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terça-feira, novembro 18, 2014

Seja antes de falar, quando falamos em Identidade de Marca


"Many clients — like many people — start talking before they’ve decided what they want to accomplish.They communicate first and ask questions later, as dumb as infantry laying down a wall of fire before seeing their targets.
Before clients launch any communications, they must agree on the basics of their brand: how they create value in the first place—their purpose. And they have to spell out their brand values — Urgency? Elegance? Natural fibers? Siblinghood? — which help to shape the brand experience. Once these strategic elements are in place, clients can begin spreading the word.
Of course, the way forward has potholes. The danger is what Marty Neumeier called “the brand gap” between strategy and execution. The way to make sure that brand strategy aligns with messages is to insist that brand strategy governs messages. If your brand promises a caring relationship with customers, then barking at them about their contractual obligations fights your intentions. If your brand promises a global perspective, then communications can’t contain cute puns in the native tongue of your CEO. The brand strategy shapes everything — especially the words that hit your customers’ears and eyes."
Claude Singer, Executive Vice President, Senior Brand Strategist, Siegelvision

terça-feira, outubro 29, 2013

"Sua identidade é perene?"

Saiu minha estréia no portal InfoBranding, especializado em branding.
Faço um convite a reflexão sobre a sua identidade pessoal e profissional.

Espero que gostem!! :)

Sua identidade é perene?


sexta-feira, setembro 06, 2013

A identidade é construída no suportar da nossa ambivalência

Terminando de ler o livro Identidade de Zygmunt Bauman (que estava há 1 ano a espera na estante) e me pego pensando o quanto é difícil nos entendermos diante de um mundo com tantos estímulos e com tantos convites a nos juntarmos a tribos. Sejam tribos temáticas, ideológicas ou comportamentais. Seja por amigos, pela mídia, pela comunicação ou mesmo criados pela nossa cabeça. Somos vários e somos um, mas optamos por ser vários. Por quê? Quantos vários cabem em nosso um?

Todos em busca no fundo, de uma aceitação, de uma busca ambivalente de ser entendido e construir um relacionamento, mas ao mesmo tempo uma vontade de ser e ter um pensamento independente. Vivemos e morreremos ambivalentes e cultivando uma busca que sempre se autocria a cada novo punhado de contatos humanos ou convites - hoje em dia, tecnológicos. 

Viver é estar em constante ambivalência. A diferença é seu equilíbrio e intensidade de se deixar levar para cada lado. 


Ambivalência

O amor hoje em dia resumido a um estado permanente de busca por uma satisfação efêmera e descartável, cujo, nos dá a falsa impressão de que se conseguimos facilmente nos dá a liberdade de sair dele facilmente. De que a quantidade nos blindaria a incapacidade de nos mostrarmos frágeis e incapazes de lidar com os 'altos e baixos' da satisfação. Tudo é para hoje, ontem e está atrasado. A sociedade do consumo é de consumistas, de produtos e de "amores líquidos" que nos fazem ter a falsa sensação do controle de nossas vidas. Contudo, é contraditório, porque diante de tantos contatos e relacionamentos (de curto-prazo) conseguimos nos construir e nos conhecer, ou, ao menos aceitar o jogo que a vida social impõe. 

A dinâmica de relações que vivemos hoje, nos impõe (princípio de ser aceito numa tribo) optar pela quantidade sempre alta de estímulos como parte integrante de nossa aceitação. E isto se torna nosso combustível operandi, para mantermos um ritmo competitivo em todas as dimensões sociais, familiares e trabalhistas.

Talvez estamos construindo "comboios de identidades" distantes de quem nós somos (ou não), mas mais próximos do mundo líquido de que vivemos. Irreversível? Provável, mas como lidar com a frivolidade da beleza em ter quantidade quando se é fácil tê-la, possuí-la e descartá-la, princípio básico do consumo? 


Ser consumidor é ser consumidor de artefatos que nos induzem a acreditar que eles criam (ou despertam) nossa, ou outras, identidades. Ser consumidor é entender que a lógica do que entendemos hoje como prazeroso e bonito e nobre, pode não ser amanhã. Contudo, a única coisa que fica a cada consumo é nossa lembrança, são nossas emoções. E são elas que formam e reforçam nossa identidade?

"Num mundo onde o despreendimento é praticado como uma estratégia comum da luta pelo poder e pela auto-afirmação, há poucos pontos firmes da vida, se é que há algum, cuja, permanência se possa prever com segurança. Assim, o "presente" não compromete o futuro...Todas essas notícias...atingem diretamente no coração o modo humano de "estar no mundo"...a essência da identidade - a resposta de "Quem sou eu?"...não pode ser constituída senão por referência aos vínculos que conectam o eu a outras pessoas...Precisamos de relacionamento, e de relacionamentos em que possamos servir para alguma coisa, relacionamentos aos quais possamos referir-nos no intuito de definirmos a nós mesmos."

Solução?
Equalizar nossas expectativas de valor e de relacionamento humano seria um "caminho do meio" de lidarmos com esta proliferação de possíveis identidades que conseguimos criar no mundo de hoje. Se desligar não parece uma solução, mas entender como nos comportamos a cada relação, a cada compra, a cada gesto e a cada pré-concepção e pós-atitude nos daria ganhos importantes para lidar com a ambivalência, de forma mais parcimoniosa. 

Porém, o consumo não cessará, então uma mudança pro EU se torna mais importante e mais conflituosa, porém com ganhos a longo-prazo para todos. O que nos falta? A vontade e a capacidade de nos entender neste mundo líquido de 'esconde-esconde' que vivemos em toda relação pessoal, social e comercial que vivemos hoje em dia. O medo de nos confrontar com o erro de nós mesmos e nossas atitudes perante o outro, nos impede de ver quem nó somos realmente e isto constrói a qualidade, a percepção e a expectativa a cada ato, a cada decisão de um líder, a cada gerência de crise, a cada decisão de compra e consumo e, a cada dinâmica de relação e seus efeitos. 

quarta-feira, fevereiro 06, 2013

Qual a pergunta principal que a marca deve fazer [Parte 2]

Fiz um #Storify sobre uma conversa que tive com o @pbprado sobre um dos meus últimos posts: "Qual é a pergunta principal que a marca deve fazer?" http://sfy.co/jENv para exemplificar o conteúdo deste post.




Design Thinking e sua relação com o hoje
Certamente terei rechação por este post, mas vou arriscar levantar a questão: Mesmo o design thinking, com sua propriedade e capacidade colaborativa e humana, não estaria sofrendo um pouco com a sustentabildadade de suas ações? Como assim? Será que adicionarmos a pergunta: "Que tipo de consumidores estamos criando - pro futuro, através das nossas técnicas de entender, problematizar, prototipar e lançar, pode ser um caminho mais real de projetar (e "desenhar consumidores") consumidores para o amanhã?

Levanto isso por que hoje o Google, criou um consumidor que exige agilidade, rapidez. Tudo o que é inventado hoje em termos de internet e mobile é preciso ser rápido e funcional. Ou seja, da mesma maneira que o iPhone 'acostumou' o consumidor a querer ser mais integrado, social e móvel, o Google aperfeiçou seus algoritmos e Ux (usabilidade/experiência do cliente) para transformar um setor e um mercado inteiro, elevando o padrão. Hoje os consumidores de Smartphones são mais sensíveis aos design e ao "mais fácil de mexer" e isso a Apple estimulou. Como qualquer app, site etc que criamos no ambiente on line precisa ser 'ágil, objetivo e de rápido acesso'.
"Many customer and Ux designers have been solving wrong design problems. They´re trying to create better experiences. They´re attempting to make innovative features and functions easier to use. They´re [JUST] paying close attention to customer response." Michael Schrage
Provocação ao Design Thinking e às MarcasPenso que o design thinking pode estar hoje num processo de evolução - visto pelo maior acesso e debate dele, porque imagino-o como um meio extremamente poderoso, contudo, (posso estar vendo-o de forma restrita) um meio para "resolver problemas do hoje". Isso é ruim? Sem dúvida que não, levando-se em conta que existe uma grande demanda de serviços no Brasil vindo de todas as classes e por seguinte, exigência por maior experiência de consumo físico ou on line e usabilidade maior. É perfeito.

Contudo, a 'futurologia' que faço é: A forma que estamos resolvendo os problemas (wicked problems) de hoje está criando que tipo de consumidor? E complemento: A forma como as marcas estão resolvendo os problemas (wicked problems) de hoje está criando que tipo de consumidor para a sua empresa e mercado?

Vendo a questão desta ótica percebemos como as empresas são agentes sociais de desenvolvimento, produção e experiencial claros. E então, Quem a sua empresa está criando? 

Espero que tenha ficado claro, como penso a importância das marcas hoje no além do aspecto mercadológico, mas comportamental. Fazer as perguntas certas pode ser o caminho (mindset) para ter melhores perguntas no futuro. Para um continuos improvement da sociedade e do capitalismo. 

Estou pedindo demais? Elocubrando? Pra mim me parece coerente. E como recentemente li o livro Start with Why do Simon Sinek, cujo separa em 3 dimensões a função da cada empresa: WHY: porquê realmente nós fazemos o que fazemos; HOW, como nós fazemos/entregamos nosso propósito; e, WHAT, o que a empresa faz. Mantendo o raciocínio do Simon e juntando com o Schrage  eu adicionaria uma coisa ao pensamento dele: What Kind (que tipo: que tipo de consumidor você quer ele se torne), entre o Why e o How.
É um exercício de entender aliado a um projeção de cenário, de que tipo de comportamento estamos querendo desenvolver para o mercado futuro.
Então, o que acha?

sexta-feira, setembro 30, 2011

quarta-feira, maio 04, 2011

Qual camisa você usa?

Ser cliente é fácil. Ser consumidor também. Mas ser agência...

Depois de ler este post, do Martin Tom, na Advertising Age, fiquei pensando naquela frase: "Eu visto a camisa da minha empresa." Uma frase tão forte, mas acredito que hoje está sofrendo muitas mudanças, já que as exigências mudam e assim mudam os resultados.

Ser cliente hoje é tomar uma postura de cobrador por resultados, de muitas vezes ser aquele que aponta o problema e não pensa duas vezes em culpar quem o fez. (Sim, não é uma posição sine qua non, nem todos os clientes são assim. Existem muitos que te respeitam e são cúmplices em ações.) E isso acaba refletindo em toda cadeia chegando até o estagiário da agência. É um jogo de desafoga-pressão. E ainda mais, vê o mercado da publicidade sofrer alterações que dificultam cada vez mais a estratégia e a execução de uma boa comunicação. A atenção diminui. As dificuldades aumentam e os resultados mais difíceis. Cenários mais incertos e ROI, ROBI, ROMI menos "retornáveis". E a crença de que a propaganda ainda faz efeito vem sofrendo quedas.

Ser consumidor é padecer no paraíso. Ele quer participar do processo da comunicação, da criação do produto. É respeitado quando reclama e precisa apenas amar as marcas para ser (ainda) mais feliz. É cada vez mais perguntado e pesquisado sobre suas necessidade e desejos. É percebido como principal elemento para muitas empresas. Ser consumidor é participar e perceber movimentações ao redor da sua própria existência. Evoluindo conforme suas aspirações e poder econômico.

Agora, ser agência, é complicado. Nâo é nada fácil você ter que lidar com estes dois "senhores" aí em cima. O cliente que pede mais criatividade, mais resultado, mais análise e mais e mais...O consumidor, precisa ser ouvido, precisa ser analisado e percebido cada vez em menor tempo e com maior precisão. Está avesso a pesquisas e a abordagens. Ele está exigente e esperto. São dois rapazes a serem cortejados de forma bem cuidadosa. Sem falar a juniorização dos cargos de direção.

Fora isso tudo o fato de que ainda temos que gerar lucro para a agência, ter bom relacionamento com a criação (e/ou demais setores). Jogos de interesses internos e o empurra-empurra-interno-de-cada-dia. Falta de investimentos internos e de estrutura. Silos internos ditando ordens. Gerência incompetente ou insensível. Criatividade dando lugar a fast-criativity. Identificou-se? Calma, não se desespere.

Bem, não quero fazer mimimi, nem ficar reclamando aqui do mundo. Muito menos criar estereótipos sobre nenhum personagem. Nem demonizar nenhum dos três. Fato é: as coisas estão cada vez mais difíceis para os 'sonhadores'. É preciso ser realista (e mais em alguns lugares).

Vestir a camisa da empresa está cada vez mais difícil ainda mais quando o tempo é escasso, o volume de informações é absurdo, o gerenciamento pela criatividade é substituído pelo gerenciamneto por resultado, as pressões internas são maiores, menores tempos para projetos bacanas, relacionamentos cada vez mais vazios e o mito do líder se torna cada vez mais um mito a ser descoberto do que vivenciado. Geração Y em conflito de opiniões com Geração X etc. É, não é fácil vestir totalmente esta camisa. Mas este não é ponto que quero tocar.

Essa camisa acho que cada vez fica mais difícil de vestir. Tá certo algumas coisas são puramente o reflexo da dinâmica do mercado e do crescimento econômico. Beleza. Ou outros podem dizer: "Mas isso é normal. Evolução! Temos que extrair mais do menos." Ok. Concordo. Acredito que vestir a camisa da empresa está cada vez mais complicado, porque está mais difícil encontrar agências (e empresas) que nos identificamos. Que nos inspiram. Que sentimos admiração em trabalhar com aquele boss, com aquele diretor de criação, com aquele cara de mídia. Com aquela equipe. Vocês sentem isso? Falta de posicionamento? Falta de identidade? Acredito que sim.

Portanto, antes de exigir produtividade perceba-se como empresa. (ou até mesmo fornecedora). Você é uma parte chave na forma como lidar com clientes, consumidores e funcionários. Você pode saber tudo sobre seu cliente, mas pode não entregar da melhor forma ou pode não ser estimulado da melhor forma ou até mesmo pode nao ser respeitado. Pense em qual camisa você usa e em qual postura sua agência (ou empresa) tem.

Talvez precisemos nos apaixonar novamente, pelos clientes, pelos consumidores e/ou fazer com que eles se apaixonem por nós. Enfim, apenas uma reflexão...

quarta-feira, setembro 17, 2008

O ícone - Obama

Todos nós sabemos que Obama é um político antenado e que vem conseguindo muitos adeptos não apenas por suas atitudes e propostas de governo, mas sobretudo pela capacidade ímpar de falar com várias camadas sociais, (em especial os jovens) de forma multinível. A possibilidade de propagação livre e desempedida foi vista até na participação dele na internet. Tendo sua participação (já anunciada que verdadeira') até no Facebook, com mais fãs que McCain.

Além dessa capacidade, ele é um candidato fanático pela internet, e já afirmou isso durante sua campanha, até explorando isso em seu último video, uma vez que McCain já confessou não saber sequer, mecher no computador direito.

Sobretudo, um dos pontos fortes e importantes da sua campanha é o diálogo e suas ramificações em seu site que saiu de uma mídia de apoio e tomou corpo forte durante sua campanha, convergindo muito do que é dito para lá. No site há possibildade de baixar materiais do mais diversos em resoluções prontas para impressão, material para msn, logotipos etc. E essa capacidade de amplificação transforma seu logo num aspecto icônico, com projeções maiores que muitas empresas e muitas identidade de companias.

Sua personalidade de marca, foi aos poucos tomando uma forma tão importante que não me assustaria se alguma consultoria se arriscasse a mensurar o valor da marca Barack Obama. Pelo visual branding essa sensação look and feel, de você olhar e sentir (ou perceber) o que o candidato pensa, pelo material produzido para a campanha, é impressionante.

Como li no gemssty, baseado no Visual Branding - More than a Mark:
They are often just as strong and iconic (if not more), but they have an added dimensionality and freeplay that allows for creative interpretations of the symbol, rather than just a static stoic symbol.
(...)
As a nod to the web culture, these logos are even available for download on his website, and at 96×96 pixels they seemed to be precisely targeted at web-uses such as online avatars for forums and instant messaging services.
Certamente é um grande exemplo da transformação de um logotipo em um ícone.

Sabe, essas eleições, em especial Obama faz-me lembrar de uma frase que me disseram há alguns dias dO Pequeno Príncipe, de Antoine Exupery: "És responsável pelo que cultivas". Será que esta marca hoje tão forte conseguirá se sustentar ao longo de seu mandato (levando em conta sua história)? E como ele continuará essa abordagem tão próxima junto a eleitores após sua vitória?

terça-feira, julho 22, 2008

Mas, afinal, em que negócio mesmo que nós estamos?

, Mas, afinal, em que negócio mesmo que nós estamos? Saiu este pequeno post no Blue Bus de ontem, onde a Patrícia comenta que existe hoje uma inversão da força da comunicação. E hoje a publicidade cresce em sua importância em relação a construção da marca, pois como a Patrícia disse: "o nosso negócio precisa deixar de ser o da interrupção para passar a ser a construção de crenças a ponto de promover mudança de comportamentos." E esta mudança de percepção está cada vez mais difícil de ser atingida, uma vez que o consumidor está mais atento, mais seleto, precisando ser atendido, entendido e respeitado.

A publicidade só consegue dar conta de uma parcela desta fatia na construção da marca, mesmo que seja uma considerável fatia. Temos que hoje ter uma percepção de que as Marcas são (E estão se tornando) elos cada vez mais fortes entre os consumidores, propondo ações que respeitem sua individualidade como empresa, respeitem sua presença na sociedade, respeitem sua função na cadeia do capitalismo. No entanto que façam propostas, ações, novos produtos, novas marcas, novas contratações, novas aquisições, baseadas em sua essência como empresa.

Quando falo em essência, não me refiro a apenas ao "Quem somos", "Missão", "Valores" que habitualmente vemos, mas em perceber que por baixo desse significado real e tangível, temos que identificar a empresa como um ser vivo que age, pensa e toma atitudes, se posiciona diante de pessoas, do mercado. "As marcas precisam saber claramente qual é seu papel no mundo e tem que demonstrar seu propósito através de açoes.
", como bem falou a Patrícia, é um importante ponto para o processo de auto-descobrimento que muitas empresas passam e precisam passar para uma diferenciação notável e consistente.

Estou lendo o livro, Identidade é Destino de Laurence Ackerman, nele o autor descrever a importância de ter um estudo baseado no "
Eu" Corporativo como forma de melhorar as relações humanas e empresariais. Ackerman, descreve passo-a-passo como ele se encantou entrevistando e pesquisando vários clientes ao longo de sua carreira e o resultado foi a elaboração de leis que pudessem esclarecer melhor este conceito. São elas: A Lei do Ser, a Lei da Individualidade, a Lei da Constância, a Lei da Vontade, a Lei da Possibilidade, a Lei do Relacionamento, a Lei do Entendimento e por último a Lei do Ciclo. São Conceitos que unidos formam :



E acho que é uma bom início, a partir desse um conceito de dentro para fora, fazermos a tal pergunta: Mas afinal, em que negócio mesmo que nós estamos? e "Estamos sendo realmente relevantes?