sábado, junho 02, 2012

O que é design thinking? [algumas definições]


Não é mais suficiente apenas para superar a concorrência, para prosperar emum mundo de mudança incessante e rápida, os empresários têm de imaginarfora da competição também. Eles devem começar a pensar-se tornar-mais como designers.
- Roger Martin, reitor da Rotman School of Management

Design Thinking melhor descreve uma abordagem específica para a inovação. É uma abordagem amplamente ignorada pelos profissionais de negócios, educadores e até mesmo muitos designers. Não é o domínio exclusivo dos designers, mas uma habilidade necessária que qualquer um pode e deve aprender a alcançar o sucesso da inovação.

- Design Thinking começa com empatia.
- Design Thinking é multidisciplinar e colaborativo. Design Thinking aplica múltiplas lentes para um problema. Design Thinking sintetiza informações em várias disciplinas e não é o reino de um único especialista.
- Design Thinking é iterativo e visual.

As idéias são coisas poderosasBoas idéias podem fazer uma organização. Idéias ruins podem quebrar uma. Design Thinking é o processo que fornece o contexto para seus esforços de inovação. Design Thinking permite que a inovação seja mais bem sucedida.

"Eu sempre pensei design era de 98% de bom senso e estética 2%. É o mesmo para as empresas, exceto o ingrediente mágico que é a visão. Design e negócios estão totalmente interligados e não se pode executar um sem o outro."
- Sir Terence Conran
via

sexta-feira, junho 01, 2012

Somos escritores de nossas próprias marcas

Com o aparecimento da categoria Brand Content em Cannes, nunca um redator, jornalista e/ou até um social media tiveram tanto destaque na vida das marcas. Criar conteúdo hoje se tornou uma moeda de valor imprescindível e indispensável para construção de um relacionamento com o consumidor. Descobrir o que é relevante é cada vez mais difícil. É preciso muito feeling e estudo de tendências.

Como Faris Yakob escreveu, cada um pode ser um potencial ghostwriter de uma marca. Tendo boa escrita e conteúdo coerente, pode-se (até) "pegar emprestado" o conteúdo de um usuário comum e colá-lo à sua marca, campanha etc. O mais importante acho, não é necessariamente criar apenas conteúdo relevante, mas também que eles tenham um pouco de ligação entre conteúdos (ou campanhas) para criar uma coerência.

Faris disse algo importante que vive na atmosfera dos produtores de conteúdo. Somos o que criamos, e o fato de criar conteúdo, diz ao mundo quem nós somos - é um processo de afirmação:
"Now the peo­ple for­mer­ly called the audi­ence are churn­ing out con­tent as a func­tion of liv­ing, as com­mu­ni­ca­tion, as a way of cre­at­ing them­selves. This gen­er­a­tion is defined by the media it cre­ates, by what con­tent is shares, which pro­vides an ongo­ing role for brands – peo­ple need things to talk about, to share, and that con­tent will earn us a place in their streams, sup­ple­ment­ing the posi­tions we can buy.

If con­tent was once king online, it is now a repub­lic, and all con­tent com­petes to attract atten­tion, to adver­tise, in a live mar­ket that dynam­i­cal­ly allo­cates atten­tion to what­ev­er it most inter­est­ing right now."
Salta-se cada vez mais produtores de conteúdo bons que estão competindo com a qualidade de outros. Isto é ótimo! Produzirão melhores informações, com mais força e visibilidade. Quem ganha com isso são as marcas e as agencias, que terão que ter em em suas equipes pessoas com conhecimento com um pézinho publicitário, mas mais, de "quase-jornalistas".

Conforme a geração de conteúdo surja, a co-criação dele deve existir no mesmo grau. Favorecendo o fomento de uma relação com o consumidor, sendo um termômetro e gerador de informação de pesquisa para produção de novos conteúdos e do que o consumidor gosta. 

Curiosamente se formos perceber já existem ghostwriters há bastante  tempo, nas empresas, porém para o publico interno - nas intranets corporativas. O "pessoal da comunicação" são pessoas as vezes desconhecidas que produzem conteúdo para a própria empresa e que tem papel fundamental na comunicação, de valores, ações, idéias, sugestões, comunicados e ativações, mas sobretudo com as redes sociais internas, com a que acontece com a Totvs, é possível disseminar informações relevantes e de acordo com o contexto para um público interno e também gerem negócios. Assim, sim, existe (?) Brand Content (ou deveria existir) para dentro, (Por quê não?).

imagem: mediosenlared.es

terça-feira, maio 29, 2012

IKEA "BERÖRA"



Uma idéia util e interessante de lancamento de um app baseado no contexto do consumidor.
Levando-se em conta que a Ikea da Noruega queria lançar um catalogo dos produtos para Ipad, contudo, em meio ao inverno rigoroso de lá mesmo assim as pessoas preferem sair de casa.

Detalhe, se todos usam luvas no frio, com fazer com que eles usem o Ipad e vejam o catalogo? Pensando nisso criou-se inventaram um produto! Uma luva que permite a sensibilidade do toque na tela do Ipad, comunicando o lançamento do app. Genial! Aumenta o lucro, é algo útil e ainda lança outro produto, o app.

Branding no mercado de construção civil: Dúvida do dia

Como uma empresa que tem um histórico de construções voltadas a Classe C, D pode fazer para começar a construir para a Classe A por exemplo? O que seria necessário para não criar "gaps mentais" na cabeça do consumidor? 


O que você acha que seria o caminho mais coerente?

Importancia da Comunicação Interna: Marcelo Rucker, da Dasa

Fique alerta - Linx

Só para rir um pouquinho