adidas Party 60´s
Estelle, the Ting Tings, Missy Elliott, athletes Kevin Garnett, Mark Gonzales, and designers Kazuki e Jeremy Scott...
Muito bons os videos. É interessante que a Adidas tá adicionando ao seu posicionamento de alguns anos para cá cultura de rua mais intensa. Amplia-se o foco de atuação, porém segmenta-se para aquele nicho (ou tribo).
Mais filmes aqui.
Muito bons os videos. É interessante que a Adidas tá adicionando ao seu posicionamento de alguns anos para cá cultura de rua mais intensa. Amplia-se o foco de atuação, porém segmenta-se para aquele nicho (ou tribo).
Mais filmes aqui.
sexta-feira, janeiro 09, 2009
Mídia Exterior - Trens Japoneses
Um grande trabalho de artistas na adesivação de trens japoneses. Com motivos dos mangás cults e dos gibis ocidentais, além de algumas campanhas publicitárias, preparamos a galeria a seguir para vocês.






































Via: La Fora
sábado, janeiro 03, 2009
Graffiti, use-o com parcimônia
Uma boa oportunidade de ver o processo de criação de artistas de rua, como o Obey Giant. Como é feito a colagem e as diversas camadas até a conclusão do trabalho. Isso me lembra que a arte hoje pode ser considerada a mesclagens - além de um misto de mesclagens dentro do mesmo estilo, mas também uma junção de inúmeras referências externas onde os estilos se incluem. Ou seja, um samba de criolo doido. O importante é informar de forma coerente (ou não), mas informar. Visite o site dos dois artistas, Obey Giant, WK Interact.
O interessante é que a pichação sempre teve um viés voltado ao externo, como um alerta sobre o que está acontecendo de político, social, situacional, sempre participando de movimentos e manisfestações comunistas e\ou liberalistas. Lembrando que pichação é diferente de Grafitagem, no entanto, suas origens se distiguem apenas na forma expositiva e no resultado. Uma tem conotação negativa, e a outra geralmente ganha status de arte. Uma é arte e outra não, em síntese. Opinião do blogueiro. Porque o importante é ter uma mensagem. O que acontece muito hoje é uma necessidade de botar para fora mazelas e que camufladas em pichações sem sentido, que nem Jackson Pollock entenderia.
Ao longo dos anos com a difusão da informação e da crescimento das relações humanas, esta categoria de arte ganhou uma roupagem mais moderna adicionando estética e estilo. Sentiu-se a necessidade de exposição livre em espaços públicos - começando por antigas construções, ruínas, até em locais de grande acesso, uma informação cada vez mais visual e universal, não apenas informativa ou inteligível, mas acompanhada de cores e colagens intertextuais. Assim, hoje o Graphite é a oportunidade desses Artistas de Ruas de expor sua ideologia e sua forma de ver os mesmos acontecimentos políticos - afinal, corrupção, dominação, submissão, sexo, guerra etc. são temas sempre atuais, de uma forma livre e muitas vezes "permitida" em grandes centros. Como fazem grandes artistas como Bansky ou OsGemeos.
Muitos destes artistas hoje vêm introduzindo uma roupagem mercadológica em suas obras, e permitindo que elas sejam até vendidas e aplicadas em diferentes formas de expressões, como: grafites em carros, graffiti de rua, graffiti em ambientes (casas, prédios), onde você imaginar a arte pode ser inserida. Ou seja, se uma forma de geral a Arte (ou este tipo de arte) é democratizada (ou banalizada) ao ponto de ser encarada de forma comum e não apenas suburbana.
Fico pensando: para quê pichar? Pra quê escrever aquelas frases, letras, ideogramas impossíveis de se entender, se podemos colocar mais arte em nossas vidas? Explicar a vida, o comportamento de forma mais bela e mais colorida.
Abaixo coloco algumas fotos de vários lugares, em São Paulo, em Recife, para ilustrar o ganho que temos em explorar esta ferramenta social.


O interessante é que a pichação sempre teve um viés voltado ao externo, como um alerta sobre o que está acontecendo de político, social, situacional, sempre participando de movimentos e manisfestações comunistas e\ou liberalistas. Lembrando que pichação é diferente de Grafitagem, no entanto, suas origens se distiguem apenas na forma expositiva e no resultado. Uma tem conotação negativa, e a outra geralmente ganha status de arte. Uma é arte e outra não, em síntese. Opinião do blogueiro. Porque o importante é ter uma mensagem. O que acontece muito hoje é uma necessidade de botar para fora mazelas e que camufladas em pichações sem sentido, que nem Jackson Pollock entenderia.
Ao longo dos anos com a difusão da informação e da crescimento das relações humanas, esta categoria de arte ganhou uma roupagem mais moderna adicionando estética e estilo. Sentiu-se a necessidade de exposição livre em espaços públicos - começando por antigas construções, ruínas, até em locais de grande acesso, uma informação cada vez mais visual e universal, não apenas informativa ou inteligível, mas acompanhada de cores e colagens intertextuais. Assim, hoje o Graphite é a oportunidade desses Artistas de Ruas de expor sua ideologia e sua forma de ver os mesmos acontecimentos políticos - afinal, corrupção, dominação, submissão, sexo, guerra etc. são temas sempre atuais, de uma forma livre e muitas vezes "permitida" em grandes centros. Como fazem grandes artistas como Bansky ou OsGemeos.
Muitos destes artistas hoje vêm introduzindo uma roupagem mercadológica em suas obras, e permitindo que elas sejam até vendidas e aplicadas em diferentes formas de expressões, como: grafites em carros, graffiti de rua, graffiti em ambientes (casas, prédios), onde você imaginar a arte pode ser inserida. Ou seja, se uma forma de geral a Arte (ou este tipo de arte) é democratizada (ou banalizada) ao ponto de ser encarada de forma comum e não apenas suburbana.
Fico pensando: para quê pichar? Pra quê escrever aquelas frases, letras, ideogramas impossíveis de se entender, se podemos colocar mais arte em nossas vidas? Explicar a vida, o comportamento de forma mais bela e mais colorida.
Abaixo coloco algumas fotos de vários lugares, em São Paulo, em Recife, para ilustrar o ganho que temos em explorar esta ferramenta social.


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