sexta-feira, setembro 30, 2011

MIT Media Lab:Inovações no dia-dia e identidade

Como MIT Media Lab transforma tecnologia em aplicações no dia-dia


Created by: Online PhD

Veja que projeto interessante de identidade gráfica para o MIT Media Lab
MIT Media Lab Identity, 2011 from readyletsgo on Vimeo.

O que podemos aprender com os chocolates?



...Que eles sempre serão os nossos maiores inimigos.
Além disso, 
"A man will never be as good as a whole Cadbury" (Um homem nunca será tão bom quanto um Cadbury inteiro)
Ótimo exemplo de campanha que vende o benefício do produto, o sabor, o lado irresistível do chocolate. 

Client: Cadbury
Agency: Del Campo Saatchi

quinta-feira, setembro 29, 2011

O especialista na era do consumidor engajado

O conhecimento se adapta às exigências do mercado e sociedade para resolver problemas de forma mais estruturada, humana e pessoal. E menos máquina.

Por Paulo Peres

O universo de possibilidades, novas ferramentas e novas especialidades hoje é fascinante. Todas as profissões em muitas especialidades se convergem e se integram. Não basta hoje escolher apenas uma. Hoje você não pode ser mais considerado (apenas) especialista. Saber um pouco de tudo não quer dizer ter que saber de tudo.

Muitas ferramentas hoje estão sendo revisitadas e modernizadas, como o Storytelling. É fascinante termos hoje linhas de condução profissional distintas dentro do mesmo segmento, por diferentes profissionais. Cada um tendente à sua área.

Da mesma forma o branding, onde escritórios de design e consultorias de marca adotam processos e desenvolvimento de sistemas de gerenciamento da relação econômica e emocional com o consumidor. Utilizando-se de uma mesma ferramenta, com "roupagens" próprias.

Como o Design Thinking, que vem sendo cada vez mais revisitado pelos designers e muito pelos homens de negócios, como maneira mais qualitativa e integradora de observar um problema. Consultorias tendem a usar este ferramental de maneira inovadora dentro de processos, produtos, serviços, ambientes, canais etc. Mesma coisa acontece na evolução dos métodos de gerenciamento de tempo e produtividade – saem as listas e entram Scrum, Neotriad etc.

O mais interessante é perceber que a musculatura do conhecimento cresce (ou é adaptada à cada realidade) conforme as exigências do mercado ou da sociedade ocorrem, mas sobretudo na busca da resolução de problemas de forma mais estruturada, humana e pessoal. Menos máquina.

Da mesma forma que no marketing tivemos sua evolução, como descreve Alex Wipperfürth em “Brand Hijacks”: a Era do Marketing, a Era do Aspiracional, a Era do Consumidor Profissional e a Era do Consumidor Engajado – a atual. Todas se unidas retratam bem a evolução do mercado, da sociedade de consumo e da maneira como nos relacionamos com marcas, pessoas, problemas socio-políticos, ambientais.

Por isso, ser especialista hoje é uma maneira de fazer parte deste tempo; mas não basta saber das possibilidades, temos que vivenciá-las junto com os consumidores/pessoas.

A informação está livre e disponível a todos. O importante é respeitar os especialistas e a especialidades. Pode ser natural de nossa época “pôr o bedelho” nos trabalhos alheios devido ao excesso de informação. Contudo, o mais importante é perceber a limitação que temos quando não sabemos de tudo e precisamos de profissionais especializados.

Pensar no problema nem sempre requer que apenas você seja o provedor da solução. Pense no contexto, viva as oportunidades, pondere as novas ferramentas, mas respeite as singularidades de cada nova disciplina que surge hoje. É a “era” do profissional T.

Texto também publicado no [Webinsider]

O que é estratégia de marca?

quarta-feira, setembro 28, 2011

Oriente em vez de criticar

Pensando soluções sociais através do Design Thinking

Inspirado pelo post anterior sobre Design Thinking, (ou pelo acaso), vi este projeto inspirador que aconteceu em Gana apoiado por empresas como Unilever, e WSUP em parceria com uma Startup, a Uniloo e promovido pela OpenIDEO.


A Uniloo é uma Startup que estava testando o seu modelo de negócio de um toilet portátil, durante 6 meses em comunidades carentes no Gana, como a de Kumasi. Que sofre com sérios problemas de falta de saneamento e outros co-relatos.

A idéia é relativamente simples, utilizando mão-de-obra local treinando-os para educar a população sobre a necessidade de ter banheiros privados e não usar o público como opção (aparentemente a mais usada), uma vez que a situação precária do saneamento pode causar doenças e mal-estar, eles oferecem como serviço uma 'privada-portátil' que é recolhida tempos em tempos e devolvida após.


Utilizando a metodologia da IDEO em um projeto social eles foram para dentro de comunidades em Gana e descobriram que até o ato mais simples como ir ao banheiro pode ser uma tarefa perigosa e que uma atitude simples poderia mudar a vida quem não tinha este tipo de "serviço básico". Não foi um projeto simples, mas a solução, apesar de exigir um pouco de logística devolveu a comunidade um senso de dignidade e saúde.


Conheça mais do projeto
aqui e aqui

Acho realmente inspirador perceber que diante do uso de projeto calcado numa metodologia pode-se ter melhores resultados sociais. 
Os órgãos públicos ou empresas deveriam apoiar causas locais, aos poucos, utilizando quem sabe incubadoras para pensar em soluções para a sociedade.

Será que podemos aplicar este tipo de pensamento dentro de agências de publicidade para nossos clientes?