domingo, setembro 12, 2010

Lealdade

"Loyal customers understand that there's almost always something better out there, but they're not so interested in looking."

Por Serh Godin


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Dan Ariely e a realidade

http://www.ted.com/talks/lang/por_br/dan_ariely_asks_are_we_in_control_of_our_own_decisions.html



Neste video do TED 2009, levanta uma questão interessante sobre "Temos controle sobre nossas decisões?"?
Acredito que em alguns momentos somos apenas um produto do meio servindo a senhores maiores que nós, por julgarmos eles maiores.

sábado, setembro 04, 2010

O brief revela

"A maneira de compor um brief pode indicar a visão que a agencia tem de como a propaganda funciona."

Alan Cooper

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quinta-feira, agosto 26, 2010

Desafios da venda de uma ideia

O desafio hoje não é apenas tentar vender uma boa ideia para o presidente da empresa (o seu cliente) o importante hoje é estimular ações nas trinheiras para que elas ganhem vida e se
Infiltrem na corporação, chegando até a diretoria.

As vezes a chance da sua ideia, quando apostada diretamente no board principal, é arriscada. Existe muita chance de não dar certo e não ser comprada, como existe alguma chance de ser comprada, mas aí me vem a pergunta: depois de comprada, teria a cultura para implementa-la?

Ter boas ideias não é fácil, mas executa-las é um caminho tão difícil quanto. Por isso, Seth Godin em Sundae de Almondegas, indica que o ideal diante de um mundo cujo Novo Marketing é incipiente e onde "nada é errado e nada é certo." o importante é estimular a experiência e estimular nas trincheiras suas ideias.

Portanto, quando você tiver uma boa ideia, dissemine-a com o seu cliente, não necessariamente direto com os diretores ( se você tiver abertura, ótimo) e mostre a eles o que poderiam ganhar adotando-a. Para daí, ganhado os influenciadores, você pode ter seu êxito com uma "mini-cultura" implantada.






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terça-feira, agosto 24, 2010

Frase do dia: Biz Stone

"As pessoas estão percebendo que a criatividade e o altruísmo são partes importantes do fazer negocios. Uma companhia ou um produto são considerados bem-sucedidos, hoje em dia, se eles produzirem algum impacto positivo para o mundo ou se forem relevantes - e não mais apenas em termos de vendas ou faturamento."
• Biz Stone, co-fundador do Twitter. Em entrevista a PEGN de Ago/2010




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domingo, julho 18, 2010

O que o cliente quer sua empresa pode dar?

Lendo um post do Clemente Nóbrega, comecei a refletir sobre o que realmente é importante ser desenvolvido numa estratégia. O Clemente alerta sobre (verdades incontestes) uma frase me chamou a atenção: "As melhores estratégias de mercado têm que partir daquilo que o cliente quer;", que se contradiz ao que Steve Jobs comenta: "As pessoas não sabem o que querem até você mostrar a elas.".

Automaticamente essas duas frases nos remetem a esta Nova Era, onde o marketing hoje é o produto, onde o produto é a resposta para os males do marketing. Porque um produto bom: é falado, é compartilhado, é exposto, é consciente, se torna importante para você, você o defende, você o quer cada vez mais...etc.



Isso me remete a outra frase que li no livro "Sundae com Almondegas" do Seth Godin: "O Novo Marketing não exige um marketing melhor, mas produtos/servicos melhores e empresas melhores."

No entanto, Clemente Nóbrega não está errado, pelo contrário, dentro de um contexto onde o produto não se torna a 'cenoura' é preciso que haja um marketing forte que o reerga sempre, lembrando minhas aulas de Marketing com a Matriz BCG.


Cada vez mais temos que procurar a opinião do cliente, mas entendê-lo, leva tempo - este que é cada vez mais escasso. #comofaz? Acredito que propor produtos que sejam a verdade de uma empresa, já é um bom começo. Produtos que reflitam uma ordem essencial da empresa, ganham o tempo de estudo procurando realmente 'satisfazer o cliente', porque você olha para dentro de você (pessoa/consumidor) para depois olhar para fora (empresa/mercado) e soma com pitadas de tendências e inovação.

“Os clientes estão mais conscientes, ativos e poderosos do que nunca.” Kotler

Sempre digo que "o problema sempre está na origem". E isso faz todo sentido. Empresas que crescem sem valores, essências e filosofias definidas, criam ambientes e produtos esquizofrênicos (ou com ciclos de vida curto e visam apenas o lucro) que por assim dizer, criam comunicações 'ralas' e sem 'substância'. O consumidor sabe quando é furada.

Steve Jobs não está totalmente errado, nem Clemente Nóbrega quando comenta. As duas afirmações confrontadas em um contexto, são totalmente passíveis de funcionamento, mas sobretudo, temos de especificar as circunstâncias daquele consumidor ou da empresa, antes de julgá-la (o).

Então, leve essa reflexão para a empresa que você faz a comunicação dela. Sugira uma reflexão com o board. Crie o hábito dessas reflexões. Quem reflete, se expande.

Fonte: Clemente Nobrega, Holy Kaw, Wikipedia