Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
quinta-feira, março 11, 2010
quinta-feira, março 04, 2010
Até quando vamos ficar brincando de mídias sociais? Post do @CCHcreative
@CCHcreative: RT @redes_sociais: Até quando vamos ficar brincando de mídias sociais? Post ótimo do @CCHcreative - vale o click! http://bit.ly/bMe4lN"
segunda-feira, março 01, 2010
The Myth of Efficiency
I’ve become very skeptical of the simple argument for efficiency studies....The idea is that time has a monetary value (say, the per-hour employment costs of each employee), and if you save time, you save money. One example that LeBlanc mentions is moving printers. It seems to make sense on its face. You spend time walking to and from the printer. Therefore, printers should be located to minimize the total time people spend in transit, which could mean moving the printer closer to the heavy users of printing. Then those people can spend more time at their desks being productive.
But there is a serious fallacy in this argument: the assumption that the constraint on productivity is time at your desk. Let’s leave aside the issue of whether you are productive walking to the printer. The more serious issue is that you aren’t equally productive the whole time you sit at your desk. What if you spend your extra two minutes (in reduced time picking up printouts) at I Can Has Cheezburger?
In other words, doing X may save you time, but that doesn't necessarily mean you'll then fill that time with productive work. This seems simple but many efficiency-obsessed people forget it.
Here are few random, current thoughts on the topic:
1. Each morning I write down the 4-5 things I want to accomplish in the day. I try to make it realistic. The idea is to define "done." Otherwise, I will always feel like there's more work I should do before going to bed. Here's a related HBS post titled An 18 Minute Plan to Managing Your Day.
2. My guess is even talented and productive people can do only a few hours of hard, real focus work per day and a few more hours of medium-focus per day. The rest is time wasting.
3. I use Toggl to track my time. It's excellent. I turn on the virtual stopwatch when I work on certain projects and turn off the moment I do something else, so I get an accurate look at how much time I'm investing in certain projects. It also puts me in a state of mind: when the stopwatch goes on, email goes off, and so does random web browsing. Eventually, perhaps I can be like Jim Collins and carry around a real stopwatch with me. Toli Galanis uses this stopwatch.
4. I get little to no value out of RescueTime.
5. Alain de Botton is one of the best Twitterers out there, and I agree wholeheratedly with this missive: "One of the greater problems of the age: how to concentrate..."
Copy and paste Ben Casnocha
domingo, fevereiro 28, 2010
Jess3: estatísticas de uso da Internet
Confiram abaixo o clipe apresentado por Jesse Thomas (craque em social media e data visualization) em Baltimore em uma palestra da AIGA que traz etsatísticas atualizadas de uso da Internet no mundo com um visual super bacana.
JESS3 / The State of The Internet from Jesse Thomas on Vimeo.
- via Totally Naked
c and paste da PaulaRizzo
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Um bom planejador e o papel da propaganda
Ao longo deste post, muitas partes irão se confundir com partes do livro Como Planejar a Propaganda, de Alan Cooper. O objetivo deste post é fazer um paralelo entre o papel da propaganda e onde o Planejador se insere neste processo.Começando por este citação:
Identificar e definir o papel da propaganda é a parte mais importante do processo de planejamento e a que mais exige da competência do planejador. Há duas razões essenciais para isso. Em primeiro lugar, como hoje convergem 3 megatendencias de sofisticação do consumidor, do varejista e acima de tudo, das mídias, a propaganda já não tem mais um papel determinado na comunicação de marketing. Nos dias de hoje, fazer uma imersão no negócio do cliente, compreender realmente as marcas, conhecer os pontos fortes e fracos de todos os Canais de Comunicação disponíveis são talentos essenciais de um bom planejador, porque o papel da propaganda só pode ser identificado quando se adota a melhor perspectiva.
O livro não é novo, mas parece novidade quando lemos. Alan Cooper fez uma compilação de vários textos ao longo do livro. Entender do negócio do cliente, a gente tá cansado de ler. Mas você faz? Faz como? Realmente você faz? O planejamento de marketing hoje, muitas vezes é desenvolvido ao lado do de comunicação, ou, pelo menos é dada uma maior importância ao fator publicidade, justamente para se criar uma melhor perspectiva sobre um todo.
O planejamento nesta hora precisa entender tanto de cloud computing, cluster, curva de aprendizagem, twitter, posicionamento, logística, curling, facebook, digg, pdv, leads, tendências...e até publicidade. Tudo isso para enfim, planejar.
Publicidade tá cada vez mais complexo. Cada vez mais intangível e cada vez mais transparente. E na hora de fazer uma campanha de varejo resultado é o que importa? Importa cada vez mais, mas importa de forma mais consciente e correta. Por isso a perspectiva do planejador - e aqui insiro a publicidade, é importante, dará a cara e a tendência intelectual da publicidade para aquele cliente. Entender que o cliente é e como ele pensa, aje, vive, come, respira faz perceber como ele integra o processo de tomada de decisão dentro de uma empresa ajudando, a gente a olhar melhor o que estamos fazendo.
Base teórica
Para atingir o consumidor precisamos de métodos, de teorias e formas racionais de lidar com o intangível. Em 1967 James Weeb Young escreveu Five Ways, que era um modelo elaborado de como a propaganda deveria funcionar. É um dos modelos mais próximos ao que imaginamos hoje (ainda). Ela funciona:•Por meio da familiarização
•Por meio da lembrança
•Pela disseminação de novidades
•Pela superação da inércia
•Agregando um valor inexistente no produto
Totalmente atual? Acredito que sim.
Stephen King elaborou a "Escala de Imediatismo" que propunha como um planejador deveria agir diante de um problema do cliente, mas sobretudo como um tipo de guia situacional de ação sobre o processo.
São dois modelos teóricos do papel da propaganda e do planejador. Vale como reflexão para perceber como ainda escurregamos de vez em quando nos processos.Evolução
A propaganda evolui a cada ano, percebe-se hoje uma movimentação cada vez mais forte dos setores de marketing das empresas e dos CEOS, no trato da comunicação com suas agências. Hoje existem muito fornecedores de ideias e cada empresa vai escolher o jeito que a propaganda será feita a partir da forma como a agência vê ela. Como neste post do Blue Bus - Você não está contratando o passado de uma agência, mas o seu futuro.
Pensar em propaganda nos faz perceber como ela é sistema encadeado que precisa ser entendido. Quebrar estas barreiras nos dias de hoje é tentar sub-verter a linguagem. Wieden Kennedy, a Crispin Porter, a Mother, a Santo, 180 são agências que vem com uma ideia totalmente além destes teóricos. Nâo é certo nem errado, é novo, mas é importante saber que estes conceitos apesar do tempo, são totalmente aplicáveis hoje e são verdades universais. A forma muda, o conteúdo permanece.
Portanto, planejar hoje é além de fazer bem o papel, e digo mais, o planejador procura renovar a própria publicidade/propaganda, pelo excesso de informação que ele tem que lidar hoje. Pensando nisso e no excesso de manifestações e tendências que temos que nos inundar, entender o ser humano continua sendo uma arte mais difícil. Por isso deixo como mensagem final de Bill Bernbach:
"No âmago da boa filosofia da criação está a certea de que nada é tão poderoso quanto uma profunda compreensão da natureza humana..."
Dicas:
Ideação
Técnica de produção de ideias