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sexta-feira, dezembro 30, 2011

Frase do dia: Jane Fulton Suri - IDEO

"O mundo dos negócios tende a destacar o padrão em detrimento do específico. Os aspectos intelectuais do padrão impedem que as pessoas se importem com os outros." - Jane Fulton Suri, Psicóloga que trabalha na IDEO (o maior escritório de design e inovação do mundo).

quarta-feira, setembro 28, 2011

Pensando soluções sociais através do Design Thinking

Inspirado pelo post anterior sobre Design Thinking, (ou pelo acaso), vi este projeto inspirador que aconteceu em Gana apoiado por empresas como Unilever, e WSUP em parceria com uma Startup, a Uniloo e promovido pela OpenIDEO.


A Uniloo é uma Startup que estava testando o seu modelo de negócio de um toilet portátil, durante 6 meses em comunidades carentes no Gana, como a de Kumasi. Que sofre com sérios problemas de falta de saneamento e outros co-relatos.

A idéia é relativamente simples, utilizando mão-de-obra local treinando-os para educar a população sobre a necessidade de ter banheiros privados e não usar o público como opção (aparentemente a mais usada), uma vez que a situação precária do saneamento pode causar doenças e mal-estar, eles oferecem como serviço uma 'privada-portátil' que é recolhida tempos em tempos e devolvida após.


Utilizando a metodologia da IDEO em um projeto social eles foram para dentro de comunidades em Gana e descobriram que até o ato mais simples como ir ao banheiro pode ser uma tarefa perigosa e que uma atitude simples poderia mudar a vida quem não tinha este tipo de "serviço básico". Não foi um projeto simples, mas a solução, apesar de exigir um pouco de logística devolveu a comunidade um senso de dignidade e saúde.


Conheça mais do projeto
aqui e aqui

Acho realmente inspirador perceber que diante do uso de projeto calcado numa metodologia pode-se ter melhores resultados sociais. 
Os órgãos públicos ou empresas deveriam apoiar causas locais, aos poucos, utilizando quem sabe incubadoras para pensar em soluções para a sociedade.

Será que podemos aplicar este tipo de pensamento dentro de agências de publicidade para nossos clientes?

quinta-feira, novembro 06, 2008

Frase do dia - Tom Kelley (IDEO)

“Não basta mais ser apenas um inovador, você tem de correr muito mais rápido que as inovações de seus competidores. E cada vez mais competidores estão se tornando mais velozes.” Tom Kelley, diretor geral da IDEO (empresa de design líder da América do Norte)

sábado, outubro 18, 2008

Que tal ser um Polinizador?

Estou lendo As 10 Faces da Inovação, do Tom Kelley, diretor da IDEO escritório de design inovador no Vale do Silício (já comentei sobre este escritório em posts passados - aqui). Durante o livro Tom descreve as 10 caminhos que podem ajudar a sua empresa a crescer, mudando o seu comportamento como profissional e uma dessas maneiras é ser o Polinizador: aquela pessoa que procura ouvir diversos pontos de vista; estimular muitas idéias justamente por sua mutidisciplinaridade; tem um comportamento curioso como se fosse uma criança e consegue ver coisas imperceptíveis aos outros e geralmente pensa em metáfora. É alguém que une a criatividade, com uma mente aberta e livre de barreiras. Pensa de forma multidisciplinar e ampliada. Tom Kelley hoje pra mim é um dos grandes pensadores e difusores da Inovação ou lado do indiano C.K. Prahalad.
Para simplificar, ele destacou 7 pontos importantes para difundir este conceito dentro da empresa:

1 - Mostrar e contar: descrever de forma informal, o que você pode ter descoberto de forma acidental, novidades, pesquisas, insights.
2 - Contratar muitas pessoas com antecendentes diversificados: pessoas com histórico em diversas áreas, têm maiores possibilidades de propor idéias mais diferentes e ampliadas.
3 - Criar espaço para mexer a panela: contratar pessoas com mentalidades diferentes para cada tipo de departamento para levar perfils menos homogêneo para cada departamento;
4 - Misturar culturas e geografias:
diversidade cultural igual a diversidade de idéias.;
5 - Promover séries de palestras semanais: reciclagem e novidades sobre tecnologias, metodologias. Levar novidades para a empresa de diversos campos.;
6 - Aprender com os visitantes: ouvir a percepção do que as pessoas tem, ouvindo idéias de fora;
7 - Buscar diversos projetos: abranger projetos de diferentes setores. Ter clientes em diferentes setores.

sábado, agosto 02, 2008

Artigo no Webinsider - Mudanças de cenários, empresas e design thinking

Escrevi recentemente para o site Webinsider, intitulado "Mudanças de cenários, empresas e design thinking". Com foco na Inovação e no Design Thinking como principais combustíveis para uma mudança diferenciadora no cenário das empresas.

O Artigo foi inspirado num post anterior sobre a IDEO.

Vai o Link para leitura. Clique aqui.

sexta-feira, julho 11, 2008

Inovação pelo Design Thinking (IDEO) - Harvard Business Review

Saiu na Harvard Business Review, do mês de Junho, um artigo do Tim Brown (Presidente da IDEO), com o tema Design Thinking.
Falo-se sobre a necessidade inerente hoje de uma postura de inovação por parte das empresas e principalmente dos diretores, que detém a postura de decisão, como fator estratégico e social. Citando vários exemplos de como um pensamento interdisciplinar e individual pode ajudar no processo do design e da inovação.

Antes de mais nada, seria interessante apresentar um pouco da IDEO.
É um escritório sediado no Palo Alto, na Califórnia comandado por Tom Kelley (CEO) e por Tim Brown, como presidente. Atende clientes dos mais diversos setores como: Apple, Cisco Systems, Basf, Caterpillar, HBO, Polaroid, Xerox, Sega, Target, Whirlpool, entre outras.

A metodologia que a IDEO, apresenta para seus clientes pode parecer óbvia, mas não é. Ela busca trazer soluções utilizando os próprios meios da empresa, adequando as opiniões com um brainstorm, criando protótipos e muito do lado empírico, conversando com as pessoas envolvidas no processo a ser trabalhado. É colher o máximo de informações pesquisadas com quem entende como forma de apoio para propor coisas novas adotando a abordagem centrada no homem.


Para baixar o artigo da Harvard Business Review de Junho 2008 - aqui (em inglês).


Mudanças de cenários

Atualmente empresas buscam cada vez mais o lucro, o fluxo de caixa permanente e a lealdade de seus clientes, porém muitas e muitas vezes estas empresas esbarram na importância de se ter um pensamento consistente sobre como desenvolver habilidades (ou encontrar essas habilidades) para ter um resultado diferenciador perante os concorrentes.

Hoje existem muitos gurus, ferramentas, tecnologia, disciplinas que estão disponíveis a todos, e dispostas a serem usadas, mas o que acontece muito é a falta de um estudo holístico para observar tendências tecnológicas, tendências de consumo, entre outras. Mudanças de foco sempre podem ocorrer, exemplo: A JVC criou o videocassete, aperfeiçoo-o, foi líder de mercado, ganhou mercado e participação, fazendo-se conhecida, porém não se preocupou em olhar para fora e perceber as mudanças que o cenário e os avanços tecnológicos impunham no seu negócio. Fato é que hoje a JVC, é uma empresa tímida, acanhada frente a concorrência das gigantes Panasonic, Sony Philips, Samsung que outrora tinham uma participação menor no segmento de video (e som) e souberam se reinventar e inovar em seus conceitos. Um exemplo rápido é o investimento contínuo da Samsung em design em seus produtos, como o Monitor de LCD Mobius, desenvolvido recentemente pela IDEO.

E a partir desta percepção de que a diferenciação e a necessidade de uma visão mais holística agregando valores de comunidade, educação de qualidade, biotecnologia, sustentabilidade e respeito ao consumidor, a inovação toma a frente de muitas disciplinas propondo a reestruturação de um modelo já carente de aperfeiçoamentos, para dar lugar a uma perspectiva constante de mudança e reciclagem.

Partindo dessa visão que Tim Brown comenta em seu artigo, a necessidade de perceber que a mudança deve encabeçar primeiramente os executivos e os detentores do fator 'poder de mudança'. Abrindo possibilidades de que todos na empresa participem de um processo que tem a finalidade de sempre deixar lubrificada a engrenagem empresarial.

Conceitos como mídia, stakeholders, branding, design, nunca estiveram tão em evidência no mundo dos negócios sendo disciplinas que só crescem e ganham importância. Elas são um reflexo de que o ser humano e podemos incluir as empresas neste ecossistema, estão procurando se encontrar provocando uma necessidade de transformação nunca vista tão grande quanto hoje. E a busca por soluções empresariais, sociais e ambientais, exige um pensamento inovador por conta dos detentores do 'poder da mudança'. É a era da junção da forma com o conteúdo e, quem estiver apto a traduzir os sinais do futuro, prevalecerá.

Enfim, o mundo hoje perde cada vez mais barreiras demográficas e geográficas, além disso vem se tornando um pequeno espaço de experimentação e interação entre os mais diversos mercados e empresas. E aqueles que não estiverem aptos a entender essa relação, executando através de um raciocínio "racional-emocional-interativo" as necessidades e desejos de desenvolvimento humano e social, poderão entrar na vala mediana da paridade.


Extras:
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