quinta-feira, julho 17, 2008

Branding X Marketing

Complementando ainda o que o post anterior que falava sobre Branding, podemos ainda incluir um pequeno post veiculado na HSM On line sobre Branding X Marketing, por uma das maiores referências em Branding no Brasil, Ricardo Guimarães da Thymus Branding.

Percebemos que o Branding é algo muito maior e cercado por inúmeras variáveis. Quando temos um brand equity bem estruturado e consistente, o impacto negativo por um agente externo afetando diretamente os pontos de contato com a marca (stakeholders), é melhor controlável e contornável. Tornando o gerenciamento de uma possível crise, melhor monitorado e combatido.

Um pequeno trecho :

O branding bem sucedido não necessariamente envolve o nome de uma marca. “Se mudássemos o nome da Google para qualquer outro nome, mas avisássemos as pessoas com um tempo de antecedência e mantivéssemos os produtos do mesmo jeito, os serviços com a mesma eficiência, não haveria grandes danos para a corporação.”

Para continuar lendo: Aqui.

Upgrade sua carreria em 5 passos, por Sasha Chua

Hoje em dia estamos inundados cada vez mais de informações e o tempo é um bem tão precioso quanto a informação. E o processo de gestão de tempo fica cada vez mais difícil. Sem falar nos hobbys.

Pra mim, atualmente este meu blog tem sido uma forma de expor idéias, comentários, assuntos de relevância e que julgaria relevante ou apenas memorizados como arquivo pessoal. Porque preciso dar vazão as palavras e meus posicionamento sobre algum tema.

E lendo (coisa que faço muito on line), descobri um post bem interessante que saiu na HSM On Line de Junho, sobre uma jovem chamada Sasha Chua, expondo suas teorias a respeito de como você pode se auto-ajudar e promover sua carreira, em 5 passos.




Ela indica a geração Y,: aqueles jovens hoje com menos de 30 anos que estão constantemente se atualizando, lendo estudando, porém não expondo suas idéias e nem praticando o que aprendeu compartilhando o conhecimento.

E estes 5 passos, são básicos, mas bem preciosos.

1. Read
2. Write

3. Reach out

4. Rock

5. Repeat from #1.

Como dica de leitura, você pode escolher várias opções de links aqui mesmo no blog, mas indico algumas apenas:
- Collecta/Zupi
- Mundo do Marketing
- Época Negócios - Leio a revista
- Update/HSM
- Coxa Creme

E por aí vai. São tantas...Compartilhe!

terça-feira, julho 15, 2008

Branding mal explicado, é Branding mal executado.

Existe um fenômeno que sempre gerou muitas discussões principalmente nas áreas de Marketing, Design e Publicidade e a cada ano piora. O que é branding? O que ele faz? Eu faço mesmo branding?

A conceituação e a prática do branding por conta daqueles que acham que fazem branding e na verdade não o fazem. Os escritórios de design, agências de propaganda, constroem, criam elos emocionais, participam sim da construção da marca, mas são apenas um ponto de contato da marca num todo. No entanto, tenho uma visão meio pessimista desse fenômeno e acho que é puramente uma forma da verba (cada vez mais curta) não migrar para outras empresas.

O Branding é uma filosofia, uma forma de gestão que vem crescendo e se difundindo, pois percebeu-se sua importância. Vide os inúmeros estudos e pesquisas constantes que empresas fazem referentes a "lembrança de marca (Brand Awareness)" e "Lealdade de marca (Brand Loyalty)" só para citar por exemplo. É a busca de uma forma de atração do consumidor para algo realmente relevante para ele, para assim se tornar um diferencial competitivo.

É fazer com que a Marca seja um reflexo daquilo que o consumidor quer/precisa/deseja, precisando para isso olhar para dentro de si, verificando sua essência, seu DNA.

Porém, deixo a
Monica Sabino, concluir por um artigo muito interessante no Webinsider. Clique Aqui.

Exibicionistas abrem o casaco e mostram...

Ação da Serviceplan, de Munique para mostrar o interior do novo "Mini Rover"(Mini Clubman). É uma ótima ação, causa bastante surpresa e lembrança. Só não sei se o público que seria atingido seria o comprador.


Pizza no teto para o Dia da Pizza




Uma ótima ação do Supermercado Nacional, para promover o Dia
da Pizza. Feita pela Paim (RS).

via: Láfora

segunda-feira, julho 14, 2008

Nova lei obriga grandes empresas a contabilizarem marcas

A publicação de balanços patrimoniais e da avaliação econômica de marcas de empresas de grande porte de capital fechado passou a ser obrigatória a partir deste ano. Ou não. A polêmica surgiu com a aprovação da lei nº 11.638/07, de 28 de dezembro de 2007, que altera e revoga dispositivos da chamada “Lei das S.A.”, de 1976.

A nova lei cria um subgrupo nos ativos permanentes: os intangíveis. A partir de agora, não apenas as marcas, mas também patentes, softwares e direitos autorais, entre outros bens não-físicos, ganham um espaço exclusivo e obrigatório na publicação.

Até então, nenhuma regra especificava esses ativos, que eram colocados em espaços aleatórios, geralmente como ativos imobilizados, ou, em muitos casos, não eram sequer divulgados.

Nova lei obrigaria a atualização do valor da marca
A regra é aplicada para empresas de capital aberto e companhias de capital fechado com ativo total superior a R$ 240 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 300 milhões. Para alguns advogados, porém, a falta do simples verbo “publicar” no texto da nova lei isentaria as grandes empresas de publicar o balanço e a avaliação de marca.

Há quem comemore, já que a nova lei supostamente obrigaria uma atualização anual do valor da marca na publicação e no seu patrimônio. Até o ano passado, o valor declarado deveria ser o da época de registro da marca no Instituo Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Valor este que, com o tempo, provavelmente não corresponde à situação atual da marca.

“A atualização no valor da marca acontece só no caso de empresas que adquirirem marcas de terceiros, já que a compra terá ocorrido segundo o valor de mercado”, conta Ivo Viana, consultor de impostos da IOB, empresa que presta serviços de consultoria jurídica e contábil. Segundo ele, as companhias que hoje já têm marcas registradas no balanço devem apenas usar os intangíveis separadamente, sem causar qualquer reflexo no patrimônio.

Publicação revelaria dados corporativos sigilosos
Para muitas empresas, porém, a publicação dessas informações revela dados sigilosos que seus executivos não gostariam de vir a público. Para Rudinei Modezejewski, sócio da consultoria de marcas E-Marcas, “Os auditores são a favor da publicação porque isso vai gerar uma demanda de trabalho que eles já estão acostumados a fazer. A avaliação de marcas, porém, não é bem vista, já que traz à tona algo com o qual eles não estão acostumados, um trabalho muito subjetivo, sem parâmetros definidos”, comenta.

A falta de um modelo único não dificultaria o trabalho de fiscalização do governo, já que uma avaliação para ser contabilmente aceita tem que atribuir critérios bem objetivos que comprovem a origem daquele valor.

“Para isso, tem que ser feito por uma consultoria com registro no conselho regional de economia, assim como os próprios consultores. Mas não existe nenhuma lei que delimite um parâmetro oficial”, explica Cecília Manara, advogada da Manara & Associados, escritório especializado em Propriedade Intelectual.

Atualização de ativo intangível incidiria só em caso de venda
A atualização do valor econômico dos ativos intangíveis só incidirá em impostos em caso de venda. “O valor da marca só geraria tributo a partir da sua realização. Nesse caso, seria só na sua venda, mesmo porque o valor da marca já pagou imposto, já que está embutido no faturamento”, afirma Modezejewski.

Obrigatória ou não, a nova lei põe de volta na mesa de discussão o papel dos ativos intangíveis, em especial a marca, no patrimônio das empresas e como importante ferramenta de Marketing. “A partir dela há como estabelecer uma estratégia mais bem definida. Quando licencia-se uma marca, por exemplo, o estabelecimento de royalty fica mais fácil e verdadeiro a partir do valor da marca”, conta Manara.

Além desse motivo, a transparência obtida com a publicação e a atualização constante dos dados intangíveis traria vantagens comerciais. “A marca bem avaliada e contabilizada pode servir como garantia para uma operação de leasing, de financiamento, empréstimo bancário, joint-venture com empresas do exterior ou transações internacionais, por exemplo”, comenta o sócio da E-Marcas.

Via: Mundo do Marketing: Publicado em 11/7/2008