Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia.
...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
Uma coletânea de insights podem ser pinçados desta entrevista que o Business Man da publicidade, CEO do Grupo WPP (JWT, Ogilvy & Mather, Young & Rubicam) de publicidade, relatou para este projeto do Google. Insights with Sir Martin Sorrell \ Think Quarterly
"I’m in a business where there’s complete anarchy. You can’t control it – you can only react to it. The control that people traditionally had over their message is gone."
“People used to say that information is power but that’s no longer the case. It’s analysis of the data, use of the data, digging into it – that is the power. You get so much of the stuff and everyone has access to it.”- Sir Martin Sorrell
Ação muito bacana para promover uma adega argentina, a Navarro Correas, que produz vinhos de forma artesanal, e que quer promover seus vinhos produzidos com um toque especial de arte.
Interessante solução. Une a tecnologia, com algo aparentemente 'primitivo' que é a produção de vinho.
Aqui um breve video de algo que sempre acreditei: "Todos somos criativos.", que "Todos podemos desenvolver nossas habilidades, basta treino." Daniel Pink é um dos autores mais interessantes de se conhecer da atualidade. Autor de Drive (título muito mal traduzido para o português como "Motivação 3.0"). Recomendo conhecê-lo.
Uma habilidade só se desenvolve com treino e boa orientação. Coisa que me lembra um video do Ken Robinson (post antigo), sobre a maneira de se ensinar deveria ser mudada para melhores resultados acontecerem.
Sempre achei que ver as coisas pela ótica do digital era uma maneira importante de perceber como esta ferramenta pode ser útil na integração (ou convergência) e solução dos problemas do cliente.
Neste video o @renedepaula dá uma cutucada em muita gente, mas levanta de forma provocativa que nem sempre ser inovador passa pelo digital. Nem sempre você pensar em inovação é ter que fazer campanhas, linguagens novas, social media, mas sim incorporar (e convergir) ferramentas, juntamente, com outras sejam on ou off (que saco essa separação hein?!) a fim de resolver problemas. Já dizia Gareth Kay: "We are solve problems." Isso independe do que tenhamos que usar e chamar possíveis parceiros.
São diversas questões que eu levanto aqui. Essas que passam por cases como Hyundai Insurance, Twelp Force, Nike Plus, Livraria Cultura, até mesmo o mais recente da Magazine Luiza. Alguns que eu me lembro.
Por isso acredito tanto no Brand Utility como forma de levar relevância e qualidade nas relações com o consumidor e o negócio do cliente, que amplia o poder da propaganda e principalmente da marca.
Isto, como o Rene falou, passa também pelo UX (User Experience) do cliente por aquele problema, por aquela situação, loja, ambiente. Entender este lado é perceber que nem sempre a solução inovadora que você procura pode passar pelo digital, mas passa pela forma de se observar o problema e adicionar ou não o digital como ferramenta adequada para aquele problema. (Mas claro hoje em dia é quase impossível não inserí-la.)
Todos estes, exemplos são importante para entendermos que fazer comunicação hoje deve sair puramente do formatos de mercado e incorporar outros elementos. Claro que sei que deve ser difícil sempre convencer o cliente que quer resolver o problema logo e reduzir ainda mais o time-to-market para se ganhar market-share ou bater metas trimestrais. (Clientes, dêem tempo para se fazerem análises mais profundas!) Do outro lado, agências cada vez com menor tempo para desenvolver projetos de estudo do cliente, e diluem em diversas ações pontuais ao longo do ano para tentar resolver o problema (quando se há tempo para descobri-lo).
Por isso, que termos disciplinas como UX, Design Thinking, Service Design, metodologias de produtividade e gestão de projetos ganham espaço em escritórios de design e consultorias especializadas. Como o mobile integrando-se com diversas plataformas de operações em logística.
Em contra-partida existe uma corrente muito reforçado por cabeças americanas e européias que promovem que agências se comportem cada vez mais como startups e modificando seu modelo de negócio.
Vale conferir o video e abrir a mente. Mesmo que seja apenas uma pura provocação à você marketeiro ou publicitário.
Deixo aqui vários posts que escrevi sobre inovação -
Planejamento e Inovação em agências de publicidade aqui
Que tal ser um polinizador (IDEO - Tom Kelley) aqui
Isso sim é um comercial disruptivo. Te prende no início e depois te causa a estranheza. Será lembrado? Certamente. Passará a mensagem? Certamente. A não ser para os mais puristas, nos 20s iniciais. O comercial/viral informativo é da JWT Londres, para a Male Cancer, para alertar sobre o câncer de testículo. Direcionado a pessoas de 18 a 35 anos.