quarta-feira, outubro 05, 2011

Verdades e Mentiras do Branding, pelo Jaime Troiano

No último Fórum HSM Marketing & Customer,Jaime Troiano Presidente do Grupo Troiano, dedicado a gestão de marcas, falou para uma platéia bem diferecionada (pena não poder estar presente) sobre sua visão como se "faz" branding. Revelando Verdades e Mentiras (veja matéria aqui) que vivem com este termo. 
“Hoje somos mais envolvidos por bits que por átomos”
Separei algumas que desmistificam, segundo ele a confusão na significação do termo:

Mentira - Branding alimenta o poder das marcas principalmente fora da organização.
Mentira - As agências de propaganda não deveriam se envolver em Branding.
Mentira - Branding é algo que se resolve, essencialmente, com formulações de design.

Verdade - Branding não é um devaneio “intectualóide”, é algo muito mais importante que filosofia.
Verdade - Políticas de Branding profissionais e eficazes precisam contar com o envolvimento granular de todos os segmentos da organização.
Verdade - Os operadores mais preparados e envolvidos com Branding são os gestores de marketing.
Verdade - É inevitável que Branding tenha um compromisso com "accountability", ou seja, com uma prova de seus resultados.
Verdade - Em toda religião nascente, encantamento e rigidez sacerdotal são maiores que a compreensão da doutrina.

E você, concorda com o que ele disse?

Bob Greenberg-R/GA: a integração e a interatividade

"Nesta nova era de engajamento, o consumidor assume o controle das mensagens de marketing que eles querem receber, bem como as maneiras como eles se engajam com as marcas...As agências que focam no modelo antigo se tornaram comoditizadas, enquanto as agências que criam experiências transformacionais que mudem o comportamento dos consumidores estão em ascensão."
"Assumimos (nós da R/GA) um novo papel. Costumeiramente, somos chamados para criar novos modelos de negócios e serviços que podem ser entregues por meio de tecnologias digitais, às quais chamamos de plataformas. Uma plataforma nada mais é do que algo que está amparado na tecnologia e que existe através de todo o percurso, independente de uma campanha particular que esteja em veiculação no mercado. O papel destas plataformas é criar um canal de mídia que é de propriedade de nossos clientes..."
"O mais importante é encontrar clientes que acreditem que a publicidade evoluiu e se tornou um lugar onde as agências estão aptas a fornecer um valor real aos clientes. E este valor se torna uma diferencial para eles em seus mercados."
Em tempo de MaxiMidia. Vale ler a entrevista com o Bob Greenberg-R/GA, um dos caras que mais respeito na atualidade.

terça-feira, outubro 04, 2011

Bons argumentos para você investir nesses 3 canais

Esse Infografico ajuda a demonstrar para os homens de negócios que se deve sim investir nestes tripé: mobile, social media, e-mail.

Clique na imagem para ampliar

sexta-feira, setembro 30, 2011

MIT Media Lab:Inovações no dia-dia e identidade

Como MIT Media Lab transforma tecnologia em aplicações no dia-dia


Created by: Online PhD

Veja que projeto interessante de identidade gráfica para o MIT Media Lab
MIT Media Lab Identity, 2011 from readyletsgo on Vimeo.

O que podemos aprender com os chocolates?



...Que eles sempre serão os nossos maiores inimigos.
Além disso, 
"A man will never be as good as a whole Cadbury" (Um homem nunca será tão bom quanto um Cadbury inteiro)
Ótimo exemplo de campanha que vende o benefício do produto, o sabor, o lado irresistível do chocolate. 

Client: Cadbury
Agency: Del Campo Saatchi

quinta-feira, setembro 29, 2011

O especialista na era do consumidor engajado

O conhecimento se adapta às exigências do mercado e sociedade para resolver problemas de forma mais estruturada, humana e pessoal. E menos máquina.

Por Paulo Peres

O universo de possibilidades, novas ferramentas e novas especialidades hoje é fascinante. Todas as profissões em muitas especialidades se convergem e se integram. Não basta hoje escolher apenas uma. Hoje você não pode ser mais considerado (apenas) especialista. Saber um pouco de tudo não quer dizer ter que saber de tudo.

Muitas ferramentas hoje estão sendo revisitadas e modernizadas, como o Storytelling. É fascinante termos hoje linhas de condução profissional distintas dentro do mesmo segmento, por diferentes profissionais. Cada um tendente à sua área.

Da mesma forma o branding, onde escritórios de design e consultorias de marca adotam processos e desenvolvimento de sistemas de gerenciamento da relação econômica e emocional com o consumidor. Utilizando-se de uma mesma ferramenta, com "roupagens" próprias.

Como o Design Thinking, que vem sendo cada vez mais revisitado pelos designers e muito pelos homens de negócios, como maneira mais qualitativa e integradora de observar um problema. Consultorias tendem a usar este ferramental de maneira inovadora dentro de processos, produtos, serviços, ambientes, canais etc. Mesma coisa acontece na evolução dos métodos de gerenciamento de tempo e produtividade – saem as listas e entram Scrum, Neotriad etc.

O mais interessante é perceber que a musculatura do conhecimento cresce (ou é adaptada à cada realidade) conforme as exigências do mercado ou da sociedade ocorrem, mas sobretudo na busca da resolução de problemas de forma mais estruturada, humana e pessoal. Menos máquina.

Da mesma forma que no marketing tivemos sua evolução, como descreve Alex Wipperfürth em “Brand Hijacks”: a Era do Marketing, a Era do Aspiracional, a Era do Consumidor Profissional e a Era do Consumidor Engajado – a atual. Todas se unidas retratam bem a evolução do mercado, da sociedade de consumo e da maneira como nos relacionamos com marcas, pessoas, problemas socio-políticos, ambientais.

Por isso, ser especialista hoje é uma maneira de fazer parte deste tempo; mas não basta saber das possibilidades, temos que vivenciá-las junto com os consumidores/pessoas.

A informação está livre e disponível a todos. O importante é respeitar os especialistas e a especialidades. Pode ser natural de nossa época “pôr o bedelho” nos trabalhos alheios devido ao excesso de informação. Contudo, o mais importante é perceber a limitação que temos quando não sabemos de tudo e precisamos de profissionais especializados.

Pensar no problema nem sempre requer que apenas você seja o provedor da solução. Pense no contexto, viva as oportunidades, pondere as novas ferramentas, mas respeite as singularidades de cada nova disciplina que surge hoje. É a “era” do profissional T.

Texto também publicado no [Webinsider]