sexta-feira, janeiro 30, 2009

Isso é evolução mesmo?

Agências de publicidade cada dia que passa ganham mais concorrentes. É impressionante o número de novos entrantes que vem aparecendo no mercado para competir por pedacinhos da pizza. Novos concorrentes no mesmo segmento que crescem oferecendo serviços cada vez melhores, se degladiando entre conseguir melhores resultados e melhores profissionais. É um cenário que até o fim do século passado agências de publicidade tinham em agenda: "Ver sempre a a grama do vizinho se está mais verde ou não."

Hoje com o advento da internet, aliada a um fenômeno de integração cada vez maior entre consumidor, mídias e resultados, além do nascimento de novos formatos de mídia. Acabou criando novos segmentos de atuação para empresas e consequentemente novos serviços. Empresas especializadas em e-mail marketing, em mídias sociais, em criação de websites, gerenciamento de conteúdo e etc. que indiretamente cooptam um pedaço da verba do anunciante anualmente. Sem falar os famosos micreiros e os famosíssimos "corretores". Somos todos carnívoros!

Contudo hoje empresas de outros segmentos vem adotando por uma questão estratégica (?) o nome "Comunicação" na fachada de suas empresas para ampliar assim de forma 'evolutiva' sua gama de serviços. Tudo isso ao meu ver é apenas uma forma de aglutinar serviços para não se esvair dos dedos da agência. Assim o mercado de quem é publicitário se abre e se amplia, mostrando que a comunicação em si vem crescendo oferecendo mais possibilidade de atuação.

O mercado para empresas como as que se especializaram em Marketing Direto, Below The line, Design, Internet, Promocional e Eventos, por exemplo, enxerga novos filões agora em direção a publicidade, que é onde gera maior receita. Agora me pergunto é um bom caminho? Esta "briga" por verbas só tenderá a piorar cada vez mais e o trabalho pode ficar sustentado puramente pelo dinheiro e não por sua especialidade. É fato.

(Por isso que acredito tanto na especialização multifacetada, onde o profissional precisará ser especiliazado em algum área, - no meu caso trabalho para ser em Branding, pois acredito muito nele, para oferecer o melhores serviços, mas com conhecimento em outras áreas de atuação.)

A publicidade hoje está crescendo tanto que a palavra Comunicação ganha maior força e significado. E o que mais me espanta (por ser real, admitível e sem volta) é o que o Dalton Pastore - Presidente da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (ABAP), diz: “É algo normal. Vemos também agência de publicidade e de design entrando no ramo do Marketing. A comunicação evolui e não se apóia mais só em publicidade, hoje há vários novos formatos de mídia. E, em tempos de crise econômica, é o momento ideal para explorar e criar novos espaços na comunicação”.

E então você já pegou sua fatia de mercado hoje?
Para ler mais sobre o que falei, leia aqui.

quinta-feira, janeiro 29, 2009

O posicionamento de marca - Troiano Consultoria

Apesar de antiga (2005) é um bom podcast para ilustrar a metodolia da Troiano Consultoria em Marca, mediada pelo grande Walter Longo (sou fã deste cara!). É um pequeno podcasting mas que tem um contéudo atual e forte. Lembrando que a Troiano é uma das maiores e mais conhecidas consultorias de marca no mercado, presidida pelo grande Jaime Troiano.

Responsáveis pela unidade de Desenvolvimento Mercadológico de Marcas da Troiano Consultoria de Marca, Fernando Jucá e Renata Lima falam sobre as atribuições dessa divisão, que envolvem a análise de marcas e como maximizar o potencial da marca no futuro.

quarta-feira, janeiro 28, 2009

Branding do El Banco Deuno




Belo trabalho de Branding desenvolvido pela famoso escritório de Branding Wolff Ollins, para o Banco Deuno. Aqui. O trabalho em si ficou bem interessante, deu um ar mais cultural ao banco, vsto pela linguagem e pela tipografia desenvolvida. A Imagem do banco ganhou muito com essa aproximação visual pela linguagem, cores e disposição dos elementos. Um banco com ar de Despojado é uma boa forma de conseguir atração dos jovens. Lembra-me estratégicamente a Oi (também desenvolvida pelo mesmo escritório). Algo curioso para um mercado de envolve bens de valores.

Nade ou afunde-por que os gestores de hoje não formam líderes para amanhã

Posto aqui um grande texto do Clemente Nóbrega que fala sobre um comportamento muito comum nas empresas e que diariamente vemos por aí. É inspirador e vale para refletir quando estamos em posições maiores.

À medida que uma empresa cresce, vai ficando impossível gerenciar o desenvolvimento de todos os colaboradores dela. O que se faz habitualmente, então?
Normalmente, escolhemos alguns “príncipes coroados” e damos especial atenção a eles.
O mais comum é que esses “príncipes” sejam escolhidos com base em atributos right-stuff. São agradáveis,relacionam-se bem,demonstram alguma competência,em suma,parecem serem caras legais.
Filtramos do meio de dezenas de potenciais candidatos aqueles poucos que têm, em estado nascente,as qualidades que achamos seren importantes, mas a “teoria da escola da experiência” diz que o potencial de uma pessoa não pode ser medido pela demonstração de atributos que ela tenha, mas sim pela habilidade de adquirir os que serão necessários em situações futuras.
É a habilidade de aprender e não o estoque do que a pessoa aprendeu que garante que ela continuará a fazer bem coisas novas.
Geralmente, os gestores atuais não colaboram com a formação de novos líderes porque não tempo nem motivação para isso.
O amanhã é abstrato e longínquo,o bônus do gestor é pelo resultado de hoje.
O máximo que um gestor típico faz quando é instado a se preocupar mais com desenvolvimento de pessoas é usar o método : ”lance-o-ao-mar-e-veja-se-o-cara-nada-ou-se–afoga. Vamos ver se ele é bom mesmo”.
Ele dá atribuições desafiadoras a algum subordinado que queira desenvolver, e fica olhando. Se o cara for bom,vai sobreviver.
Esse método é muito usado porque requer pouca atenção e porque a maioria dos líderes acha que,como eles se provaram assim, os outros também “têm que passar por isso”. (Viés: eu sou o máximo;a referência do que é certo sou eu).

Mas as experiências que ensinaram aos gestores sobreviventes a se darem bem, podem não ter trazido aprendizado ou competências que levem a empresa para o futuro. Se o aprendizado de liderança é uma jornada de vida, (com as lições sendo ensinadas pela jornada) o enfoque “nade ou afunde” não pode ser a resposta aos desafios do desenvolvimento de líderes.

segunda-feira, janeiro 26, 2009

As 37 melhores ações de Guerrilha

O site TrendHunter disponibiliza um relatório com as melhores Ações Guerrilhas e intervvenções urbanas, postadas do site
Vale a pena conferir.
Aqui.

30 Rebrandings do ano passado.

30 Rebrandings que deviam ter saído ano passado neste blog.
Mas como qualidade não tem idade.

Rebranding_20081_2 Rebranding_20085_3

Rebranding_20082a_3 Rebranding_20083 Rebranding_20084