sexta-feira, janeiro 18, 2013

Inovar no seu mercado ou explorar oportunidades em outro?

Retirei inteiramente do blog do amigo Carlos Cruz.
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Não é o sector que determina o desempenho, não há sectores velhos e obsoletos, são as escolhas de gestão, são as apostas estratégicas, são as decisões dos humanos que ajudam a fazer a diferença. E que diferença:
"The idea that some industries are superior - a view promulgated by Wall Street analysts, media pundits, and managers’ own human tendency to look for “easier” businesses - is illusory. The data do not support it. Sure, some industries outperform others, but the differences are far smaller than you might think, and most highfliers eventually revert to the mean. Moreover, the difference in returns within an industry - any industry - is several times greater than the difference across industries, no matter which ones. CEOs and boards shouldn’t waste time - and shareholder capital - trying to jump to “better” industries. In almost every case, a bigger opportunity lies in improving your performance in the industry you’re in, by fixing your strategy and strengthening the capabilities that create value for customers and separate you from your competitors." 
The fact that there’s no such thing as a bad industry is even more relevant to CEOs.
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Your chance of getting superior returns is far better if you stay in your own industry and improve your performance than if you move into a new one. It’s a bit like having faith, when darkness falls, that the sun will return tomorrow: You can pretty much count on it."
E quando uma empresa fica num sector, durante aquele período de escuridão, à medida que o tempo passa, tem de mergulhar mais profundamente na dinâmica do cliente e afastar-se cada vez mais do tangível que oferece e concentrar-se no serviço que aquilo que oferece realiza e avançar na diferenciação.
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...São as decisões dos humanos que ajudam a fazer a diferença.
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Os teóricos e académicos olham para as folhas de cálculo e não conseguem ver a magia que só quem está mergulhado num sector e tem pensamento estratégico, consegue criar.

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As citações em inglês são do texto da Harvard Business, The Grass Isn´t Greener.

Ao ler este post pensei em duas coisas:
  • Nas empresas de luxo que procuram mercados mais competitivos (fenômeno do Mastige), e;
  • Em empresas que usam e abusam de extensões de marca.
Entrar em novos mercados pode(ria) ser apenas frenesi (?).
Entrar em novos mercados pode ser apenas uma questão de ótica inabalável do CEO ou Presidente, sobre sua empresa/marca. Ou não. É um texto interessante para levarmos como reflexão sobre a entrada da empresa em um novo mercado. Será que vale realmente à pena, ou não seria interessante investir em melhorias contínuas no seu próprio terreno e ganhar mais legitimidade em seu próprio terreno/mercado?


É o dilema em investir recusros em inovação no seu mercado, melhorando processos, produtos e serviço já oferecidos e buscando valor e experiência para o cliente. Ou entrar em um novo mercado explorando oportunidade de mercado, atratividade e situação econômica favorável.

Curiosamente li este dias uma frase de um dos relatórios da McKinsey, postado por um colega: 
"Companies today are more likely to punish brand managers for missing an emerging opportunity than for failing when they try to exploit it." 
Refletindo muito bem esta questão estratégica dentro das empresa.
Então, o que você faria?


Se te interessou leia mais esta parte aqui.

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