Não se apresse em acreditar...
"Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso que disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."
(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra)
Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
sexta-feira, outubro 07, 2011
quinta-feira, outubro 06, 2011
Steve Jobs, a minha gratidão
Todas as pessoas que passam por dificuldades e conseguem se reerguer merecem o meu respeito, mas Steve Jobs merece um especial hoje. Por ser um gênio e ter contribuído não apenas com produtos, mas com um jeito de fazer e de pensar em produtos, apresentação e gerenciar uma empresa.
Alguém que soube superar diversas entraves na sua luta, desde do nascimento (logo no nascimento ele foi adotado) até o enfrentamento de sua doença, até aí já era o suficiente. Mas ele criou uma das maiores e mais lucrativas empresas que o mundo já presenciou. Perto dele só Bill Gates, Henry Ford e alguns outros poucos.
Alguém que soube superar diversas entraves na sua luta, desde do nascimento (logo no nascimento ele foi adotado) até o enfrentamento de sua doença, até aí já era o suficiente. Mas ele criou uma das maiores e mais lucrativas empresas que o mundo já presenciou. Perto dele só Bill Gates, Henry Ford e alguns outros poucos.
Obrigado pela persitência em querer sempre fazer melhor, de propor melhores experiências e de querer só O melhor para os seus produtos.
Um abraço e descanse em paz Steve Jobs.
Fabio Barbosa e sua crença na gestão que transforma
Fabio Colleti Barbosa é um daqueles presidentes de empresa que tomou uma postura, uma causa, que modificou todo o segmento e a vida de pessoas. Transgrediu "éticas instituídas" dentro da empresa e criou e construiu uma nova maneira de pensar para as pessoas e para um segmento de mercado tão estigmatizado quanto o bancário.
A partir de uma postura centrada no humana, calcado pelos 3 Ps: Profit, People, Planet, fez acelerar a importância de se pensar numa política ganha-ganha-ganha (ganha o cliente, ganha a empresa, ganha a sociedade). E assim, levantou uma bandeira difícil de se erguer, que foi dispensar clientes que não se alinhavam aos valores da empresa. Antigamente como responsabilidade social, e hoje como susutentabilidade. Vale ressaltar que sustentabilidade aqui não é puramente aplicado ao lado ambiental, mas sim a entender que falamos de um processo que se realimenta, independente se o 'meio-ambiente' entra no processo. Sobretudo, que faça bem a sociedade (um mundo melhor) e indivíduo. O que é bom para a sociedade é bom para o indíviduo, mas quem contróe a sociedade é a atitude individual.
Fabio acredita que para fazermos um melhor trabalho, a mudança tem que começar de 'dentro para fora' (parafraseando Gandhi) e a partir da revisão de valores que nós todos seguimos ou dizemos seguir, sermos mais disciplinados para seguí-los, em todas as instâncias dentro da empresa. Não aceitando empresas que não adotem posturas e políticas sustentáveis; a criação de produtos/serviços que de alguma maneira contribuam ou ajudem a melhorar a relação do ser humano com os outros e a sociedade. Além de uma revisão de processos internos na empresa, repensamento sobre o uso de materiais de escritório ou na linha de produção que tenha menor impacto ambiental, e até mesmo revisão da forma de atendimento ao cliente e trato, contratação e relação com os funcionários etc.
Perceber que somos parte integrante de um ecossistema de relações com o meio-ambiente, leia-se mercado, sociedade, stakeholders etc, ajuda a clarear a idéia de que o que fazemos no dia-dia afeta qualquer um destes touchpoints seja de forma mais tímida - como um simples 'bom dia' ou um sorriso, seja de forma mais interna como acordos em contratos ou relação com fornecedores. Até mesmo no simples ato de jogar lixo na rua. Revisar-se e perceber que nossas "...atitudes falam tão alto que eu não consigo ouvir o que voce diz", Ralph Waldo Emerson, contribue para saber se nossa Promessa de Marca, que nosso Posicionamento, que nossas ações sociais, que nosso investimento em patrocínio, que nossa política de SAC, que nossa relação neste mundo On e OFF é uma coisa só, estamos expostos e temos que responder por nossas posturas. Nossa possibilidade de "ser e fazer o jeito certo" é mais difícil do que o 'jeito errado', mas em compensação ajuda a entender que para sermos felizes temos que adotar posturas que transformam e constróe coletivamente.
É claro que existe um saudosismo em relação ao Banco Real, este que tinham muitos defeitos também. É claro que existem inúmeros problemas com o Santander hoje. Foram choques culturais, que ainda vão permanecer erraisados por algum tempo até que 'fique menos ruim' esta transição. Fato é: o Fabio contribuiu para que o termo levantasse questões importantes sobre o meio social, ambiental e filosófico das empresas. Ele adotou como postura de Líder Transformador (ou dirigente), tomando como guia 7 Moedas de Valor (contarei em um outro post para não ficar tão longo) que vi no livro da Betania Tanure, Os dois lados da moeda em fusões e aquisições - cuja a leitura é totalmente inspiradora, que o ajudou a ser um norte nas tomadas de decisões desde sua entrada para o ABN AMRO BANK.
"Ética não significa perfeição, mas uma vontade genuína de fazer o certo." Betania Tanure
Deixo aqui alguns videos interessantes sobre este Presidente que cunhou a frase: O jogo é difícil, mas é na bola, não na canela. E que tanto me inspira e inspira outros empresários a promover um mundo melhor.
Curiosidades: Ele acredita que a principal reforma que o Brasil necessita é a de valores. Segundo ele devemos evitar com todas as forças o "jeitinho brasileiro" e a frase "É assim mesmo" em nossas vidas. Separei uma passagem inspiradora para mim. Clique para ampliar.
Imagem: Veja
# Se quiser se aprofundar, leia os posts:
- Branding. Você imagina o que seja?
- Seu filho sabe o que é Sustentabilidade?
- Marca do Banco Real será substituída pela do Santander
- O resgate da honra
- Branding: a marca no contexto digital
quarta-feira, outubro 05, 2011
Verdades e Mentiras do Branding, pelo Jaime Troiano
No último Fórum HSM Marketing & Customer,Jaime Troiano Presidente do Grupo Troiano, dedicado a gestão de marcas, falou para uma platéia bem diferecionada (pena não poder estar presente) sobre sua visão como se "faz" branding. Revelando Verdades e Mentiras (veja matéria aqui) que vivem com este termo.
“Hoje somos mais envolvidos por bits que por átomos”
Separei algumas que desmistificam, segundo ele a confusão na significação do termo:
Mentira - Branding alimenta o poder das marcas principalmente fora da organização.
Mentira - As agências de propaganda não deveriam se envolver em Branding.
Mentira - Branding é algo que se resolve, essencialmente, com formulações de design.
Verdade - Branding não é um devaneio “intectualóide”, é algo muito mais importante que filosofia.
Verdade - Políticas de Branding profissionais e eficazes precisam contar com o envolvimento granular de todos os segmentos da organização.
Verdade - Os operadores mais preparados e envolvidos com Branding são os gestores de marketing.
Verdade - É inevitável que Branding tenha um compromisso com "accountability", ou seja, com uma prova de seus resultados.
Verdade - Em toda religião nascente, encantamento e rigidez sacerdotal são maiores que a compreensão da doutrina.
E você, concorda com o que ele disse?
Bob Greenberg-R/GA: a integração e a interatividade
"Nesta nova era de engajamento, o consumidor assume o controle das mensagens de marketing que eles querem receber, bem como as maneiras como eles se engajam com as marcas...As agências que focam no modelo antigo se tornaram comoditizadas, enquanto as agências que criam experiências transformacionais que mudem o comportamento dos consumidores estão em ascensão."
"Assumimos (nós da R/GA) um novo papel. Costumeiramente, somos chamados para criar novos modelos de negócios e serviços que podem ser entregues por meio de tecnologias digitais, às quais chamamos de plataformas. Uma plataforma nada mais é do que algo que está amparado na tecnologia e que existe através de todo o percurso, independente de uma campanha particular que esteja em veiculação no mercado. O papel destas plataformas é criar um canal de mídia que é de propriedade de nossos clientes..."
"O mais importante é encontrar clientes que acreditem que a publicidade evoluiu e se tornou um lugar onde as agências estão aptas a fornecer um valor real aos clientes. E este valor se torna uma diferencial para eles em seus mercados."
Em tempo de MaxiMidia. Vale ler a entrevista com o Bob Greenberg-R/GA, um dos caras que mais respeito na atualidade.
terça-feira, outubro 04, 2011
Bons argumentos para você investir nesses 3 canais
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