Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
sexta-feira, janeiro 16, 2009
Sociedade das Idéias
Um ótimo video desenvolvido pelo Ken Fujioka e pelo Daniel Tomazo, planejamentos que falaram um pouco sobre o conceito de Sociedade das Idéias. Explicarando como uma forma de pensar pode modificar a produção de "idéias que estão mudando o relacionamento entre as marcas e as pessoas", que vem sendo um desafio nas mãos dos grandes criativos (leia-se planejadores) em desenvolver ações e um pensamento que leve e eleve uma coisa tão bacana para as pessoas (leia-se consumidores também), onde naturalmente todos ganham: o cliente/marca, a agência, a sociedade - que vai disseminar naturalmente, afinal gostamos de falar o que nos envolvem).
Um curta sobre a história do marketing
Michael Reissinger, da Deli Pictures, acaba de dirigir um curta muito bacana sobre a história do marketing, o “A Short History of Marketing”. O objetivo é ilustrar de forma resumida, através de um pequeno personagem, todas as etapas no processo de marketing e branding das marcas, em uma animação que vai desde os primórdios onde haviam poucas marcas, até os dias de hoje, onde somos bombardeados com diversas delas, com inúmeras propagandas e competições de mercado. Vale muito a pena assistir. Confiram:
A short history of marketing from jabi on Vimeo.
Via
A short history of marketing from jabi on Vimeo.
Via
quarta-feira, janeiro 14, 2009
O que você prefere, construir uma marca ou negócio?
Curiosamente Al Ries, um guru do posicionamento, em seu mais recente artigo na Ad Age, enfoca a diferença que muitas empresa têm, entre "Construir uma Marca" ou "Construir um Negócio". Ao longo do artigo ele demonstra de forma prática e concisa caminhos que empresas perseguiram que levaram ao fracasso por optarem "construir um negócio".Dois dados relevantes são que, dentro das marcas de automóves mais bem sucedidas no mundo a Ford é a que detém melhores resultados de marca (49ª colocada) segundo relatório da Interbrand´08, isto devido ao modelo de negócio (que percebemos com esta crise econômica) onde favorecia mais a empresa, criando, criando, criando carros, e mais carros que são despejados nas ruas sem o menor senso de entendimento sobre O que é um carro e seu significado simbólico. Pulverizados em várias categorias. Hoje, quem detém as melhores colocações, são as empresas européias e asiáticas no segmento de carros que conseguem ser líderes em seus próprios mercados e categorias, antes de atuar em outros, como no relatório abaixo:
Toyota (No. 6): Reliable
Mercedes-Benz (No. 11): Prestígio
BMW (No. 13): Dirigir
Honda (No. 20): Confiança (segundo após Toyota)
Volkswagen (No. 53): Prática
Audi (No. 67): Tecnologias Avançadas
Hyundai (No. 72): Barata
Porsche (No. 75): Carros esportivos
Lexus (No. 90): Luxo
Ferrari (No. 93): Carros esportivos caros
Este é o caminho da empresa America hoje. Todo mundo está procurando caminhos para construir seus negócios expandindo dentro de outras categorias. Suas estratégias devem ser reais para construir suas marcas dominando suas categorias. Marcas poderosas dominam seus mercados.
Quando a empresa é boa e se consolida na mente dos consumidores. Quando a marca domina um segmento de mercado, naturalmente sua marca cresce e seus lucros serão visíveis, mas precisam sempre estarem afinados com a valorização da marca. Assim, o seu negócio crescerá naturalmente. Para exemplificar Al Ries, ainda destaca a relação que a primeira colocada na categoria tem para segunda colocada, grifando a necessidade de você ser primeiro bom na sua categoria :
Coca-Cola tem um valor que equivale a $66.7 billion. Pepsi-Cola, $13.2 billion.
Nokia tem um valor que equivale a $35.9 billion. Motorola, $3.7 billion.
Nike tem um valor que equivale a $12.7 billion. Adidas, $5.1 billion.
segunda-feira, janeiro 12, 2009
É melhor Transformar ou Inovar?
Acredito que mesmo que a palavra caia na vala comum de outras palavras como 'marketing', design ela continuará sendo indispensável numa argumentação e numa mudança de foco nas empresas. Falar é fácil, mas praticar sempre foi mais difícil, ainda mais quando o mercado lida com a situação de insegurança. Transformação? Todos precisamos.
Mas o que seria transformação?
Pra mim é mais uma nova palavra que "nasce" para entender o mesmo. Transformar por si só já é uma prática de inovar. No entanto, cito uma pequena frase do texto de Bruce onde ele cita: "Cada vez mais, o valor econômico é gerada através de interações." tocando no cerne de que é hoje a dinâmica de relações de consumo empresas-cliente.
Contudo, acho que nos próximos 3 anos, é que realmente teremos que inovar, inovar, inovar seja nos prcessos, nos conceitos e na forma de olhar o mundo. É o preço alto que o capitalismo nos enfia guela abaixo. Capitalismo e competição sempre 'existiram' e existirão.
Confissões de um Publicitário - David Ogilvy
Estou lendo o livro Confissões de um Publicitário, de David Ogilvy que tenho na minha prateleira (antes murchinha, hoje com uns 35) há mais de 5 anos que nunca havia lido-o. A cada página percebo o poder de um excelente publicitário e sua visão diante de algo que continua atual e sempre estará, digo SEMPRE, que é a Publicidade.
É um livro fascinante, ainda não terminei-o, mas em poucas páginas já percebo o quanto o fator da esperteza aliada a um bom jogo de cintura foram preponderantes para um publicitário que já havia trabalhado como vendedor de fugões, fazendeiro, cozinheiro até chegar no ramo da publicidade, chegando a construir o terceiro maior grupo de publicidade no mundo.
É possível citar várias passagens de David:
" O relacionamento entre um empresário e sua agência de publicidade é quase sempre tão íntimo quanto o relacionamento entrar um paciente e seu médico."
"Nunca aceito uma conta a menos que acredite que podemos fazer um trabalho melhor que o da agência anterior."
"Um advogado pode ser capaz de defender um assassino que sabe se culpado; um cirurgião pode sentir-se capaz de oporar um homem de que não gosta, mas...na publicidade, há um certo grau de comprometimento pessoal para o redator vender o produto."
"Se o cliente gemer e implorar,
O logotipo você deve duplicar(aumentar).
Se mesmo assim não houver apovação,
Ponha a fábrica na ilustração.
E se sentir que a derrota é iminente,
Apele: ponha a foto do cliente."
"Evite superlativos, generalizações e lugares-comuns. Seja específico e factual. Seja entusiástico, amistoso e inesquecível. Não seja chato. Diga a verdade, mas torne a verdade fascinante."
"Cinco vezes mais pessoas lêem o títullo do que o corpo do texto. Por isso você deveria incluir sempre o nome da marca em seus títulos."
Um seção bem útil e sempre atual na elaboração dos anúncios está na "Como ilustrar anúncios e Cartazes" e "Como Criar Anúncios Poderosos", onde ele descreve na visão de criativo, maneiras de melhorar o desempenho do seu anúncio. (Ou não criar caso com o cliente).
O livro em si é um convite a olhar a publicidade e a renovar os conhecimentos sobre ela. Claro que algumas coisas você adapta, porém em sua essência Ogilvy confessa suas impressões sobre o mundo da publicidade com uma pitada bem boa de degustar.
Abaixo separei alguns videos sobre ele. E uma breve entrevista do atual Presidente do grupo Ogilvy Brasil, Sérgio Amado.
É um livro fascinante, ainda não terminei-o, mas em poucas páginas já percebo o quanto o fator da esperteza aliada a um bom jogo de cintura foram preponderantes para um publicitário que já havia trabalhado como vendedor de fugões, fazendeiro, cozinheiro até chegar no ramo da publicidade, chegando a construir o terceiro maior grupo de publicidade no mundo.É possível citar várias passagens de David:
" O relacionamento entre um empresário e sua agência de publicidade é quase sempre tão íntimo quanto o relacionamento entrar um paciente e seu médico."
"Nunca aceito uma conta a menos que acredite que podemos fazer um trabalho melhor que o da agência anterior."
"Um advogado pode ser capaz de defender um assassino que sabe se culpado; um cirurgião pode sentir-se capaz de oporar um homem de que não gosta, mas...na publicidade, há um certo grau de comprometimento pessoal para o redator vender o produto."
"Se o cliente gemer e implorar,
O logotipo você deve duplicar(aumentar).
Se mesmo assim não houver apovação,
Ponha a fábrica na ilustração.
E se sentir que a derrota é iminente,
Apele: ponha a foto do cliente."
"Evite superlativos, generalizações e lugares-comuns. Seja específico e factual. Seja entusiástico, amistoso e inesquecível. Não seja chato. Diga a verdade, mas torne a verdade fascinante."
"Cinco vezes mais pessoas lêem o títullo do que o corpo do texto. Por isso você deveria incluir sempre o nome da marca em seus títulos."
Um seção bem útil e sempre atual na elaboração dos anúncios está na "Como ilustrar anúncios e Cartazes" e "Como Criar Anúncios Poderosos", onde ele descreve na visão de criativo, maneiras de melhorar o desempenho do seu anúncio. (Ou não criar caso com o cliente).
O livro em si é um convite a olhar a publicidade e a renovar os conhecimentos sobre ela. Claro que algumas coisas você adapta, porém em sua essência Ogilvy confessa suas impressões sobre o mundo da publicidade com uma pitada bem boa de degustar.
Abaixo separei alguns videos sobre ele. E uma breve entrevista do atual Presidente do grupo Ogilvy Brasil, Sérgio Amado.
Brand Experience do M&M´s
Aqui colocarei um post Copiado descaradamente do blog do Haendal, Comunicadores, mas que se justifica pelo fato de um dos principais temas deste blog envolver Branding e a afeição dos consumidores sobre marcas. Por isso achei que seria uma boa oportunidade de mostrar um bom exemplo de Brand Experience que a M&M´s desenvolveu, ao criar um universo único para os amantes do confeito. Para ver mais exemplos neste blog aqui. E fora, aqui.
São bons exemplos como esse que ajudarão as marcas a manterem suas marcas ativas nas mentes do consumidor. Mas o mais legal neste caso é a localização que isso influe progressvamente na exposição.
São bons exemplos como esse que ajudarão as marcas a manterem suas marcas ativas nas mentes do consumidor. Mas o mais legal neste caso é a localização que isso influe progressvamente na exposição.
A esquina da Times Square em Nova Iorque, ganhou um perfeito exemplo de “brand experience“, a M&M’s World.
São três andares (ou 25.000 m²) repletos de produtos - 4.000 ao todo - relacionados aos famosos confeitos de chocolate, como camisetas, canecas, mochilas, bonecos de pelúcia, chaveiros e claro, chocolate MUITO chocolate… proporcionando uma imersão total no mundo dos M&M’s.
Esse vídeo mostra mais detalhes da M&M’s Store:
Ponto para a M&M’s, que mostra como envolver efetivamente o consumidor com a sua marca.
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