segunda-feira, abril 18, 2011

Vaga Gerente Sênior de Construção de Marcas/Edelman Significa

Amigos, a pedido de uma amiga, divulgo aqui uma vaga para Gerente Sênior de Construção de Marca, na Edelman.

Segue abaixo as informações a respeito da vaga.

domingo, abril 17, 2011

terça-feira, abril 12, 2011

Teste sua estratégia

No artigo da Harvard Business Review de Novembro de 2010 existe um artigo, escrito por Robert Simons, professor da Harvard Business School, muito interessante sobre o possibilidade de se testar sua estratégia. Sim, testar sua estratégia.


O artigo me fez pensar sobre a capacidade enquanto desenvolvemos algo, de se distanciar da estratégia REAL,  quando você a percebe "pronta", na sua frente. O artigo tem mais cara de guia-reflexivo-com dicas, sendo um checklist para se perceber o quão você está atento ao seu core e competências adjencentes à sua estratégia.

"Os erros mais graves não são resultado de respostas erradas. O verdadeiro perigo está em fazer as perguntas erradas." Com esta citação de Peter Drucker começa a indagação sobre SETE PERGUNTAS que todo executivo deveria fazer - e ser capaz de responder para executar sua estratégia.

Apesar deste blog falar sobre marketing e ter como blogueiro um Planner, alguém que sempre viveu dentro de uma agência de publicidade. Acredito que ter uma abordagem mais ampla, bebendo em outras fontes complementares (por que não?) ajuda a construir um pensamento mais crítico sobre o negócio do cliente. Portanto, vamos às perguntas:

  1. Quem é o seu principal cliente?
  2. De que maneira seus valores centrais priorizam acionistas, trabalhadores, clientes?
  3. Que variáveis críticas de desempenho a empresa está monitorando?
  4. Que limites estratégicos foram adotados?
  5. O que está fazendo para gerar tensão criativa?
  6. Seus funcionários estão comprometidos em ajudar uns aos outros?
  7. Que incertezas tiram o seu sono?
_1. Descobrir quem é o seu principal cliente pode parecer óbvio, mas quando perguntamos (ou quando somos brifados) o cliente (ou executivo) tende a dizer vários clientes. A falta de um definição clara de quem é o PRINCIPAL cliente prejudica a diluição de verba para outros públicos.

_2. Quando criamos um produto ou serviço, ou quando nos deparamos numa situação em que a empresa erra, como devemos proceder? Esta é um questionamento importante para percebermos se a empresa tem (e segue fielmente) o que ela prega. A Merck (empresa de medicamentos) em 2004 em testes, percebeu que um dos seus medicamentos mais lucrativos poderia provocar problemas cardiovasculares nas pessoas. Existiam 3 caminhos para agir neste caso: pedir autorização a FDA para atualizar a bula de remédio informando sobre este alerta; prosseguir com o estudo até realmente ter a certeza de que o medicamento era totalmente prejudicial ou retirar o remédio do mercado. Ray Gilmartin, presidente da Merck olhou a essência da empresa (ou ideologia central neste caso) e comunicou a imprensa: Vamos recolher no mundo inteiro, todos as caixas." Abrindo mão assim de 2,5 Bilhões de dólares anuais.

_3. Hoje em dia cada vez mais executivos e (planejadores) têm que monitorar diversas variáveis para demonstrar efetividade da estratégia. O que é apontado aqui é o excesso de monitoramento e indicadores de desempenho que pode provocar desfocamento no que realmente é importante para a empresa, como a staisfação do cliente.

_4. Existe foco? Foco, como Steve Jobs disse é "abrir mão de centenas de ideias, para seguir uma." Resistir a novas abordagens ou novos produtos/serviços é uma maneira de manter-se fiel ao que se prega. Uma maneira é dizer "o que fazer" e "o que não fazer" para as pessoas.

_5. Criatividade é obtida através de esforço. Aqui Robert cita técnicas para gerar tensão criativa, como: Estipular metas ousadas, classificar pessoal segundo desempenho, definir esferas de responsabilidade maiores do que esferas de controle, alocar custos e criar equipes com gente de unidades distintas (gerar diversidade intelectual)

_6. Seus funcionários conseguem atingir suas metas? Sim? Ótimo, mas eles fazem isso com: "Orgulho?". Como anda a moral dele? Eles "têm identificação com o grupo"? Existe um ambiente interno que gere 'confiança'? A remuneração é justa para os envolvidos?

_7. Incertezas sempre existirão, mas o importante é provocar a execução 'cara-cara', focando o diálogo. Exponha suas preocupações e angústias. Mostre resultados anteriores ruins. Não camufle a realidade.

Acredito que são dicas interessantes que servem como checklist para qualquer processo de estratégia. Valendo para qualquer profissional envolvido intelectualmente no processo estratégico da empresa.

Ah, e monitore sua estratégia criando uma lista de comportamentos desejados para que a estratégia entregue. Leia mais aqui.

segunda-feira, abril 04, 2011

Endosso publicitário

A Sandy quebrou todo o encanto por revelar que não gosta de cerveja. Mas o Rodrigo Faro usaria/gosta de uma Kasinky? Qual é o futuro do endosso publicitário? Afinal há anos vemos este tipo de propaganda e pensamos: Esse cara não usa o produto x.

O consumidor esta mais atento a verdade. Mas o popular ainda sobrevive a publicidade. O de massa prevalece na escolha de um garoto-propaganda.

Será que dar atenção mais a personalidade, aos hábitos da celebridade do que da capacidade de audiência é uma estratégia interessante ou suicida?

Acredito que sim e não. Depende do posicionamento do produto. Depende da execução do conceito e da história. O que é realmente o produto. Mas mesmo assim tenho minhas duvidas em relação a escolha em produtos de massa. Apesar de saber e já ter ouvido de um dono de agencia que usou Luciano Huck para suas campanhas como alavancador de campanha e foi um sucesso.

Acho que cada caso é um caso, mas a reflexão me acometeu pelo fato de vivermos e nunca termos ouvido tanto em consistência, coerência, transparência...


Qual será a forma mais adequada de escolher os endossos? O futuro seria o brand content mesmo?


- Posted using BlogPress from my iPhone

segunda-feira, março 28, 2011

Documentário como argumento do planejamento

Atualmente estamos cada vez mais inundados de informações, de dados, estatísticas e estudos. Pipocam cada vez mais informações sobre comportamentos, trends e todo o tipo de interação ou informação que possa ser adicionado a um planejamento estratégico. E nem sempre temos como confirmar estes dados ou apenas observar o simples ato do consumo do que produzimos. Ou as nossas próprias percepções.


Para suprir uma necessidade real de busca de informações o documentário filmado, aquele onde vamos à rua, vem para ser um compressor de informações: observadas, editadas e compiladas como um documento estratégico. Direto na fonte: o consumidor. E ainda me arrisco a dizer que vale muito a pena na hora da venda de uma ideia ou estratégia ou estudo que você tenha realizado.

A Limo Inc, uma agência especializada no estudo do comportamento do consumidor vem realizando este tipo de abordagem já há algum tempo. Servindo como ferramenta de planejamento estratégico para grandes agências e clientes, como F/Nazca, Fischer e África, para Nike, Heineken e Vivo....

Abrir os olhos para uma produção dessa é interessante pois "tangibiliza" percepções do papel. Ou apenas supre necessidades provenientes do planner. Acho que todo o planner deveria fazer ou encomendar um estudo para seus clientes. Quando possível.

Vale assistir um making of do que estou falando:

Making Of Limo Doc from Limo Inc on Vimeo.

E aqui tem outro que eles fizeram:

Breakonsumers - I from Limo Inc on Vimeo.

Existe amor em SP?

Criolo "Não Existe Amor em SP" by danielganjaman