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sexta-feira, fevereiro 10, 2012

Frase da semana: Maura Sullivan (Zappos)

Whether you’re running a company of one or one hundred, you need to have some values beyond “I need to book three new clients this week.” Maura Sullivan, Senior Manager of Zappos’ Customer Loyalty team

segunda-feira, julho 20, 2009

Construir a marca através de uma comunicação de choque

Sempre imaginei que criar uma marca fosse difícil e quando digo marca, não é o símbolo gráfico, mas sim a construção imagética de um "ser" que conviverá conosco no dia-dia.
Usar a Comunicação como instrumento deste crescimento é um desafio que criativos e planejadores têm dificuldades as vezes, no entanto, quando você está na criação e opta por propor um posicionamento mais digamos chocante, você alegra o seu dia e coloca no seu portfólio aquela peça tão desejada que soará como: "Ei, sacanagem. Ficou ducaralho." mas me pergunto, é isso mesmo que a marca quer falar?



Sou fã de posicionamentos radicais, mas fico me perguntando até onde a nossa mente lembra daquela marca que fez aquele comercial que tinha 3 caras que transavam com 3 gostosonas na tv. Será que é uma forma saudável de criar uma lembrança de marca, pelo sentido digamos, primitivo do homem da cópula? (Risos a parte. ) Viagem? Talvez. Mas me pergunto quantas destas permanecem na mente. E outra, sustentar este posicionamento é ser coerente com as futuras comunicações, correto? Ou você é uma marca de um comercial só?

Comercial da Sprite censurado na Alemanha from Comunicador on Vimeo.


Recentemente a Sprite lançou (tá bom ela tem know-how e experiência para isso) um comercial que no mínimo é provocativo, pois simula um oral seguido por outras coisas. Adoro estas coisas, quando uma marca tão parada quando a Sprite, do ponto de vista da ousadia, ousa em provocar TANTO assim, mas será que para a futuramente é bom?

O mais engraçado é saber que em outros países a linguagem e o posicionamento muda. Isso não é incoerente? Ou isso é mais um "videozinho viral", tipicamente de jovem?
Você marca vai crescer e ser relevante com um viral oral?

Para mais videos banidos, aqui.

terça-feira, maio 05, 2009

Marcas mais Valiosas do Brasil - Bradesco



Luiz Trabuco (presidente do Bradesco), Luiz Carlos Dutra (Unilever) e Alexandre Gama (Neogama/BBH) falam sobre o ranking.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Marcas de bancos brasileiros avançam em ranking






Pesquisa divulgada pela Brand Finance colocou Bradesco, Itaú, Banco do Brasil e Unibanco entre as 100 marcas de instituições bancárias mais valiosas do mundo

As marcas Bradesco, Banco do Brasil, Unibanco e Itaú estão entre as 100 mais valiosas entre as instituições bancárias de todo o planeta. Esse foi o resultado da pesquisa anual realizada pela Brand Finance, em parceria com a revista inglesa The Banker, que visa classificar as 500 instituições bancárias com maior valor de marca no mundo.

Divulgado na última quarta-feira, 4, a lista de 2009 mostrou que as corporações financeiras do Brasil obtiveram uma melhoria em sua classificação em relação ao ranking do ano passado. O Bradesco foi a instituição nacional mais bem colocada na lista, ocupando a 12ª posição. Em 2008, a o banco ocupou o 42º lugar.

Em segundo lugar - entre os bancos nacionais - aparece o Itaú, na 21ª posição (contra o 54º alcançado no ano anterior). Em seguida, na 35ª posição aparece o Banco do Brasil (que, em 2008, foi colocado na 45ª colocação pelo instituto de pesquisas) e, logo após, o Unibanco, que neste ano obteve a 67º posição no ranking enquanto, em 2008, nem figurava na lista das 500 marcas mais valiosas do mundo.

O campeão da lista é o HSBC, que também liderava o ranking no ano passado. Na sequência, aparecem as instituições Bak of America, Wells Fargo, Santander, ICBC, American Express, Citi, BNP Farpas, China Construction Bank e Chase.

De acordo com a avaliação do Brand Finance, o valor da marca do Bradesco, atualmente, alcança o montante de US$ 7,7 bilhões; a marca Itaú foi avaliada em US$ 5,6 bilhões; o Banco do Brasil em US$ 2,9 bilhões e, o Unibanco, em US$ 1,52 bilhão.

No restante da lista das 500 instituições ainda aparecem a Nossa Caixa (na 264ª posição), o Banrisul (305º lugar),o BNB (453º) e o Panamericano (498º). A pesquisa é realizada com clientes bancários de mais de cem países.
Fonte: Meio e Mensagem

segunda-feira, setembro 22, 2008

Google consegue marca de 43% de valorização no Best Global Brands 2008, da Interbrand

14:28 Google (43%), Apple (24%), Amazon.com (19%), Zara (15%) e Nintendo (13%) estao entre as marcas que mais se valorizaram no ultimo ano segundo o ranking The Best Global Brands, da Interbrand e BusinessWeek. A marca Google saltou da 20a posiçao no ranking anterior para o 10o lugar. A pesquisa avalia as marcas com base nos ganhos que elas podem trazer no futuro para as empresas. 19/09 Blue Bus

A Coca Cola continua a ser a 1a do ranking, avaliada em USD 66,6 bilhoes. Mas a IBM, que estava em 3o no ranking de 2007, subiu uma posiçao enquanto a Microsoft caiu de 2o para 3o. Veja o ranking completo aqui.

quarta-feira, setembro 17, 2008

O ícone - Obama

Todos nós sabemos que Obama é um político antenado e que vem conseguindo muitos adeptos não apenas por suas atitudes e propostas de governo, mas sobretudo pela capacidade ímpar de falar com várias camadas sociais, (em especial os jovens) de forma multinível. A possibilidade de propagação livre e desempedida foi vista até na participação dele na internet. Tendo sua participação (já anunciada que verdadeira') até no Facebook, com mais fãs que McCain.

Além dessa capacidade, ele é um candidato fanático pela internet, e já afirmou isso durante sua campanha, até explorando isso em seu último video, uma vez que McCain já confessou não saber sequer, mecher no computador direito.

Sobretudo, um dos pontos fortes e importantes da sua campanha é o diálogo e suas ramificações em seu site que saiu de uma mídia de apoio e tomou corpo forte durante sua campanha, convergindo muito do que é dito para lá. No site há possibildade de baixar materiais do mais diversos em resoluções prontas para impressão, material para msn, logotipos etc. E essa capacidade de amplificação transforma seu logo num aspecto icônico, com projeções maiores que muitas empresas e muitas identidade de companias.

Sua personalidade de marca, foi aos poucos tomando uma forma tão importante que não me assustaria se alguma consultoria se arriscasse a mensurar o valor da marca Barack Obama. Pelo visual branding essa sensação look and feel, de você olhar e sentir (ou perceber) o que o candidato pensa, pelo material produzido para a campanha, é impressionante.

Como li no gemssty, baseado no Visual Branding - More than a Mark:
They are often just as strong and iconic (if not more), but they have an added dimensionality and freeplay that allows for creative interpretations of the symbol, rather than just a static stoic symbol.
(...)
As a nod to the web culture, these logos are even available for download on his website, and at 96×96 pixels they seemed to be precisely targeted at web-uses such as online avatars for forums and instant messaging services.
Certamente é um grande exemplo da transformação de um logotipo em um ícone.

Sabe, essas eleições, em especial Obama faz-me lembrar de uma frase que me disseram há alguns dias dO Pequeno Príncipe, de Antoine Exupery: "És responsável pelo que cultivas". Será que esta marca hoje tão forte conseguirá se sustentar ao longo de seu mandato (levando em conta sua história)? E como ele continuará essa abordagem tão próxima junto a eleitores após sua vitória?

quinta-feira, setembro 04, 2008

O que aprendi com o Presidente do Google

Estive semana passada no Fórum Internacional de Branding da ABA, em São Paulo. Cases de construção de marca da Unilever, do Burguer King, da Rede Globo, da Vale, do Bradesco e principalmente do Google foram expostos. E tenho que ressaltar a palestra ímpar de Alexandre Hohagen, com o tema - Google: Há regras para construir marcas de negócios baseados na internet?

Deixo aqui uma parte de um artigo (leia aqui) que sintetiza o que cada empresário precisa fazer para construir uma marca. As lições de marketing de Alexandre Hohagen:

1 - Deixe os outros falarem por você;

2 - Lembre-se que o usuário ( cliente) está no controle;

3 - Baseie suas decisões em dados (o que dá retorno ou não);

4 - O tempo das pessoas é precioso;

5 - Pense grande.

quinta-feira, agosto 21, 2008

Marcas como BB, Bradesco, Unibanco e Itaú geram valor para acionistas

O Banco do Brasil, o Bradesco, o Unibanco e o Itaú estão entre as 40 instituições mundiais que mais geram valor aos acionistas. Segundo o relatório Creating Value in Banking, do The Boston Consulting Group, a estratégia e gestão empresarial destas empresas são as maiores responsáveis pela geração de lucro.

Fonte: Mundo do Marketing

segunda-feira, julho 28, 2008

Existe Valor numa Marca de Bananas?

A notícia é meio velhinha, mas vale a pena comentar sobre ela. Que nos faz lembrar a questão de se dar valor a algo que apenas tem preço como acontece com produtos 'commoditizados'.

Quantas e quantas vezes vamos ao supermercado na seção de frutas ou legumes e, encontramos sem cuidado algum ou apenas dispostos de maneira pouco apresentável, estes alimentos? Lembro-me que quando vi pela primeira aquelas laranjas com aquelas "redinhas" me surpreendi com a idéia, pelo grau de diferenciação e pelo baixo custo, além de sua funcionalidade. E ao mesmo tempo pensei na relação de custo x benefício em se vender uma fruta (ou o que seja) por um valor acima, mas com valor agregado adicionado ao produto.

É um tema interessante para debater-se.

Segundo David Aaker (Construindo Marcas Líderes) o processo de construção de marca, passa pelo desenvolvimento de uma percepção mais apurada do consumidor perante sua marca. E ao colocarmos elementos que possam modificar esta percepção, mudaremos sua Qualidade Percebida. Exemplo: O automóvel em si transmite a impressão de qualidade. E quando usamos de elementos associativos enfocando atributos emocionais além dos físicos, acabamos criando uma vantagem na mente do consumidor e uma lembrança daquele produto naquela categoria.

Para David Taylor, autor de Alongando a Marca, aponta que a diferenciação no varejo é de extrema importância na hora da compra, uma vez que a variedade é imensa e a possibilidade de atenção é mínima. Quando leva-se em conta produtos básicos (commodytie) o caso fica mais crítico, como é o caso da banana. No entanto quando a empresa modifica sua percepção de marca, o varejista tende a ter uma aceitação melhor na hora da compra dos espaço em gôndolas.

Neste caso acima, que encontrei no Boybrand, a empresa Dole optou por colocar selo com a marca da empresa em todos os produtos que ela vendia em gôndolas.



Ela colocou um selo em cada uma das frutas com um número de identificação. Você poderia digitar o em uma seção no site e saber onde ela foi plantada, ter informações sobre o transporte, o armazenamento, se a fruta recebeu aplicação de veneno ou não, e muito mais.

Tudo isso é importante quando se fala em certificação de alimentos orgânicos, entretanto a grande jogada está na História que eles contam sobre a banana.

As etiquetas de origem na fruta são o gancho para que o consumidor busque informações sobre o produto. É uma ponte.

Quando isso acontece, ele se depara com uma comunicação quente, que trata cada fruta como sendo única. O site fala sim de qtde. de veneno, mas sobretudo fala de origem, conta uma História sobre os trabalhadores e o cuidado que eles tiveram desde que o produto foi plantado até ele chegar na mesa da sua casa.

A Dole prova que com criatividade é possível aumentar o Valor de uma Marca seja qual for o produto. E isso não se faz só com publicidade por si só. É preciso contar uma boa história, construída de um jeito que a faça mais legal do que os concorrentes.