"Embora as empresas criem identidades de marca, as pessoas criam o significado da marca." Mark Batey, autor do O Significado da Marca
Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
quarta-feira, agosto 31, 2011
Frase do dia: Mark Batey
segunda-feira, agosto 29, 2011
Inovar e ser criativo começa pela sua atitude
Um video que reúne algumas sugestões de ações que podem ser feitas para melhorar a criatividade no ambiente de trabalho (e na vida).
Isso me lembra um pouco um livro que estou começando a ler (ainda no início): Disciplined Dreaming do Josh Linkner (ePrize). Uma agência promoções digitais e foi listada como uma das 500 empresas mais inovadoras dos EUA. Ele foi um cara que pensou:
"Todo profissional de marketing ou todo homem de negócios cria métodos para tudo que faz. Por que não criar um método para a criatividade?"
Ainda estou no início, mas vem me chamando a atenção. A idéia que ele quer mostrar é que podemos criar métodos no dia-dia para nos mantermos: rápidos, fluídos e criativos.
Ao longo do livro ele vai passando diversas dicas que podem ser úteis para o dia-dia:
- Qual a porcentagem de tempo que eu gasto criando algo novo, em oposição ao trabalho operacional que você desenvolve? Será que você nao está apenas protegendo o passado?
- Liste 5 maneiras que você pode acabar com os competidores. Como você faria? Liste!
- Se você fosse entrar em no seu mecado como uma startup, quais barreiras você romperia?
- Quais elementos (ou estratégias) do passado você se agarra? Será que não é hora de revê-las?
- Liste 5 meio de sua empresa estagnar. Para cada uma dê duas idéias para sair a estagnação.
Deixo uma última frase dele:
A única vantagem competitiva sustentável, para indivíduos e companhias, é a criatividade.
Branding: a marca no contexto digital
Dias atrás tive o prazer de dar uma palestra na turma de Pós-Graduação em Planejamento Estratégico, na UnP (Universidade Potiguar), sobre Branding: Marca no Contexto digital. Foi desafiador e gostoso.
Recepção boa. Turma atenta e acredito que pude levar um pouco do que penso sobre Branding, no contexto digital.
Tivemos também a participação do José Junior do Diretor de Criação da Rits Comunicação e Tecnologia (agência digital), para comentar sua percepção do digital no mercado local.
Espero que gostem.
Qualquer dúvida ou comentário ou objeção é só me escrever (paulocomunica@gmail.com) ou comentar aí embaixo.
Recepção boa. Turma atenta e acredito que pude levar um pouco do que penso sobre Branding, no contexto digital.
Tivemos também a participação do José Junior do Diretor de Criação da Rits Comunicação e Tecnologia (agência digital), para comentar sua percepção do digital no mercado local.
Espero que gostem.
Qualquer dúvida ou comentário ou objeção é só me escrever (paulocomunica@gmail.com) ou comentar aí embaixo.
terça-feira, agosto 23, 2011
segunda-feira, agosto 22, 2011
Experiência é um presente
Sua empresa tem lembranças de bons atendimentos? Têm histórias para contar sobre quem você é, ou sobre alguma atitude que ajudou ou emocionou pessoas? Sua empresa têm histórias de como um funcionário tomou uma iniciativa 'fora do padrão' que mudou, mesmo que apenas uma pessoa, apenas em um dia só?
Se não, avalie e pergunte a quem está na linha de frente, como eles fariam diferente. Mas antes disso, mostre que ele é importante para o processo de entrega. Dê uma causa!
Experiência por si só já é importante e quando você fornece uma experiência com valor, você é (ainda mais) lembrado. Você é recomendado pelo coração, não pela cabeça.
Experiência por si só já é importante e quando você fornece uma experiência com valor, você é (ainda mais) lembrado. Você é recomendado pelo coração, não pela cabeça.
Os videos acima, são um exemplo de como fornecer um atendimento ou uma obra de arte, resulta em você propor uma experiência única. Assim, como um artista, você produz uma emoção momentânea. Um 'quase artista.' Artista não no sentido de 'produzir arte', mas de produzir algo que tem o intuito de mudar (seja produto, atendimento, serviço, pdv); sair do padrão. Independente de sua profissão.
Deixo aqui um trecho de uma passagem do livro "A Estratégia Starbucks" que conta como uma atitude (leia-se autonomia) pode mudar, mesmo que apenas, um dia a vida de um cliente:
Era sábado quando chegou uma mulher que estava emocionalmente em ruínas. Era sua primeira visita e o nosso menu pode ser um pouco intimidante, então ela pediu café simples. Perguntamos se ela tinha certeza, se não preferia experimentar mais nada, ela explicou que estava confusa e arrasada, e parecia que ia chorar. Nesse meio-tempo, mandamos alguém preparar um Toffee Nut Latte (Expresso com leite vaporizado, calda de nozes e caramelo com chantili), por que quem não gosta de um? Nós dissemos: esqueça o café simples, fizemos este Toffee Nut Latte pra você experimentar, hoje é por conta da casa. Ela ficou emocionada, foi embora e não pensamos muito no assunto, a não ser pela nossa felicidade em tê-la ajudado.
Alguns dias depois, recebemos flores em agradecimento por “ter salvado a vida dela”. A carta explicava que ela estava num dia péssimo. Depois de ter passado em nossa loja, ela se sentiu reconfortada, conseguiu administrar seus problemas e até ajudar outra pessoa a se sentir melhor. Hoje ela é uma das nossas clientes habituais.
Alguns dias depois, recebemos flores em agradecimento por “ter salvado a vida dela”. A carta explicava que ela estava num dia péssimo. Depois de ter passado em nossa loja, ela se sentiu reconfortada, conseguiu administrar seus problemas e até ajudar outra pessoa a se sentir melhor. Hoje ela é uma das nossas clientes habituais.
Moral da história: A barista Angela e seus colegas tomaram a iniciativa de criar uma experiência muito além do que o cliente esperava. Ser autêntico e agir como se a empresa fosse sua. Mas, claro, a empresa tem que dar essa liberdade aos funcionários. E sabemos que isso é tão raro de ver quanto Papai Poel sem barba.
***Extraído do livro A Estratégia Starbucks***
Fonte: Blog do meu amigo - www.pequenoguru.com.br - aqui
terça-feira, agosto 16, 2011
A vida e o poder aprender com nossos clientes
A busca pela essência de uma empresa - e até de uma pessoa, é uma busca extremamente complicada e ate mesmo dolorosa. Em alguns casos demora-se anos ou gerações para se descobrir "Quem realmente você é e qual o seu propósito de vida (da sua empresa existir)."
Perceber quem você é no mundo de hoje está cada vez mais difícil e como digo as vezes, embaçado. Porque o dia-dia nos retira a auto-reflexao. É trabalho que você leva para casa, é o tempo que você não tem com sua namorada/esposa/família. É aquele tempo que você gostaria de ter para um lazer ou uma atividade física ou ate mesmo aquele tempo que você gostaria para um projeto paralelo. O trabalho nos consome a reflexão dos detalhes e são os momentos de exílio ou de estar fora destes ambientes que ajuda a gente pensar no sentido da vida, nas ferias, no que fará o final de semana, enfim, em pequenas (ou grandes) metas da sua vida.
O importante dizer é que quando você tem um bom ambiente de trabalho, saudável, com pessoas prestativas, e um ambiente que a informação compartilhada. Esses pensamentos fluem de forma mais natural e espontânea, desafogando um pouco o stress. Sem dúvida que o contexto influencia a velocidade da sua mente, e o conteúdo processado ganha conexões de acordo com o local.
Venho lendo cada vez mais sobre empresas que procuram "entregar felicidade", entregar resultados sustentados por uma trabalho a 8 mãos: da empresa, do empregado, do consumidor e da comunidade. Não é fácil porque existe sempre cobrança por resultados que unam o share of market, mas também o share of heart.
Tony Hsieh, CEO da Zappos (autor de Satisfação Garantida - altamente recomendável) empresa que se tornou conhecida por criar métodos internos de valorizar, reconhecimento e geração de resultado via uma melhor relação empresa-funcionário, disponibilizando até o seu Book Culture - que recomendo muito a leitura. É um bom exemplo de como a preocupação primeira com a "casa" para depois com o cliente é importante. Que inserem uma cultura 'humana' e no ambiente toma outros ares.
Existem outros exemplos como do Santander, pelas mãos do Fabio Barbosa, da Osklen, pelo Oskar. A Jonhson & Jonhson. A cadeia de hotéis Marriot. Enfim, diversos casos de empresas que tem culturas que nos fazem perceber como membros maiores de uma causa.
Agência (ou em alguma empresa)
Quando se trabalha em uma agencia de publicidade você lida com todo tipo de pessoa (de verdade), desde daquele que faz questão de te prejudicar, até o cara que não bate bem dos pinos, (isso lembrou algo?) independente disso, no ambiente impera geralmente é criatividade e produtividade.
Teimo em dizer: "Agencia teima em não querer ser empresa." Onde eu quero chegar? De que nós damos sangue, e as vezes temos que buscar respostas para nossas buscas dentro de nós, nossas atuações, ou as vezes em referenciais externos mais sitantes - fora do trabalho. Porque muitas vezes a agencia (empresa) não presa ou não tem um posicionamento de valor ou muito menos não a pratica há anos.
Ou seja, vendemos sonhos, planejamentos sensacionais, quando muitas vezes na nossa casa não existem bons exemplos. Por isso somos guerreiros. Somos apaixonados mesmo. Servindo isso não apenas à publicidade, mas a qualquer segmento, ou fornecedor. A pior coisa é saber que você está ali apenas temos que pagar as contas. Cadê sua causa? Cadê o seu propósito?
Não quero generalizar aqui. Nem fazer mimimi. Não tenho tanta experiência em agencias para determinar nada, apenas quero levantar a reflexão sobre como algumas empresas (agências ou não) são geridas, mas é o que observo pelo mercado, aqui em Natal e com alguns amigos em São Paulo.
É uma simples observação que faço: Será que podemos aprender com o anunciante? Por que nossas agencias procuram entregar o que as vezes internamente não praticam? O que falta?
fonte:
http://underconstructed.tumblr.com
ffffound.com
Assinar:
Postagens (Atom)



