quarta-feira, junho 26, 2013

Um negócio bem sucedido precisa de branding?













segunda-feira, junho 24, 2013

Compreender o contexto sempre


 

A idéia é bem bacana e simples. Porém 'seca' (merecia um texto mais atraente) quando põe diretamente a marca, mas levando-se em conta o contexto - talvez poucos realmente lavem a mão, me parece que cumpriu bem.

Ganhou Bronze em Cannes este ano em PR (Relações Pùblicas)
. A criação é da OGILVY & MATHER INDIA Mumbai, INDIA, Cliente LIFEBUOY
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sábado, junho 15, 2013

Apple - Making a difference. One app at a time.

"Estrategistas de Marca devem gerenciar a inovação"

"Managing innovation is the most important task a brand manager or strategist can do: far more important than signing off on an advertising campaign, making sure the brand manual is up-to-date, or tweaking a logo in the hope that it will change the fortunes of the company." Patrick Collins

quarta-feira, junho 12, 2013

A cultura de marca como cura da ansiedade

Fela Moscovici, falou certa vez que a cultura serve como um mecanismo diminuição da ansiedade e penso o quão ansiosos estamos hoje em dia pelos excessos e pelas faltas. Excessos de problemas, variáveis incontroláveis e instabilidades emocionais e econômicas. Ou faltas de alinhamentos, conhecimento da estratégia e papéis claros.

Em ambientes e empresas com grande mudanças e agilidade, talvez se consigamos manter uma cultura de marca forte, que proponha uma verdade alcançável e um propósito genuíno e entregável e compatível com os valores internos, talvez possamos diminuir a ansiedade que temos, porque teremos mais claramente onde chegar, a que preço e porquê. Construindo uma realidade plausível e comunicável.


Formar a cultura começar em entendermos em que mundo estamos e que tipo de mundo queremos construir, começando pelo eu. Assim, talvez, nossa ansiedade seja diminuída por um depósito de energia em conjunto, procurando trabalhar com legitimidade.

O Big Data a serviço das pessoas

Semanas atrás aconteceu o Smart Data for Europe, um evento destinado a discutir como o Big Data pode ser uma oportunidade para os setores Públicos e Privados para promovem melhorias de vidas ou antecipações de acontecimentos ou doenças, como também estimular a economia e o progresso social. 

Participaram várias grandes empresas e inclusive a Neelie Kroes, Vice-Presidente da Comissão Européia, Responsável pela Agenda Digital na União Européia. Nada mais nada menos que a mulher que observa, identifica e defende mudanças na  União Européia no campo econômico e digital. Gente de peso.

Foi um webcast (alguns videos abaixo) sobre como o desenvolvimento do ‘Big Data’ e das infraestruturas digitais podem estimular uma nova onda econômica e de progresso social, convidando ao debate para trabalharem juntos lideranças públicas e do setor privado.

Cuja pergunta principal foi: Quais são as oportunidades, obstáculos e soluções para fazer com que os dados públicos e privados trabalhem mais e melhor para todos nós, nos domínios da saúde, energia e outros







Neste video Andrew Morris, Chief Scientific Officer for Scotland fala sobre como Big Data pode ser usado para prevenir ou identificar o avanço da diabetes. Bacana né? 



Por que não temos um debate amplo destes no Brasil?

Mais - http://www.sciencebusiness.net/news/76148/Build-on-the-real-life-examples-of-Big-Data

terça-feira, junho 11, 2013

Dizer que ama não é mais o bastante

"O objetivo do branding não é criar lovebrands. O objetivo fundamentalmente é melhorar a vida das pessoas." Erich Joachimsthaler
Repetindo. "O objetivo do branding não é criar lovebrands. O objetivo fundamentalmente é melhorar a vida das pessoas." (Reforçando que nunca gostei do livro Lovemarks, nem o tenho, nem gosto do termo lovemark).

Pois bem, Erich, autor famoso de branding da década passada falou neste TED que branding não deve ser mais para ciar lovebrands (período passado com foco na imagem), mas sim, para criar soluções sociais para as pessoas, resolvendo o problema das pessoas.
Se percebermos bem, ele está falando aí de inovação, não de branding. O grande ponto que levanto aqui (Erich no fundo fez uma apresentação -à lá aula, um pouco pobre, mas com este insight no final) é que as marcas tendem a quererem ser amadas. Profissionais de Marketing se esforçam para terem suas marcas entre as mais curtidas, retuitadas, com maior relevância entre as redes sociais, mas a verdade mesmo é que puramente a presença não resolve a vida das pessoas. Elas estão cansadas de terem suas vidas bombardeadas por uma atmosfera de "amor desmedido". No fundo, elas querem que os problemas sejam solucionados. É como disse Dave Gray:
"Ninguém vai num banco para ter uma boa experiência no banco (embora fornecer um serviço agradável possa ser importante)."
O que levanto aqui é: o branding já vem entrando em um novo momento, onde olhar a vida das pessoas se tornou um aspecto mais importante do que propagar que "nós nos preocupamos com vocês" (época que já terminou há muito tempo). Ou seja, propor aspectos que permeiam demais a subjetividade vem tendo menor aceitação, mas de grande importância e necessários. Isso inclui o ambiente digital. Não que as pessoas estão mais céticas. Elas sim querem amor ainda, mas elas não querem apenas isso, querem declarações e ações 'amorosas' destas marcas.

Erich, cita o exemplo da BMW que mudou sua missão corporativa inserindo o aspecto e ampliando para um aspecto social. Isto é um ótimo exemplo. Arriscada e interessante. Se você perceber bem, o termo "serviços" entra na missão de uma empresa que vendeu sempre carros e motos (produtos). Percebe-se assim uma mudança de uma lógica focada nos produtos, para uma lógica focada em serviços, cujo são desenhados para o bem social e melhorar a vida das pessoas, como a mobilidade urbana e a poluição.
O importante não é distribuir amor, mas executar o amor dito, perguntando não apenas o que as pessoas amam, mas criando condições para que um realidade mais social emerja nas empresas. Se olharmos bem, estamos falando de business model, inovação, inovação aberta, crowdsourcing.