quinta-feira, julho 07, 2011

Por isso que eu faço propaganda



Filme para a H20H!. Da BBDO/Argentina que ganhou Ouro em Cannes este ano.
Já tinha visto há alguns meses, mas resolvi postar de tão bom que é.
Ver isso dá orgulho de fazer propaganda.

Como este aqui para a KFC, dirigido pelo diretor famoso Erik Van Wyk.
Criação da Ogilvyda JHB - África do Sul

Bom atendimento já existia antes das Mídias Sociais

Relendo especificamente o capítulo 5 - Satisfação, Valor e Fidelidade do Cliente, do livro dourado do Marketing, Administração de Marketing, do famoso Philip Kotler, me deparei com dicas chamadas "Como lidar com reclamações".

Foram escritas por ele em 1999, sobre táticas para evitar saída de clientes da sua empresa e melhorar o atendimento aos cliente, utilizando canais daquela época.

São elas:
1 - Implementar uma linha direta, gratuita e 24hs (e-mail, tel, fax) para receber e resolver problemas;
2 - Contatar o cliente insatisfeito o mais rápido possível;
3 - Assumir a responsabilidade pela insatisfação do cliente;
4 - Escolher pessoas sociáveis para o atendimento - contratação;
5 - Proporcionar uma solução rápida e satisfatória para a reclamação.

Fico pensando que ela continuam totalmente atuais, (aliás precisam), mas adicionam que são dicas totalmente aplicáveis ao Twitter principalmente.

Relato
Digo pois sábado - acho que um dos dias da semana que mais se vai ao cinema, tive a ideia de assistir (eu e a turma do Flamengo inteira) Transformers 3. Lançamento. Sensação do momento. Pois bem, queria ir numa sessão mais tarde, mas como sei que estaria também lotada, pensei: vou comprar o ingresso pela internet.  Pago R$ 2,55 pela taxa de conveniência, mas asseguro minha poltrona. 

Qual foi minha surpresa? Tive muita dificuldade.

Tentei comprar pelo cel, não deu certo. Fui para o Site da Cinemark que me direcionou ao do Ingresso.com.br.

O problema é que o Ingresso.com.br não mostra claramente informações para, clientes com ClaroClube, como podem comprar antecipadamente o ingresso. Já que no processo de compra precisa-se de um código de identificação da Carteira de Estudante e não há distinção nem campo para clientes ClaroClube. Desisti. Com medo de não dar certo e perder o meu dinheiro e o sábado caso desse erro no guichê. Fui enfrentar a fila.

Resumo. Arrisquei, entrei numa mega-fila, mas assisti o filme


Ilustrei o caso para exemplificar que até hoje espero a resposta da Ingresso.com.br sobre como devo comprar on line. Não obtive resposta e infelizmente a Ingresso.com perdeu alguns pontos comigo. (perdoem-me o erro de digitação. foi a pressa de comprar o ingresso)



Acredito que existam pessoas que tenham dúvidas no final de semana. Não seria bom se tivesse ao menos, uma pessoa para responder? Ou se tivessem me respondido (isso aconteceu dia 2 de Julho) seria ótimo. Enquanto isso...aguardo uma resposta. Ah, detalhe eu enviei e-mail e liguei. Mas não obtive resposta.

terça-feira, julho 05, 2011

Importância e crescimento do Inbound Marketing

Inbound Marketing (Inbound marketing is a style of marketing that focuses on getting found by customers.) é um termo que surgiu de uma percepção de quanto mais (e melhor trabalhados os) canais e conteúdos interessantes - fora o relacionamento, mais audiência e relevância você terá e poderá oferecer aos seus leitores. Atraindo-os. Ou seja, "cuidar da sua entrega" e "cuidar da sua imagem" ajudam a 'atrair' a audiência. (Além das questões de SEO etc.)

A MDG Advertising reuniu em um infográfico dados da Hubspot e da eMarketer, sobre o crescimento do uso de mídias e a redução do custo operacional, fazendo um paralelo com o uso do Outbound Marketing para "trazer" a audiência. Ou seja, não basta criar um video bacaninha, ou "ser notícia", é importante que aja uma adequação com os canais e uma orquestração deles.

Vamos ao infográfico que pode esclarecer melhor.

segunda-feira, julho 04, 2011

Social Media Day - Minha palestra: Branding e minhas impressões

Estive no Social Media Day, edição Natal falando sobre Branding. Foram 4 profissionais, incluindo eu, falando 15/20 minutos sobre cada tema: Planejamento em mídias Sociais, Monitoramento, Branding e Atendimento/Varejo. Acompanhado de feras como: Glebe Duarte, Teles Jr e Fred Alecrim

Fiquei muito satisfeito com a interação e participação do publico durante o evento. Percebe-se como em outras edições no Brasil, uma vontade de entender mais sobre a ferramenta e questões relacionadas.

Acredito que foi bem enriquecedor para todos. Varias questões foram levantadas desde da relação das mídias sociais com agencias de comunicação, a evolução da ferramenta no mercado local, a preocupação com a geração de conteúdo, estratégias de atendimento e a relação com as marcas e a mídias sociais.

Como em outras cidades, a importância do estudo desta relação das mídias sociais provoca cada vez mais atenção. No entanto, é o que sempre repito: "Mídias Sociais é apenas uma ferramenta (muito boa), que faz parte de um planejamento estratégico da empresa. Portanto, pensemos nela com parcimônia e interesse mais estratégico do que funcional."

Minha palestra foi sobre Branding. Tive o intuito maior de passar um conceito, uma reflexão, menos pratica e mais teórica. A idéia foi provocar uma percepção melhor sobre como podemos entender sobre marcas, gerenciamento e linguagem. O objetivo foi levar a reflexão da importância do Branding, além do Social Media. Sendo as Mídias Sociais ferramentas também, de Branding e de Estratégia.

Deixo aqui abaixo a palestra e dois vídeos que apresentei. Espero que gostem e falem-me seus comentários:


E os videos que apresentei:

 

domingo, junho 26, 2011

O importante é a qualidade da mensagem na comunicação

Venho refletindo muito sobre a qualidade da comunicação. Sempre acreditei que existe uma grande diferença no impacto que campanhas têm diante do conceito/mote de uma campanha e o consumidor. Óbvio? Claro. Mas sobretudo a execução de uma estratégia é muito complicada quando não se imerge no que realmente é o significado da marca do cliente.

Ser superficial é fácil. Ser uma campanha-commodittie é fácil. Pode vender? Pode. Vende? Vende, mas será que fará diferença, além de puramente se diferenciar pelo lado da linguagem criativa, para o consumidor?

Diante destes questionamentos eu me lembro de um foco que os irmãos Dan e Chip Health (eu sei, novamente rs) fazem sobre a efetividade de um comercial. Eles dizem que "as pessoas são mehor impactadas quando as campanhas se utilizam de apelos como: identidade, associações ou interesse pessoal. É uma maneira simplista de dar caminhos de efetividade de uma campanha. Porém, não é só isso.

Ser criativo hoje é um desafio e tanto. As pessoas estão mais desacreditadas, não com a publicidade, mas com o excesso de informação, causando o "Ah, lá vem mais uma propaganda...", "Eles só querem me vender...".

Nosso desempenho em Cannes, não sei se pode refletir nosso momento atual de "falta de criatividade". Uns dizem que por estarmos numa "bonanza" (ou aparentarmos estar), isso permitiu os anunciantes exigirem "menos" das agências, diante da situação favorável da economia.

Acho que não passamos por crise alguma. Estamos há uns 3 anos, passando por um momento de transição, e aprendendo com o cenário externo ainda. Aumento de consumo das classes desacreditadas no passado, o acesso ao crédito e a favorabilidade econômica vindas com o Governo Lula. Além disso, o crescimento do acesso a teconologia e consequentemente ítens indispensaveis hoje numa estratégia: social media. Foi tudo de uma vez só. Acredito que ainda estamos deglutindo a ideia disso tudo e encontrando soluções mais criativas e menos operacionais. Apesar de já haver ótimas ações realizadas.

Contudo, toda esta mudança de variáveis nos deixa loucos e talvez afete-nos no lado criativo (ou não). Talvez nós publicitários, também soframos de um excesso de informação, que embaçe de sermos (mais) criativos, ou mais estratégicos ou até mesmo mais sensíveis. Talvez também tenhamos que fazer uma necessitando de "dieta da informação".

Posso estar sendo negativista ou blazèe, mas vejo poucas ações que realmente me encantam. Até mesmo filmes. E neste campo, como o de branding, é cada vez mais imprescindível criar campanhas que foquem em aspectos das pessoas, do seu dia-dia: "As pessoas são feitas de estímulos...".

Diante disso, entrar no dia-dia das pessoas se torna um graal que quando contado de forma encantadora nos dá ótimos retornos. Destaco aqui duas peças que tocam sobre a união de mensagens com as pessoas e com as marcas. As marcas entendendo REALMENTE as pessoas de forma (pouco publicitária).





O primeiro faz parte de uma campanha co-criativa da VW em chamar pessoas para fazer um comercial de tv com a marca.

O segundo é da AT&T que saiu no Super Bowl deste ano. Contando um benefício do produto que permite você falar e surfar na internet enquanto fala, pelo seu Iphone 4.



Esta última, faz parte de uma campanha (da África) que nasceu no Facebook, e foi para a TV, onde a Fernanda Torres explica em vários capítulos e de forma bem tátil como usar um sabão liquidoAriel.

Tudo o que faz apelo para o cotidiano e que for bem feito (leia-se com estrutura de storytelling) para mim tem ótimo resultado, por que, novamente se torna verdadeira e liga-se ao conceito de "identidade" que o Dan e o Chip Heath indicam. Acredito muito que o importante é a excecução.

Não quero dizer que nunca fizemos campanhas boas, com estas estruturas, mas que quando executadas de forma tão bacana se tornam "mashups", "trolls", "virais". A diferença com o passado é que hoje temos as mídias sociais e a internet, para amplificar o que achamos. As mães podem falar para outras mães. Os executivos falarm para outros. Ou seja, o que nos é bom hoje se torna melhor ainda quando se tem buzz.

E então, sua propaganda realmente funciona ou é apenas uma espuma?
Imagens forebrain

quarta-feira, junho 22, 2011

Frase do Dia: Howard Ruff

Frase que ajuda a entender a necessidade do: planejamento, da analise/estudo, da adaptação e da velocidade de implantação.

"Quando Noé construiu a arca, ainda não havia começado a chover." - Howard Ruff