"É uma conversa que, creio eu, devemos ter com mais freqüência, entre nós, e com os clientes. Precisamos entender como começar a comunicar o que a inovação realmente exige, e que tipo de compromisso é preciso para que ela aconteça. Precisamos dizer alto e mais claramente que a preservação/aumento de market share através de meios tradicionais (compras caras de mídia, métricas de percepção, quantidade de envolvimento do usuário ao invés de qualidade, desconexões entre divisões internas de negócio) está desabilitando a capacidade das marcas de progredir, de crescer, de se tornar líderes nos seus respectivos campos.
Nós precisamos de uma nova linguagem para articular que o desenvolvimento de marca não é apenas um assunto do Marketing, mas um assunto que modela todas as facetas de um negócio, e que as marcas que experimentaram e continuam a experimentar crescimento impressionante são aquelas que estão autenticamente abraçando a mudança."
Fonte: Unplanned
http://unplanned.com.br/destaque/sobre-ser-inovador/
Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
quarta-feira, novembro 23, 2011
sexta-feira, novembro 18, 2011
Frase da semana: Les Carter
"Prendemos nossa atenção a, literalmente, tudo, exceto à importância da pessoa que está bem à nossa frente. Quando (nos distraímos) estes assuntos dominam a interação pessoal, eles podem reduzir os indivíduos a "meros" executores de ordens, com pouca consideração à pessoa em si mesma."
---Les Carter & Jim Underwood - O Principio da Significância
---Les Carter & Jim Underwood - O Principio da Significância
quinta-feira, novembro 03, 2011
Precisamos mudar a perspectiva de como construímos as marcas?
Em um post interessante
acendeu o pensamento de que as empresas querem se comportar como pessoas, mas
não conseguem transmitir de forma visceral o que quer ser passado.
@lacreid teve uma atitude ousada, com o objetivo de
diminuir a falta de alimento que as pessoas sofrem na África. Ele se propôs a
comer durante 50 dias ração animal, pra sensibilizar as pessoas e captar
esforços para os necessitados na África.
É uma atitude individual. Neste caso, até
extremo, mas é um posicionamento claro sobre um problema premente que ocorre
dia após dia no continente.
@lacreid criou o projeto Don’t Feed the Planner Project (Projeto Não Alimente
um Planejamento) juntamente com a @MadebyMany para angariar
recursos. A idéia é puramente sensibilizar pessoas sobre reais problemas,
através de uma atitude.
Se formos ver, o Morgan Spurlock do SuperSize-Me fez um dos maiores serviços sociais e pode ter afetado a saúde das
pessoas de varias gerações. Ele acendeu o alerta para a ingestão continuada de
alimentos como McDonalds pode provocar nas pessoas. Mudando o cardápio da maior
rede de Fast-food do mundo. Claro que o intuito aqui é outro, mas partiu de uma
atitude individual e que hoje pode ser levada até com humor. Sem falar o que
Jamie Oliver fez pelas alimentação nas escolas públicas em UK.
No entanto, fiquei pensando o quanto uma atitude individual pode fazer
diferença e quanto demonstrar "Empatia Pela Mudança" pode ser uma
moeda de compartilhamento importante no dia-dia das pessoas e das marcas.
As pessoas precisam sentir a mudança,
precisam não apenas entender. Hoje as marcas têm um poder de mobilização
imenso. (Lembra-se do caso da Zara no programa A Liga? É um programa de
relativa baixa audiência, mas é ciceroneado por alguém influente @rafinhabastos.) As pessoas
precisam de desafios, precisam de metas, mas estas precisam ter sido
alimentadas por líderes culturais. A partir de atitudes que sejam sentidas.
Isso tornará parte da vida delas.
Conforme o esquema abaixo, de forma
simples, nasce uma cultura. Parte-se sempre de uma atitude individual:
atitude
individual < atitude coletiva < comportamento grupal < cultura
@uberblond uma das apoiadoras indica mais ou menos isso quando
diz:
"our culture will increasingly demand that brands, if they want success, show their guts more and not be afraid to be a bit emotional, a bit more curious, have a sense of humor, less “know it all”, more thoughtful, more provocative… more human. " (nossa cultura cada vez mais exige que as marcas, se elas querem sucesso, mostre a eles mais coragem e não tenha medo de ser um pouco emocional, um pouco mais curiosa, ter um senso de humor, menos "sabe tudo", mais pensativa, mais provocante ... mais humana.)
Ser humano nos dá a possibilidade de
desafiar e de ter e encarar (novos) desafios. Quais marcas tomam uma causa para si e embarcam emocionalmente numa
causa que não seja puramente de oportunidade?
As marcas não devem apenas nos fazer mais
sexies, mais cômodos e mais auto-expressivos.
Diante disso deixo algumas (humilde) dicas
junto com as quais @uberblond estimula:
- Crie e promova uma mudança contínua da experiência.
- Observe, tenha empatia pela mudança de comportamento e divulgue isso para muitas pessoas.
- Ofereça uma linguagem,
- Falar com eles e entre na experiência com eles
- Assuma a responsabilidade junto com as pessoas
- Pergunte, crie uma rede para entender suas dificuldades
- Faça com que você melhore sua luta.
- Peça sugestões
A
idéia aqui é, não fazer com que pessoas comecem a adotar posturas radicais, mas
perceber que diante de um movimento de 'Centrado no Ser-Humano' que
estamos vivendo, observar que criar serviços, como produtos, tem que ir além de
ter fazer diferença no mundo, precisamos observar quais problemas temos que
resolver HOJE no mundo e não apenas quando o serviço/produto estiver as ruas.
Nós
como planejadores, gerentes de marketing ou simplesmente líderes observar que
existem pessoas que tomam uma postura e lutam diante das adiversidades, movidas
pelas bondade ou necessidade. Estas que demoram muito tempo para serem apoiadas
são importantes elos de construção social e ética da sociedade. Personagens que
muitas vezes são negligenciados pelos poderes públicos e fazem reais diferenças
na vida de muitos.
Observar
(e garimpar) estes casos contribui de forma imediata a problemas mais urgentes
do que muitas vezes muitas empresas optam por ‘adotar’ uma postura sócio-ambiental
- algo extremamente importante e irreversível, mas que hoje o discurso deveria
ser para o HOJE e não apenas o amanhã.
Fonte imagem: blog.imaginaryfoundation.com
segunda-feira, outubro 31, 2011
Mudanças permanentes, por Jura Craveiro
Apesar de ter sido feita há 2 anos, este conteúdo da palestra do Jura Craveiro, permanece ainda atual. Sendo um video-introdução para a palestra do Gerd Leonhard, famoso futurista e "cientista da comunicação". Vale conhecer os dois.
sábado, outubro 22, 2011
Carência Organizacional
"Mesmo a mais perfeita campanha de publicidade é incapaz de criar aquilo que não existe. Se uma empresa carece de coração ou alma, se ela não entende o conceito de "marca", ou se ela não se conecta ao mundo em que está inserida, são quase nulas as perspectivas de que o seu marketing possa repercutir junto a qualquer pessoa.
---Scott Bedbury, autor de A New Brand World
---Scott Bedbury, autor de A New Brand World
segunda-feira, outubro 17, 2011
Jonh Wang, CMO da HTC e a criação de uma cultura centrada no consumidor
"Branding isn´t about communications...is built on a culture that doesn´t put the company at the center; it puts the consumer.”
"Quando a marca é o coração da empresa, você começa a usar a substância da marca, não apenas a comunicação da marca."
"Quando apresentei pela primeira vez a nossa estratégia de marca para um grupo de funcionários no nosso escritório em Seattle, um dos nossos funcionários mais antigos me disse que isso não era novidade para a HTC. Então eu sabia que tínhamos acertado. A marca que criamos saiu da cultura da HTC. Esta é a única maneira que poderia ter sucesso. O patrão nunca pode dizer a alguém como inovar. Inovações são como uma obra de arte, onde os inventores ficam acordado a noite toda para obtê-la da melhor forma."
"O patrão nunca pode dizer a alguém como inovar. A inovação é como uma obra de arte"
Vale ler a entrevista aqui.
Imagem Interbrand
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