segunda-feira, março 01, 2010

The Myth of Efficiency

James Kwak's excellent post The Myth of Efficiency is rooted in the idea that for most professionals "the length of their workday isn’t set by a clock, but by their sense of when they’ve done enough for the day."

I’ve become very skeptical of the simple argument for efficiency studies....The idea is that time has a monetary value (say, the per-hour employment costs of each employee), and if you save time, you save money. One example that LeBlanc mentions is moving printers. It seems to make sense on its face. You spend time walking to and from the printer. Therefore, printers should be located to minimize the total time people spend in transit, which could mean moving the printer closer to the heavy users of printing. Then those people can spend more time at their desks being productive.

But there is a serious fallacy in this argument: the assumption that the constraint on productivity is time at your desk. Let’s leave aside the issue of whether you are productive walking to the printer. The more serious issue is that you aren’t equally productive the whole time you sit at your desk. What if you spend your extra two minutes (in reduced time picking up printouts) at I Can Has Cheezburger?

In other words, doing X may save you time, but that doesn't necessarily mean you'll then fill that time with productive work. This seems simple but many efficiency-obsessed people forget it.

Here are few random, current thoughts on the topic:

1. Each morning I write down the 4-5 things I want to accomplish in the day. I try to make it realistic. The idea is to define "done." Otherwise, I will always feel like there's more work I should do before going to bed. Here's a related HBS post titled An 18 Minute Plan to Managing Your Day.

2. My guess is even talented and productive people can do only a few hours of hard, real focus work per day and a few more hours of medium-focus per day. The rest is time wasting.

3. I use Toggl to track my time. It's excellent. I turn on the virtual stopwatch when I work on certain projects and turn off the moment I do something else, so I get an accurate look at how much time I'm investing in certain projects. It also puts me in a state of mind: when the stopwatch goes on, email goes off, and so does random web browsing. Eventually, perhaps I can be like Jim Collins and carry around a real stopwatch with me. Toli Galanis uses this stopwatch.

4. I get little to no value out of RescueTime.

5. Alain de Botton is one of the best Twitterers out there, and I agree wholeheratedly with this missive: "One of the greater problems of the age: how to concentrate..."

Copy and paste Ben Casnocha

Posted via email from pauloperes's posterous

domingo, fevereiro 28, 2010

Jess3: estatísticas de uso da Internet

Confiram abaixo o clipe apresentado por Jesse Thomas (craque em social media e data visualization) em Baltimore em uma palestra da AIGA que traz etsatísticas atualizadas de uso da Internet no mundo com um visual super bacana.



JESS3 / The State of The Internet from Jesse Thomas on Vimeo.



- via Totally Naked
c and paste da PaulaRizzo

sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Um bom planejador e o papel da propaganda

Ao longo deste post, muitas partes irão se confundir com partes do livro Como Planejar a Propaganda, de Alan Cooper. O objetivo deste post é fazer um paralelo entre o papel da propaganda e onde o Planejador se insere neste processo.

Começando por este citação:
Identificar e definir o papel da propaganda é a parte mais importante do processo de planejamento e a que mais exige da competência do planejador. Há duas razões essenciais para isso. Em primeiro lugar, como hoje convergem 3 megatendencias de sofisticação do consumidor, do varejista e acima de tudo, das mídias, a propaganda já não tem mais um papel determinado na comunicação de marketing. Nos dias de hoje, fazer uma imersão no negócio do cliente, compreender realmente as marcas, conhecer os pontos fortes e fracos de todos os Canais de Comunicação disponíveis são talentos essenciais de um bom planejador, porque o papel da propaganda só pode ser identificado quando se adota a melhor perspectiva.

O livro não é novo, mas parece novidade quando lemos. Alan Cooper fez uma compilação de vários textos ao longo do livro. Entender do negócio do cliente, a gente tá cansado de ler. Mas você faz? Faz como? Realmente você faz? O planejamento de marketing hoje, muitas vezes é desenvolvido ao lado do de comunicação, ou, pelo menos é dada uma maior importância ao fator publicidade, justamente para se criar uma melhor perspectiva sobre um todo.

O planejamento nesta hora precisa entender tanto de cloud computing, cluster, curva de aprendizagem, twitter, posicionamento, logística, curling, facebook, digg, pdv, leads, tendências...e até publicidade. Tudo isso para enfim, planejar.

Publicidade tá cada vez mais complexo. Cada vez mais intangível e cada vez mais transparente. E na hora de fazer uma campanha de varejo resultado é o que importa? Importa cada vez mais, mas importa de forma mais consciente e correta. Por isso a perspectiva do planejador - e aqui insiro a publicidade, é importante, dará a cara e a tendência intelectual da publicidade para aquele cliente. Entender que o cliente é e como ele pensa, aje, vive, come, respira faz perceber como ele integra o processo de tomada de decisão dentro de uma empresa ajudando, a gente a olhar melhor o que estamos fazendo.


Base teórica
Para atingir o consumidor precisamos de métodos, de teorias e formas racionais de lidar com o intangível. Em 1967 James Weeb Young escreveu Five Ways, que era um modelo elaborado de como a propaganda deveria funcionar. É um dos modelos mais próximos ao que imaginamos hoje (ainda). Ela funciona:

•Por meio da familiarização
•Por meio da lembrança
•Pela disseminação de novidades
•Pela superação da inércia
•Agregando um valor inexistente no produto

Totalmente atual? Acredito que sim.

Stephen King elaborou a "Escala de Imediatismo" que propunha como um planejador deveria agir diante de um problema do cliente, mas sobretudo como um tipo de guia situacional de ação sobre o processo.

São dois modelos teóricos do papel da propaganda e do planejador. Vale como reflexão para perceber como ainda escurregamos de vez em quando nos processos.

Evolução
A propaganda evolui a cada ano, percebe-se hoje uma movimentação cada vez mais forte dos setores de marketing das empresas e dos CEOS, no trato da comunicação com suas agências. Hoje existem muito fornecedores de ideias e cada empresa vai escolher o jeito que a propaganda será feita a partir da forma como a agência vê ela. Como neste post do Blue Bus - Você não está contratando o passado de uma agência, mas o seu futuro.

Pensar em propaganda nos faz perceber como ela é sistema encadeado que precisa ser entendido. Quebrar estas barreiras nos dias de hoje é tentar sub-verter a linguagem. Wieden Kennedy, a Crispin Porter, a Mother, a Santo, 180 são agências que vem com uma ideia totalmente além destes teóricos. Nâo é certo nem errado, é novo, mas é importante saber que estes conceitos apesar do tempo, são totalmente aplicáveis hoje e são verdades universais. A forma muda, o conteúdo permanece.

Portanto, planejar hoje é além de fazer bem o papel, e digo mais, o planejador procura renovar a própria publicidade/propaganda, pelo excesso de informação que ele tem que lidar hoje. Pensando nisso e no excesso de manifestações e tendências que temos que nos inundar, entender o ser humano continua sendo uma arte mais difícil. Por isso deixo como mensagem final de Bill Bernbach:

"No âmago da boa filosofia da criação está a certea de que nada é tão poderoso quanto uma profunda compreensão da natureza humana..."

Dicas:
Ideação
Técnica de produção de ideias

sábado, fevereiro 06, 2010

Super-homem 24hs! Compre essa ideia.

Atitude é importante em qualquer momento.

Em uma apresentação de campanha, em um brainstorm, em qualquer momento da sua vida. Posicionar-se é importante para ser visto e ser ouvido. O mundo respeita aqueles que se posicionam, mesmo que em situações erradas.

Lendo este post do Seth Godin, "The relentless search for "tell me what to do" ( em tradução livre: A busca incessante por "diga-me o que fazer"), me fez pensar na minha atuação tanto como profissional quanto como pessoa. Quando Seth diz:

People are just begging to be told what to do. There are a lot of reasons for this, but I think the biggest one is: "If you tell me what to do, the responsibility for the outcome is yours, not mine. I'm safe." - As pessoas estão apenas implorando para serem ditas o que fazer. Há uma série de razões para isso, mas acho que a maior delas é: "Se você me diz o que fazer, a responsabilidade pelo resultado é sua, não minha. Eu estou seguro".

No dia-dia, quando ligamos o piloto-automático muitas vezes esperamos respostas para os nossos problemas ou esperamos o que fazer daqueles entes superiores que pagam nosso salário. É algo, muitas vezes visto como comum por nós mesmos, afinal eles têm a experiência. (Confesso que eu vejo e sinto um pouco de raiva, seja quando me pego fazendo isso ou uma outra pessoa fazendo de forma descaradamente. É feio. Se envergonhe!)

Posicionar-se como pro-ativo é cada vez mais importante hoje e ficou mais latente quando eu ouvi este podcast da CBN/Mundo Corporativo, com o Thiago Cury -
A influência da qualidade
de vida pessoal no equilíbrio profissional, onde ele menciona a necessidade do colaborador procurar suas próprias motivações diárias e não esperar as 'motivações extrínsecas', que são aquelas dadas pelas empresas, como: reconhecimento em público, dinheiro etc...

Ter atitude hoje em um mundo que "quer que você seja uma engrenagem, substituível sem rosto na gigantesca máquina de produção", (como Godin fala), é mais do que imprescindível. É uma busca premente e incessante por ser 100% sempre, a toda hora e a todo momento.

Ser organizado, ter boas ideias, ser estudioso, saber defender suas ideias, saber absorver conhecimento, saber se posicionar, saber das novas tendências, escrever num blog, postar no twitter, ler sobre negócios, comer comida saudável, fazer dieta, fazer esportes, ser geek, ler sobre economia...o mundo nos cobra 24hs e temos que retribuir trabalhando cada vez mais por menos e sem reclamar.

O mundo é correto? Não. O mundo é mal, mas temos que nos adaptar. Sempre!
Pausa. Pausa. Pausa!

Ser um super-homem é difícil. Fico admirado com aquelas pessoas super-poderosas que têm tempo de twittar, que tem tempo para demonstrar que são 'humanos' e isso me mostra o grau de organização que deve ser a vida destas pessoas. Penso como Carlos Gosnh deve durmir (Presidente da Nissan e da Renault). No time for living.

Deixo como mensagem final uma que ouvi do Michael Porter, na ExpoManagment2008: Não seja o melhor, seja único.

Trabalhe bastante para ser reconhecido pelos seus resultados. Não precisa ser o melhor, mas tente se posicionar, tente se mostrar mais confiante no que fala e em como olha. Só seja único. Ser o único também se faz lembrado.