Dias atrás tive o prazer de dar uma palestra na turma de Pós-Graduação em Planejamento Estratégico, na UnP (Universidade Potiguar), sobre Branding: Marca no Contexto digital. Foi desafiador e gostoso.
Recepção boa. Turma atenta e acredito que pude levar um pouco do que penso sobre Branding, no contexto digital.
Tivemos também a participação do José Junior do Diretor de Criação da Rits Comunicação e Tecnologia (agência digital), para comentar sua percepção do digital no mercado local.
Espero que gostem.
Qualquer dúvida ou comentário ou objeção é só me escrever (paulocomunica@gmail.com) ou comentar aí embaixo.
Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
segunda-feira, agosto 29, 2011
terça-feira, agosto 23, 2011
segunda-feira, agosto 22, 2011
Experiência é um presente
Sua empresa tem lembranças de bons atendimentos? Têm histórias para contar sobre quem você é, ou sobre alguma atitude que ajudou ou emocionou pessoas? Sua empresa têm histórias de como um funcionário tomou uma iniciativa 'fora do padrão' que mudou, mesmo que apenas uma pessoa, apenas em um dia só?
Se não, avalie e pergunte a quem está na linha de frente, como eles fariam diferente. Mas antes disso, mostre que ele é importante para o processo de entrega. Dê uma causa!
Experiência por si só já é importante e quando você fornece uma experiência com valor, você é (ainda mais) lembrado. Você é recomendado pelo coração, não pela cabeça.
Experiência por si só já é importante e quando você fornece uma experiência com valor, você é (ainda mais) lembrado. Você é recomendado pelo coração, não pela cabeça.
Os videos acima, são um exemplo de como fornecer um atendimento ou uma obra de arte, resulta em você propor uma experiência única. Assim, como um artista, você produz uma emoção momentânea. Um 'quase artista.' Artista não no sentido de 'produzir arte', mas de produzir algo que tem o intuito de mudar (seja produto, atendimento, serviço, pdv); sair do padrão. Independente de sua profissão.
Deixo aqui um trecho de uma passagem do livro "A Estratégia Starbucks" que conta como uma atitude (leia-se autonomia) pode mudar, mesmo que apenas, um dia a vida de um cliente:
Era sábado quando chegou uma mulher que estava emocionalmente em ruínas. Era sua primeira visita e o nosso menu pode ser um pouco intimidante, então ela pediu café simples. Perguntamos se ela tinha certeza, se não preferia experimentar mais nada, ela explicou que estava confusa e arrasada, e parecia que ia chorar. Nesse meio-tempo, mandamos alguém preparar um Toffee Nut Latte (Expresso com leite vaporizado, calda de nozes e caramelo com chantili), por que quem não gosta de um? Nós dissemos: esqueça o café simples, fizemos este Toffee Nut Latte pra você experimentar, hoje é por conta da casa. Ela ficou emocionada, foi embora e não pensamos muito no assunto, a não ser pela nossa felicidade em tê-la ajudado.
Alguns dias depois, recebemos flores em agradecimento por “ter salvado a vida dela”. A carta explicava que ela estava num dia péssimo. Depois de ter passado em nossa loja, ela se sentiu reconfortada, conseguiu administrar seus problemas e até ajudar outra pessoa a se sentir melhor. Hoje ela é uma das nossas clientes habituais.
Alguns dias depois, recebemos flores em agradecimento por “ter salvado a vida dela”. A carta explicava que ela estava num dia péssimo. Depois de ter passado em nossa loja, ela se sentiu reconfortada, conseguiu administrar seus problemas e até ajudar outra pessoa a se sentir melhor. Hoje ela é uma das nossas clientes habituais.
Moral da história: A barista Angela e seus colegas tomaram a iniciativa de criar uma experiência muito além do que o cliente esperava. Ser autêntico e agir como se a empresa fosse sua. Mas, claro, a empresa tem que dar essa liberdade aos funcionários. E sabemos que isso é tão raro de ver quanto Papai Poel sem barba.
***Extraído do livro A Estratégia Starbucks***
Fonte: Blog do meu amigo - www.pequenoguru.com.br - aqui
terça-feira, agosto 16, 2011
A vida e o poder aprender com nossos clientes
A busca pela essência de uma empresa - e até de uma pessoa, é uma busca extremamente complicada e ate mesmo dolorosa. Em alguns casos demora-se anos ou gerações para se descobrir "Quem realmente você é e qual o seu propósito de vida (da sua empresa existir)."
Perceber quem você é no mundo de hoje está cada vez mais difícil e como digo as vezes, embaçado. Porque o dia-dia nos retira a auto-reflexao. É trabalho que você leva para casa, é o tempo que você não tem com sua namorada/esposa/família. É aquele tempo que você gostaria de ter para um lazer ou uma atividade física ou ate mesmo aquele tempo que você gostaria para um projeto paralelo. O trabalho nos consome a reflexão dos detalhes e são os momentos de exílio ou de estar fora destes ambientes que ajuda a gente pensar no sentido da vida, nas ferias, no que fará o final de semana, enfim, em pequenas (ou grandes) metas da sua vida.
O importante dizer é que quando você tem um bom ambiente de trabalho, saudável, com pessoas prestativas, e um ambiente que a informação compartilhada. Esses pensamentos fluem de forma mais natural e espontânea, desafogando um pouco o stress. Sem dúvida que o contexto influencia a velocidade da sua mente, e o conteúdo processado ganha conexões de acordo com o local.
Venho lendo cada vez mais sobre empresas que procuram "entregar felicidade", entregar resultados sustentados por uma trabalho a 8 mãos: da empresa, do empregado, do consumidor e da comunidade. Não é fácil porque existe sempre cobrança por resultados que unam o share of market, mas também o share of heart.
Tony Hsieh, CEO da Zappos (autor de Satisfação Garantida - altamente recomendável) empresa que se tornou conhecida por criar métodos internos de valorizar, reconhecimento e geração de resultado via uma melhor relação empresa-funcionário, disponibilizando até o seu Book Culture - que recomendo muito a leitura. É um bom exemplo de como a preocupação primeira com a "casa" para depois com o cliente é importante. Que inserem uma cultura 'humana' e no ambiente toma outros ares.
Existem outros exemplos como do Santander, pelas mãos do Fabio Barbosa, da Osklen, pelo Oskar. A Jonhson & Jonhson. A cadeia de hotéis Marriot. Enfim, diversos casos de empresas que tem culturas que nos fazem perceber como membros maiores de uma causa.
Agência (ou em alguma empresa)
Quando se trabalha em uma agencia de publicidade você lida com todo tipo de pessoa (de verdade), desde daquele que faz questão de te prejudicar, até o cara que não bate bem dos pinos, (isso lembrou algo?) independente disso, no ambiente impera geralmente é criatividade e produtividade.
Teimo em dizer: "Agencia teima em não querer ser empresa." Onde eu quero chegar? De que nós damos sangue, e as vezes temos que buscar respostas para nossas buscas dentro de nós, nossas atuações, ou as vezes em referenciais externos mais sitantes - fora do trabalho. Porque muitas vezes a agencia (empresa) não presa ou não tem um posicionamento de valor ou muito menos não a pratica há anos.
Ou seja, vendemos sonhos, planejamentos sensacionais, quando muitas vezes na nossa casa não existem bons exemplos. Por isso somos guerreiros. Somos apaixonados mesmo. Servindo isso não apenas à publicidade, mas a qualquer segmento, ou fornecedor. A pior coisa é saber que você está ali apenas temos que pagar as contas. Cadê sua causa? Cadê o seu propósito?
Não quero generalizar aqui. Nem fazer mimimi. Não tenho tanta experiência em agencias para determinar nada, apenas quero levantar a reflexão sobre como algumas empresas (agências ou não) são geridas, mas é o que observo pelo mercado, aqui em Natal e com alguns amigos em São Paulo.
É uma simples observação que faço: Será que podemos aprender com o anunciante? Por que nossas agencias procuram entregar o que as vezes internamente não praticam? O que falta?
fonte:
http://underconstructed.tumblr.com
ffffound.com
O poder invisível, mas sensível da internet
Você desejaria o bem para uma pessoa que você nunca viu na vida?
Vou refazer a pergunta: Você desejaria o bem para uma pessoa que você nunca viu, mas você segue-a no Twitter?
Bem, mas você desejaria ao vivo?
Essa pergunta eu me fiz depois de dois episódios que aconteceram comigo. O primeiro foi há uns 3 meses, Natal passava por um grave momento chuvas intensas de vários dias quase que ininterruptamente, na capital. E isso fez aparecer vários pontos de alagamento na cidade. Certo dia varias casas em um vários bairros foram inundadas subitamente. Uma enchente invadindo várias casas em vários bairros depois de uma noite longa de chuva.
Curiosamente algumas pessoas twittavam muito durante a chuva e uma pessoa que sigo retuitou mensagens de outra que havia sido atingida pelas chuva, em desespero depois de ver sua casa sendo inundada. Vi a RT, e me sensibilizei com a pessoa que foi prejudicada. Enviei várias mensagens de incentivo, prestando-me a qualquer ajuda.
O momento foi emocionante. Ela me agradeceu e recebeu diversas mensagens de incentivo de várias pessoas e aos poucos a água baixou. Voltando ao normal, apesar das perdas momentâneas.
Ontem, me deparei novamente fazendo o mesmo ato.
Sigo diversas pessoas no Twitter, e me sensibilizei com o que ocorreu à Ana Carolina Rocha, a @tchulimtchulim. (ela foi atropelada brutalmente por um onibus em SP) E sem nem conhecer, muito menos ter trocado sequer mensagem com, deseje-a: força e melhoras.
Fiquei pensamento no poder das redes sociais neste momento na capacidade de aproximar e oferecer oportunas expressões de solidariedade à pessoas em momentos difíceis. Como também na vontade destas em comentar algo tão particular com amigos ou conhecidos na rede. (coisa que seria bem diferente no G+ com seus círculos)
Pode parecer piegas, mas passar uma simples mensagem pode fazer grande diferença às pessoas, mesmo que sejam curtas e simples. Não espero nada, apenas quis manifestar algo que me fez refletir sobre como o ser humano pode oferecer e ajudar (existe uma campanha de doação de sangue à Ana Carolina rolando pelo Twitter) pessoas, que procuram (ou não) de ajuda.
Levanto aqui o poder invisível que a internet pode oferecer às pessoas, como o Crowdsourcing, como também o Crowdfunding como mecanismos sociais de ajuda e trabalho social. É invisível, mas pode ser sentido.
Faço aqui a pergunta inicial do post: Você desejaria o bem para uma pessoa que você nunca viu na vida, ao vivo?
Acho difícil, infelizmente. Você certamente pensaria que poderia estar invadindo a privacidade da outra pessoa. Ao mesmo tempo que a internet aproxima, ela nos esconde, blinda ou "faz o trabalho" de não nos fazermos presente. Essa é a maravilha e a desgraça da internet.
O real é importante, mas o digital também se tornou. Não há vida na internet, mas nós precisamos dessas expressões da vida para nos alimentarmos.(assim como a arte)
Deixo aqui um projeto muito bacana que vale a lembrança:
Doe Palavras from RC Comunicação on Vimeo.
Vou refazer a pergunta: Você desejaria o bem para uma pessoa que você nunca viu, mas você segue-a no Twitter?
Bem, mas você desejaria ao vivo?
Essa pergunta eu me fiz depois de dois episódios que aconteceram comigo. O primeiro foi há uns 3 meses, Natal passava por um grave momento chuvas intensas de vários dias quase que ininterruptamente, na capital. E isso fez aparecer vários pontos de alagamento na cidade. Certo dia varias casas em um vários bairros foram inundadas subitamente. Uma enchente invadindo várias casas em vários bairros depois de uma noite longa de chuva.
Curiosamente algumas pessoas twittavam muito durante a chuva e uma pessoa que sigo retuitou mensagens de outra que havia sido atingida pelas chuva, em desespero depois de ver sua casa sendo inundada. Vi a RT, e me sensibilizei com a pessoa que foi prejudicada. Enviei várias mensagens de incentivo, prestando-me a qualquer ajuda.
O momento foi emocionante. Ela me agradeceu e recebeu diversas mensagens de incentivo de várias pessoas e aos poucos a água baixou. Voltando ao normal, apesar das perdas momentâneas.
Ontem, me deparei novamente fazendo o mesmo ato.
Sigo diversas pessoas no Twitter, e me sensibilizei com o que ocorreu à Ana Carolina Rocha, a @tchulimtchulim. (ela foi atropelada brutalmente por um onibus em SP) E sem nem conhecer, muito menos ter trocado sequer mensagem com, deseje-a: força e melhoras.
Fiquei pensamento no poder das redes sociais neste momento na capacidade de aproximar e oferecer oportunas expressões de solidariedade à pessoas em momentos difíceis. Como também na vontade destas em comentar algo tão particular com amigos ou conhecidos na rede. (coisa que seria bem diferente no G+ com seus círculos)
Pode parecer piegas, mas passar uma simples mensagem pode fazer grande diferença às pessoas, mesmo que sejam curtas e simples. Não espero nada, apenas quis manifestar algo que me fez refletir sobre como o ser humano pode oferecer e ajudar (existe uma campanha de doação de sangue à Ana Carolina rolando pelo Twitter) pessoas, que procuram (ou não) de ajuda.
Levanto aqui o poder invisível que a internet pode oferecer às pessoas, como o Crowdsourcing, como também o Crowdfunding como mecanismos sociais de ajuda e trabalho social. É invisível, mas pode ser sentido.
Faço aqui a pergunta inicial do post: Você desejaria o bem para uma pessoa que você nunca viu na vida, ao vivo?
Acho difícil, infelizmente. Você certamente pensaria que poderia estar invadindo a privacidade da outra pessoa. Ao mesmo tempo que a internet aproxima, ela nos esconde, blinda ou "faz o trabalho" de não nos fazermos presente. Essa é a maravilha e a desgraça da internet.
O real é importante, mas o digital também se tornou. Não há vida na internet, mas nós precisamos dessas expressões da vida para nos alimentarmos.(assim como a arte)
Deixo aqui um projeto muito bacana que vale a lembrança:
Doe Palavras from RC Comunicação on Vimeo.
domingo, agosto 14, 2011
Zigmunt Bauman - Fronteiras do Pensamento
Assista aqui um dos maiores sociólogos e pensadores do mundo, o polonês Zigmunt Baumam, para o Froteiras do Pensamento. Ele é uma pessoa que você deve destinar 30 minutos do seu precioso tempo para ouvi-lo falar sobre as mudanças da nossa era pós-industrial. Entender sua visão é se reconhecer como parte de uma sociedade em transformação ininterrupta. Uma descoberta que conheci através da @marianarrpp
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