quarta-feira, dezembro 10, 2008

Você tem boa energia?

Na sua empresa ou na sua vida, você se enquadra em que cor?
Segundo a
o Brian Cracknell's Brain Snacks, na nossa empresa temos que sempre procurar pessoas que preenchem o lado Vermelho. São os fora-de-série. Aqueles que mantém a produtividade da empresa alta em tempos de crise (que palavra mais falada hein?!).

Eles compõem um percentual, geralmente de:

Players : 14%
Spectators : 38%
Cynics : 39%
Walking Dead : 9%



E aí, você se enquadra onde?

Ensinamentos de Tom Peters

Lendo aletoriamente alguns blogs, me deparei com um que citava algumas partes do livro do Tom Peters - Reimagine, que por sinal estou doido para comprá-lo, mas ainda não tive coragem de fazê-lo. Alguns trechos bem interessantes e incisivos. Começando com esse primeiro que vai de encontro com os estudos de Porras e Collins, em seu livro Feitos pra Durar.

Valem as dicas.


DESTRUA PARA CRIAR: - Esqueça aquela história de “Feitas para Durar”. Toda e qualquer empresa, está fadada ao fracasso. Melhor destruir completamente sua empresa de dentro para fora e reerguê-la de maneira inovadora, ousada e criativa do que travar antigas batalhas com idéias ultrapassadas para depois cair no esquecimento.

A FORÇA DAS MULHERES: - Elas são a força mais importante de nossa economia. São elas que gastam e que ganham a maior parte do dinheiro. Delas partem as decisões financeiras mais importantes. E mesmo assim nós as desprezamos, nunca planejamos as coisas pensando nelas, jamais as consultamos. Nós as ignoramos pura e simplesmente. A Nova Economia obedece a princípios a que as mulheres estão mais habituadas colaboração, em vez de comando e controle, só para citar um exemplo e, a menos que os homens se dêem conta disso e mudem de enfoque, estarão fadados ao fracasso.

O MUNDO É UM NÓ DE RELAÇÕES: - Quem toma decisões precisa comunicar-se de maneira honesta e transparente, do contrário nada funcionará. Jamais chegaremos a parte alguma sem o fator humano. Por isso, é melhor abraçar a política e pôr fim à burocracia. Só então poderemos nos ocupar daquelas metas que efetivamente mudarão a empresa.

A FORÇA DO SONHO: - Empresas bem-sucedidas, como a Harley-Davidson e a Starbucks, só deram certo porque vendem um estilo de vida, ou uma imagem, e não simplesmente um produto. Empresas de sucesso devem oferecer uma “experiência cintilante” para se distinguir em um contexto em que a maior parte da concorrência já oferece um produto decente.

SEJA ESTRANHO: - A única maneira de mudar de verdade o local de trabalho, consiste em convocar os tipos mais anticonvencionais para que se unam à sua empresa e à sua causa. Descubra onde estão esses malucos, banque os projetos com os quais eles vêm sonhando há tempos; depois, faça com que o ajudem a levar adiante as idéias revolucionárias de mudança que há tempos você persegue.

O DESIGN, A FRONTEIRA FINAL: - O design é tão importante que deveria fazer parte da lista de prioridades das reuniões de todos os departamentos (juntamente com a contratação de um profissional da área). O design, tal como o estilo de vida, é um dos poucos fatores que realmente fazem a diferença; portanto, não prosperarão as empresas que ignorarem o poder do design elegante e funcional.

domingo, dezembro 07, 2008

Passos para um bom Plano de Comunicação

Em sua Bíblia do Marketing, Administração de Marketing (Pearson, 12. ed., p. 538), Kotler e Keller sugerem 8 etapas para o desenvolvimento de um Plano de Comunicação (ou Promoção, num sentido amplo):

    1. Identificação do Público-Alvo

A definição adequada do público-alvo da comunicação determinará decisivamente todos os passos seguintes. Uma comunicação feita para um alvo confuso ou desfocado tende a não trazer os resultados esperados, pois os tiros acabam se dispersando, não atingindo lugar nenhum.
Um Plano de Comunicação pode ter mais de um público-alvo, o que muitas vezes pode significar que devem ser desenvolvidos Planos diferentes em função de cada um dos alvos.

    2. Determinação dos Objetivos

Uma comunicação pode ter diversos objetivos, como introdução de um novo produto, conscientização e atitude em relação à marca, intenção de compra etc.

    3. Elaboração da Comunicação

O que dizer (estratégia de mensagem), como dizer (estratégia criativa) e quem dizer (fonte da mensagem).

Temos a tendência de pensar primeiro na mídia para a comunicação, antes de determinar os seus objetivos e elaborar a mensagem. A colocação desses itens antes da seleção dos canais de comunicação pelos autores é um desafio, pois nos obriga a pensar nos objetivos e na mensagem ainda não materializada em um canal, de uma maneira quase abstrata.

    4. Seleção dos Canais de Comunicação

Pessoais (incluindo boca-a-boca, buzz marketing e marketing viral) e não-pessoais (como mídia, promoções de vendas, eventos e experiências, e relações públicas).

    5. Estabelecimento do Orçamento

Aqui, os autores apresentam diferentes métodos para a definir quanto gastar em comunicação, como recursos disponíveis, porcentagem das vendas, paridade com a concorrência, e objetivos e tarefas.

    6. Decisão sobre o Mix de Comunicação

Envolve o gerenciamento de diversos meios de comunicação, como propaganda, promoção de vendas, relações públicas e assessoria de imprensa, eventos e experiências, força de vendas e marketing direto (incluindo marketing pela Internet), em função de fatores como o tipo de mercado de produto, o estágio de disposição do comprador e o estágio do ciclo de vida do produto.

    7. Mensuração dos Resultados da Comunicação

O desafio de avaliar o impacto da comunicação no público-alvo.

    8. Gerenciamento da Comunicação Integrada de Marketing

Em que se trabalham a integração, coesão e coerência entre as mensagens e ferramentas selecionadas para a comunicação.

copy and paste: daqui

Modelo de Branding da Fallon

Generosity Fallon Kc
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segunda-feira, dezembro 01, 2008

Gobè fala sobre branding

No BlueBus saiu uma entrevista do Marinho com Marc Gobè, umas das maiores autoridades em branding hoje. Na entrevista ele diz: "quando todos os produtos parecem iguais, o trabalho do branding é encontrar uma conexao única, capaz de fazer as pessoas intuitivamente, visceralmente, psicologicamente se relacionarem com a sua marca numa perspectiva mais pessoal e menos lógica." Esta é a essência do branding. É uma conexão com uma emoçao adequada e verdadeira.

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Apelo promocional cresce com crise

Ações de varejo estão em alta neste final de ano, opção necessária para fomentar vendas

Como no comercial das sandálias Havaianas com o ator Lázaro Ramos, não existe crise no Brasil, desde que o interessado no debate seja gringo. É assunto nosso e ponto final. É como se fosse senha para ter mercado interno robusto. Mas a crise internacional está interferindo no
comportamento da comunicação mercadológica neste final de ano, especialmente no setor automobilístico, que registrou crescimento superior a 20% nos primeiros três trimestres de 2008, mas que desde então sofre retração de vendas. As montadoras estão na mídia com
apelos que normalmente seriam usados mais tarde, após os festejos natalinos. Não é tendência generalizada, mas outros segmentos econômicos, como o imobiliário, por exemplo, estão reescrevendo modelo de exposição na mídia nesse período. Na expressão de Hugo Rodrigues,
vice-presidente de criação do Grupo Publicis no Brasil, que inclui a operação Salles Chemistri responsável pela área de varejo da General Motors, "mudou o jeito de vestir a emergência".

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