quarta-feira, maio 11, 2011

Como usar a metáfora a favor da sua mensagem?

Nestes últimos tempos tenho lido e sem querer alguns insights surgem em minha cabeça. Como foi o caso de hoje. Que comprei o livro de Joseph Murphy, "Aumente o poder do seu Subconsciente" que me provocou algumas reflexões sobre o poder da mensagem e da auto-sugestão.


Primeiro para entender, Joseph Murphy é um cara que escreveu seu primeiro livro em 1963, O poder do subconsciente, onde chacoalhou os cristãos e religiosos, da forma de se pensar em fé, abrindo um movimento chamado: Novo Pensamento. Ele estimula que: "A fé é uma atitude da mente." Tudo envolve o pensamento e a mentalização, baseada na fé. A fé seria o input para desencadear qualquer objetivo na sua vida, diferente da religião ou religiosidade. Afinal é possível ter religião sem ter fé.


Então, durante o livro ele cita diversas escritos da Biblia como forma de reforçar o pensamento de que a fé faz parte de uma Infinito poder (divino). Exemplo:  "Deus me protege com suas asas da bondade", ou, "O Senhor é meu pastor e nada..." etc.


E daí? O que me chama a atenção é que na Biblia existe inúmeras metáforas. E são repetidas de milhares de anos na cabeça das pessoas. Fazendo um paralelo, Dan e Chip Heath em seu livro Ideias que Colam, que o cérebro é formado por "alças mentais", onde "quanto mais ganchos uma idéia tiver, melhor será seus encaixe na memória". Isso reforça a ideia de usar metéforas, como também emoção e o contexto. (Veja mais sobre o livro aqui e aqui)


Metáfora não deixa de ser uma figura de linguagem que força algo primário que é contar histórias, respeitando o contexto do outro. Fazendo com que criemos significados usando um elemento de sua experiência para entender outro. Ela nos dá a oportunidade de elastecer nosso pensamento e aprofundar o entendimento, permitindo-nos ver as coisas de maneira novas e agir de maneiras novas. Ela ajuda a viajar sem se mover.


Bem, é uma intertextualidade interessante quando migramos isso para o universo da Comunicação quando vemos anúncios simulando cachorros-peixes, ou frases como "Red Bull te dá asas"; da Liderança quando precisamos passar mensagens mais claramente e críveis; do Design com suas embalagens que simulam corpos ou carros que simulam sorrisos, entre tantas outras formas. Caindo no funil das expressões: "É como se fosse...", "Olha, parece...", "O objetivo aqui foi...", em cada frases iniciais de cada discurso que ouvimos. Ou em anúncios como:


Enfim, a Bíblia, como qualquer outro livro pode ser apenas uma referência de estudo para analisar e perceber que há milhares de anos o homem tem a necessidade de contar histórias e de passar mensagens de forma mais clara. E passar seus pensamentos. Ou seja, a necessidade de ouvir e contar. Usemos a metáfora para que "O consumidor acredite que é o que o produto faz com que ele pareça."

É o que o Dr. Gerald Zaltman, professor de Harvard Business School e um dos pais do Neuromarketing, comenta neste filme (ative as legendas em português):



Portanto, quando for falar, escrever um texto ou um anúncio, ou até criar uma apresentação em PowerPoint, a metáfora pode ser um aliado na hora de exemplificar e testar a audiência do seu público.

Tem um post interessante aqui, e aqui.


Fontes: ccsp, ccsp

terça-feira, maio 10, 2011

O planejamento ainda não caiu na rede

Copio e colo um texto muito bacana sobre a funação do planejamento e estratégias digitais. Do consultor Adalberto Viviani.
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Nos últimos anos tem crescido entre empresas e agências a consciência de que é preciso estar na web e ter atuação expressiva nas redes sociais. Essa consciência tem provocado uma corrida maluca. Infelizmente com muitos acidentes de percurso, derrapadas nas curvas e acidentes com vítimas.

O raciocínio de estar nas redes sociais suplanta a pergunta dos motivos que levariam as empresas a isso. Todos dizem que a web é uma ferramenta. O que temos visto, na enorme maioria dos casos, é que estão vendendo ferramentas e não seus benefícios.

Ter uma estratégia para a web é antes de tudo ter uma estratégia. Isso significa ter um planejamento. Pasmem. Acham que o planejamento mudou com a chegada das redes sociais como se elas eliminassem a existência das pessoas. Uma ferramenta não muda o planejamento. Pode mudar o comportamento das pessoas e isso sim muda o planejamento.

Por isso a primeira necessidade básica dos está mantida: entender o que motiva e move as pessoas. O que move não é a ferramenta mas sim o que ela provoca. Por isso é preciso acabar com esta história de vender uma solução tecnológica e compra-la por ser avançada. A questão continua sendo como ela se encaixa na demanda estratégica apresentada.

Existem máximas que são ditas como definitivas. Sua empresa tem que estar no twitter. Tem que enviar muitas mensagens diariamente pois frequência é fundamental. Verdade. Mas dizendo o que? Fale sobre sua empresa.

Eu proponho amarrar as mãos do twitteiro de uma empresa que faça isso pois ninguém quer saber o que uma empresa está fazendo em 200 mensagens em um mês. O problema não é ter a ferramenta. É saber o que dizer para gerar interesse, relacionamento e compartilhamento.

Outra febre são os blogs. Temos blogs de empresas falando de tudo. Especialmente empresas falando de si. É uma coisa sensacional. No meu tempo (que coisa, cheguei à idade de falar no meu tempo!!!) se um garoto chegasse em uma menina e ficasse falando de si o tempo todo seria um chato. Os tempos mudaram? Não creio.

O exercício de egocentrismo de falar de si o tempo todo interessa a quem? A quem escreve e a seu psicanalista. Se tanto. Blogs são instrumentos que devem partir (novamente) do nível de interesse do público. Parece evidente. Mas não tem sido.

Vamos adiante. Os e mails com ofertas. Por um acaso do destino eu cai no mailing de duas redes de varejo. Uma americana e outra francesa. Senta que lá vem oferta. Recebo ofertas de tudo. Máquina de lavar, notebooks, geladeiras, mesinhas e jogo de chá. A única decisão que tomei foi a de nunca mais comprar em nenhuma das duas redes pois pedi a retirada de meu nome da lista, telefonei depois pedindo isso e parece que meu nome tem uma atração terrível para ambos.

Continuo recebendo os e mails de quem não faz ideia de meu perfil e o que poderia comprar. Enviar 10 milhões de e mails pode vender bem. Mas, creiam, o estrago será maior. Não é possível converter um ateu com um carro de som na porta da casa deste esbravejando a palavra de deus. Talvez por isso eu continue ateu. E sem comprar nas duas redes.

O planejamento não morreu. Conhecer o público continua sendo fundamental. Fazer as perguntas básicas sobre imagem, identidade de marca, estratégias e táticas de trade, análise da concorrência. É preciso planejar e utilizar para isso não os especialistas em web. Mas os especialistas em gente. Incorpore no grupo os profissionais de tecnologia e os criativos de web. Mas planeje se perguntando sempre o perfil, as metas, as motivações, o que se quer com está ação.

Retirado da @meioemensagem

quarta-feira, maio 04, 2011

Qual camisa você usa?

Ser cliente é fácil. Ser consumidor também. Mas ser agência...

Depois de ler este post, do Martin Tom, na Advertising Age, fiquei pensando naquela frase: "Eu visto a camisa da minha empresa." Uma frase tão forte, mas acredito que hoje está sofrendo muitas mudanças, já que as exigências mudam e assim mudam os resultados.

Ser cliente hoje é tomar uma postura de cobrador por resultados, de muitas vezes ser aquele que aponta o problema e não pensa duas vezes em culpar quem o fez. (Sim, não é uma posição sine qua non, nem todos os clientes são assim. Existem muitos que te respeitam e são cúmplices em ações.) E isso acaba refletindo em toda cadeia chegando até o estagiário da agência. É um jogo de desafoga-pressão. E ainda mais, vê o mercado da publicidade sofrer alterações que dificultam cada vez mais a estratégia e a execução de uma boa comunicação. A atenção diminui. As dificuldades aumentam e os resultados mais difíceis. Cenários mais incertos e ROI, ROBI, ROMI menos "retornáveis". E a crença de que a propaganda ainda faz efeito vem sofrendo quedas.

Ser consumidor é padecer no paraíso. Ele quer participar do processo da comunicação, da criação do produto. É respeitado quando reclama e precisa apenas amar as marcas para ser (ainda) mais feliz. É cada vez mais perguntado e pesquisado sobre suas necessidade e desejos. É percebido como principal elemento para muitas empresas. Ser consumidor é participar e perceber movimentações ao redor da sua própria existência. Evoluindo conforme suas aspirações e poder econômico.

Agora, ser agência, é complicado. Nâo é nada fácil você ter que lidar com estes dois "senhores" aí em cima. O cliente que pede mais criatividade, mais resultado, mais análise e mais e mais...O consumidor, precisa ser ouvido, precisa ser analisado e percebido cada vez em menor tempo e com maior precisão. Está avesso a pesquisas e a abordagens. Ele está exigente e esperto. São dois rapazes a serem cortejados de forma bem cuidadosa. Sem falar a juniorização dos cargos de direção.

Fora isso tudo o fato de que ainda temos que gerar lucro para a agência, ter bom relacionamento com a criação (e/ou demais setores). Jogos de interesses internos e o empurra-empurra-interno-de-cada-dia. Falta de investimentos internos e de estrutura. Silos internos ditando ordens. Gerência incompetente ou insensível. Criatividade dando lugar a fast-criativity. Identificou-se? Calma, não se desespere.

Bem, não quero fazer mimimi, nem ficar reclamando aqui do mundo. Muito menos criar estereótipos sobre nenhum personagem. Nem demonizar nenhum dos três. Fato é: as coisas estão cada vez mais difíceis para os 'sonhadores'. É preciso ser realista (e mais em alguns lugares).

Vestir a camisa da empresa está cada vez mais difícil ainda mais quando o tempo é escasso, o volume de informações é absurdo, o gerenciamento pela criatividade é substituído pelo gerenciamneto por resultado, as pressões internas são maiores, menores tempos para projetos bacanas, relacionamentos cada vez mais vazios e o mito do líder se torna cada vez mais um mito a ser descoberto do que vivenciado. Geração Y em conflito de opiniões com Geração X etc. É, não é fácil vestir totalmente esta camisa. Mas este não é ponto que quero tocar.

Essa camisa acho que cada vez fica mais difícil de vestir. Tá certo algumas coisas são puramente o reflexo da dinâmica do mercado e do crescimento econômico. Beleza. Ou outros podem dizer: "Mas isso é normal. Evolução! Temos que extrair mais do menos." Ok. Concordo. Acredito que vestir a camisa da empresa está cada vez mais complicado, porque está mais difícil encontrar agências (e empresas) que nos identificamos. Que nos inspiram. Que sentimos admiração em trabalhar com aquele boss, com aquele diretor de criação, com aquele cara de mídia. Com aquela equipe. Vocês sentem isso? Falta de posicionamento? Falta de identidade? Acredito que sim.

Portanto, antes de exigir produtividade perceba-se como empresa. (ou até mesmo fornecedora). Você é uma parte chave na forma como lidar com clientes, consumidores e funcionários. Você pode saber tudo sobre seu cliente, mas pode não entregar da melhor forma ou pode não ser estimulado da melhor forma ou até mesmo pode nao ser respeitado. Pense em qual camisa você usa e em qual postura sua agência (ou empresa) tem.

Talvez precisemos nos apaixonar novamente, pelos clientes, pelos consumidores e/ou fazer com que eles se apaixonem por nós. Enfim, apenas uma reflexão...

Você sabe com quem está falando?



Fazia tempo que eu não vibrava tanto com um filme.

terça-feira, maio 03, 2011

Movidos por ideias

Acabo de terminar a leitura do livro do Sandro Magaldi e José Salibi Neto, Movidos Por Ideias. É um livro rápido, profundo, porém pouco detalhista (acredito que esta seja a proposta), que lhe passa diversos Insights sobre as melhores (de acordo com inúmeras referências coletadas) práticas da gestão da administração. Seja passando pela liderança, cumplicidade, networking, marketing, vendas e claro, Gestão.

Destaco os Capítulos 1, 3, 7, 9 e 10. São Insights valiosos e que não deixam de ser dicas boas de se lembrar no dia-dia da gestão. Existe uma coleção de referência, com mini-sinopses de cada referência lida, ao final do livro..

Ao longo do livro os autores lembram artigos de Theodore Lewitt, o famoso do artigo "Miopia de Marketing" que intue: "TODOS OS SILOS DEVEM CAIR E DAR LUGAR A UM SÓ PENSAMENTO QUE DEVE SER TANGILIZADO EM UM PLANO ESTRATÉGICO ÚNICO." (que é a que mais gosto). Como tantos outros. Além do pai da adminsitração: Peter Drucker.


Ambos autores refletem que a empresas de hoje devem adotar uma "filosofia orientada ao universo do cliente". Acredito que esata seja uma maneira de dizer que devemos orientar maiores estudos, pesquisas e P&D com o consumidor. É "a migração de sua orientação do produto para o universo do cliente". De uma certa maneira é o que queremos re-afirmar cada vez mais em campanhas e produções publicitárias. Não apenas estudá-lo, incorporá-lo ao processo.

Uma citação me chamou a atenção através de uma frase de uma professora da Harvard Business School, Shoshana Zyboff, autora do livro Support Economy - Why Corporations Are Failing, de 2002:
"É no abismo que agora separa os indivíduos e as organizações que estão os segredos para uma nova ordem econômica com vasto portencial para criação de riqueza e realização individual."
Atual né?
O livro, é recheado de testemunhos dos autores, diante de sua vida profissional e contatos com grande pensadores, líderes e empresários do management, como Peter Drucker, Jorge Paulo Leman e Edson Godoy Bueno. Sobretudo é um livro que te entrega 10 Insights para auto-reflexão. É um bom resumo, para quem quer profundidade, sem detalhismo.

Para finalizar escrevo aqui uma das minhas partes preferidas no capítulo dedicado a Gestão orientada por princípios, onde os autores defendem que é necessário que haja uma materialização dos conceitos de missão, visão e valores na empresas. Para isso sugerem a criação de uma lista de princípios para os funcionários saberem mais claramente como cada um pode contribuir. Nâo deixa de ser uma ferramenta de influência dos valores dentro da empresa. Diante de 3 perguntas:
  1. Qual é o seu papel na organização.
  2. O que não é tolerável naquele ambiente.
  3. Quais são as normas de conduta fundamentais.
Para reafirmar isso, em seu livro IBM - A business and its beliefs: The ideas that helped build IBM, Thomas Watson Jr, filho do fundador escreveu:
"qualquer organização, para sobreviver e alcançar sucesso, deve ter um sólido conjunto de princípios sobre o qual fundamente seus planos de ação."

segunda-feira, abril 25, 2011

O mercado te deixa inovar?

"Queremos que você OUSE, mas não esqueça do compromisso com nosso orçamento e com os resultados da empresa." Você acha q a empresa REALMENTE vai inovar? É com essa frase que começo este post sobre inovação.

Existem diversos livros que comentam e esmiuçam o processo de inovação. São inúmeros: Steven Johnson, Clemente Nóbrega, Clayton Christensen, VIJAY GOVINDARAJAN, TOM KELLEY, VENKAT RAMASWAMY, só para citar alguns.


Mas o que me vem depois dessa frase é justamente este mal da capacidade em podarmos nossa própria evolução, baseada em aspectos contraditórios a nossa própria existência. Para alguns a frase acima poderia ser respondida: "Ué, usa a criatividade.", "O cara tem que se virar." Para mim, isto é sair do propósito inicial de ser inovador: é correr riscos. Risco é começar do zero. Sem barreiras.


A Apple nunca tinha "feito" um celular na vida e lançou o Iphone. Poderia ser o maior desastre tecnológico da década e a empresa correr sérios riscos financeiros. 


A Magazine Luiza acaba de lançar uma empresa de viagens para concorrer diretamente com a CVC.


A Ford, através do entusiasmo do Alan Mullaly (novo CEO), está remodelando todos os carros da marca, inserindo conectividade e embarcando tecnologias totalmente diferentes para experiências novas. 


E tantos outros como: Caravaggio, Bill Gates, Tim O´Neill, Michael Jordan, Kiichiro Toyoda, Tom Kelley, Yes Behar, Sagmeister, Jack Dorsey, entre tantos outros.


Lembrando que existem vários tipos de inovação, que variam em processos, distribuição, produtos, serviços etc. Leia mais aqui (É MELHOR TRANSFORMAR OU INOVAR?) e aqui (INOVAÇÃO DISRUPTIVA). 


Agora transpondo isso para o mercado em geral. Você acaba de ser contratado para uma empresa, no seus primeiros dias, você doido para entregar serviço, aí chega o seu chefe e diz: "Você foi contratado para inovar, mas tens que respeitar nossas ordens internas e nosso budget." Beleza. O que fazer? Como você encara isso? Um balde água-fria ou um incentivo?


Para o capitalismo é um prato-cheio para espremer sua pestana. É o menos (muito menos) para mais. Para a evolução do mercado: você dificilmente irá realmente inovar, mas sim maquear ou apenas transformar. Converse com seus superiores.


Quando se há bloqueios, você não segue enfrente. O processo de inovação parte do princípio de que você precisa correr TOTALMENTE contra a corrente ou oferecer algo que saia do que realmente é óbvio. Tem uma citação do Gary Hamel em Competindo pelo Futuro, que gosto muito, que fala justamente sobre isso:
"O pensamento racional manda voltar às origens. O pensamento convencional manda reduzir custos. Mas o pensamento convencional está condenado. Os vencedores serão os inovadores que levam uma visão ousada para o dia a dia dos negócios. Essa é a única maneira de vencer. Você não consegue multiplicar a receita sem oferecer produtos ou serviços que deixem os clientes de queixo caído." 
Portanto, quando você ouvir isso, provavelmente você está em um sistema que não favorece a inovação, mas a transformação. O "vão" para se enxergar do outro lado da ponte é muito baixo para eles. Portanto, caia fora ou tente mostrar este pensamento. (Ou transforme da sua melhor maneira).

Respeitar budgets é uma ordem hoje em dia. De fato é necessário. Mas quando se pede algo que atravesse todas as possibilidades medianas, para entregar algo REALMENTE novo. É bom ter argumentos, mas sobretudo ter (e proporcionar) LIBERDADE.


Deixo uma apresentação apenas para ilustrar:




Bem, o mercado até pode te deixar inovar, mas só se você conseguir ter espaço para correr os riscos da sua inovação, dentro da empresa que trabalha. Acredito que isto serve para qualquer segmento e qualquer tipo de empresa. Inovação não é uma palavra que só cabe no vocábulo das grandes empresas. Inovar é um virtude humana. As empresas que racionalmente esquecem dela. 

"Para inovar, você necessita de três coisas: certo nível de conhecimento sobre seu ramo de atuação; um grande desejo de fazer algo útil; e um objetivo. O objetivo pode ser amplo ou estreito, mas você deve ter um. É preciso estar disposto a testar diferentes abordagens de um problema e não desistir até encontrar a resposta." Stephanie Kwolek, inventora da fibra sintética Kevlar


(Frase incial do post retirada do livro As Marcas no Divã, do Jaime Troiano)