quinta-feira, julho 10, 2008

Quando um logo é um problema


Uma empresa de japonesa de produtos farmaceuticos, Kudawara. É um bom exemplo de logo ambíguo, que não ajuda muito a vender a empresa, mesmo que os produtos que ela vende seja destinado ao que aparentemente o logotipo diz (rs). Não quero nem saber como é o processo seletivo nessa empresa. Site.


Cheiro em cinemas

Um escritório alemão Cinescent está testando dentro de cinemas ações utilizando o cheiro como prolongamento da campanha publicitária. Apesar de ser uma mídia cara ainda, os testes obtiveram sucesso considerável, além de ajudar na lembrança de marca.

Cinescent, já produziu campanhas para desodorantes Nivea Sun e sabonetes Dove, dando bons resultados e poderia ser reproduzido o cheiro para as mais diversas categorias de clientes, como perfumes, produtos de higiene e até mesmo comida e bebida.


O processo se dá pelo ar-condicionado, espalhando todo o aroma pelo cinema, durante a exposição da campanha no video.

Friji

Um viral produzida pela agência Grey de Londres para a Friji, uma marca de milkshake britânica.
Fazendo ligação com os 50 maiores filmes de terror americanos através de um evento chamado Frijj Film Festival, onde serão exibidos os mais diversos filmes de terror. Como o 'A Bolha'
.



A idéia é reforçar a marca, junto ao público jovem masculino que curte este tipo de filme, fazendo uma ligação com a marca de milkshakes.

'Sauce'. Mais uma do AXE




Da agência de Cingapura, Bartle Bogle Hegarty Singapore, para a Unilever.

sábado, julho 05, 2008

Concept Stores uma proposta de experiência de marca



A Heineken abriu (5.07.08) em Amsterdam uma loja conceito. Vai vender roupas, musica, ingressos para shows e também cerveja. O objetivo nao é lucro, diz o Wall Street Journal, é promover a marca e atrair o publico masculino jovem. A ideia surgiu depois que a empresa avaliou a popularidade do museu Heineken entre os jovens turistas que vao à capital holandesa - o museu, que está passando por uma renovaçao, recebia 500 mil visitantes por ano, em parte interessados numa oferta especial, copos de cerveja de graça, incluidos no preço da entrada para o museu.


O Diretor de Marketing da Heineken na Holanda, Herwin Van Den Berg, disse que Heineken The City, vem com o intuiro de estimular todos os sentidos, oferecendo os mais diversos produtos exclusivos, para explorar o contato com a marca. Dizendo: "Nós realmente queremos levar o slogan 'Heineken - Serving the planet'", ele ainda garante que a loja terão espelhos sonoors, telas 3D e pilares interactivos, sendo a primeira loja na Europa a ser 100% LED-lit. Um conceito de iluminação puramente composto por leds, iluminando o ambiente.

A Heineken The City (como está sendo chamada) será dividida em quatro pilares: Refresh Studio Sound (música), Moda, Tickets & Travel (para viagens e eventos) e uma Loja Beer (cerveja venda de produtos afins).


Este conceito de lojas conceito, não é novo e várias grandes marcas já introduziram modelos de experiência de venda bem sucedidas nos mais diversos segmentos. A NikeTown é um ótimo exemplo de exploração dos sentidos. Outro exemplo que propõe uma experiência com a marca, seriam os Absolut Ice Bar, bares feitos de totalmente de gelo, onde até os copos são de gelo.

Existem também conhecidos como flag-ship store, que são lojas que tem o intuito de serem pontes de experimentação dos produtos, um bom exemplo é o que a Nokia, faz, disponibilizando as últimas novidades dos celulares para manuseio livre do consumidor, algo semelhante ao que a Apple oferece com sua Apple Store.

Hoje, marcas e executivos de grande empresas estão cada vez mais atentando para essa nova "tendência" de proporcionar uma experiência marcante e que esteja ao mesmo tempo alinhada a marca e que venha uma consistência atrativa. E um movimento, mais próximo da realidade brasileira é o que grandes varejistas como Carrefour e Pão de Açúcar vêm fazendo dentro de suas lojas. Separando espaços destinados a cada tipo de categoria. Modificando iluminação, decoração, cores, as vezes cheiros, disposição de elementos, entre outros fatores, mas isso é tema para outro post.

quarta-feira, julho 02, 2008

Uma marca. Um nome construído na era digital



A maior celebridade já criada pelas mídias sociais: Barack Obama. Esse é o cara que realmente entende novas mídias e sabe como usá-las. Por que? Em apenas 18 meses um nome que nem mesmo existia se transformou em uma das marcas mais famosas dos EUA. Na sua campanha seu time usou e abusou de todas as plataformas digitais que você pode imaginar, trabalhando desde corrente por e-mail, canal exclusivo no YouTube (mas isso até a Rainha da Inglaterra fez), relacionamento com bloggers, widgets, construção de comunidades em várias redes sociais e projetos de marketing específicos para incentivar as conversas entre seus eleitores e não eleitores. Seu nome foi citado em 2 palestras so far.

Fonte: fabiocoura.com