Blog c/ pensamentos sobre: branding, planejamento, marketing, gestão e o dia-dia. ...Significado de abrandar: v.t. Tornar brando. Fig. Suavizar: abrandar mágoas. Serenar. V. i. Tornar-se brando, menos intenso
segunda-feira, agosto 10, 2009
Prêmio Colunistas 2009 - Ouro, Prata e Bronze
Venho informar com orgulho que nossa agência a Armação Propaganda acaba de ganhar 6 prêmios no Prêmio Colunistas 2009. Foram 3 Bronzes, 2 pratas e 1 Ouro.
segunda-feira, agosto 03, 2009
domingo, agosto 02, 2009
Os profissionais hoje - A Geração Y
"...os profissionais de hoje não querem simplesmente mais dinheiro. Querem crescer. Querem mais conhecimento, treinamento e oportunidades. Querem poder: Querem que as coisas lhe sejam delegadas. Também querem mais equilíbrio em suas vidas. Os funcionários desejam ser bem tratados. Lembre-se de que grande parte da vida é passada no trabalho. Se conseguirmos que esse tempo se torne apenas um pouco mais agradável, todos se sentirão melhor, o que irá gerar mais confiança nos chefes. O resultado final será menos estresse para todo mundo. "*Parte extraída do Livro "Café com Eficiência" de Chuck Martin.
Esta parte do livro foi retirada de propósito pois é um reflexo da realidade profissional que o mundo vive hoje. A vida profissional de hoje é uma mistura de várias gerações, cuja geração que vem dominando a forma como de lidar com os problemas e a vida, é a geração Y. A mais jovem, mas com maior poder de influência hoje.
Geração Y
Em matéria recente na HSM Management, precisamente na de maio/junho há um foco importante na Geração Y, a geração que vem tomando conta de forma estratégica nas empresas. Para explicar sobre essa geração é importante entender quem são:A Geração Y é expert no uso de tecnologia; É influenciada pela web 2.0 (wikis, blogs, redes sociais etc) mantém fortes laços com as comunidades que são em geral virtuais; São pragmáticos e irreverentes; Desejam 'trabalhos com sentido'; Querem controle financeiro de suas vidas e defendem equilíbrio entre vida profissional e pessoal; Esperam feedback de todos no escritóri; Cresceu em um mundo dominado pela velocidade e imediatismo; o escritório é uma camisa de força e uma local que precisa provocar e estimular a criatividade; Nasceu num ambiente tomado pela diversidade e flexibilidade. (Nascidos depois de 1980 - ou Geração do Milênio)
Os pertecentes a Geração X mais que por qualquer coisa, pela mídia, e pela tecnologia; Querem passar mais tempo com os filhos e, por essa razão, trabalhar menos; São céticos e individualistas; Aprecisam a informalidade e a autoridade proveniente do mérito. (Acho que tem muitos jovens com este perfil atualmente). Preferem que não intervenham no seu trabalho. (São nascidos entre 1965 e 1980)
Os boomers, respeitam a hierarquias, são competitivos, idealistas e ambiciosos. Não vêem o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional como fator decisivo. Tendem ao formalismo. (Nascidos entre 1946 e 1964)
E ainda temos os seniores, nascidos antes de 1946.
Estes 4 modelos de pessoas foram analisadas pela consultorias PricewaterhouseCoopers e a Ernst & Young, com o objetivo de identificar possíveis atritos gerados pelas diferenças de idades e pensamentos no mesmo ambiente e em que brecha cada geração atua na conquista de seu espaço. Desta análise surgiu a série relevisiva The Officeque retrata a vida dos funcionários frustrados de um escritório, The Firm. Nesta série interpretada pelos próprios funcionários da consultoria é um guia de como identificar atritos e soluções para impasses dentro do trabalho.
O interessante saber que os executivos mais jovens não se deixam impressionar pelo status que as outras gerações insistem em demonstrar. Dirigir uma empresa nao é prestígio se o preço é pagar dedicado ao trabalho. A cultura do Y é a mescla da idéia de desempenho, somada as variáveis de curto prazo.
Don Tapscott, lançou recenemente o livro "Grown Up Digital" resultado de estudo em que chegou a um modelo de como se deve lidar com profissionais da Geração Y, em 8 normas:
Repensar a autoridade, ser um facilitador, Redesenhar a estratégia de recrutameno, Redesenhar a estratégia de capacitação, Tirar proveito das Redes Sociais, Redesehar a estratégia de retenção de talentos e Liberar o poder dos jovens.
São atitudes interessantes práticas para lidar com esta geração. Como sou nascido na geração Y, vou terminar o post o mais breve possível, porém de forma concisa. Estudem seus funcionários, forneçam a eles subsídios para melhorar a criatividade dele. Esta geração pode não ser o chefe, mas tem uma visão bem ampliada do que é gerenciar alguma coisa.
segunda-feira, julho 27, 2009
segunda-feira, julho 20, 2009
Construir a marca através de uma comunicação de choque
Sempre imaginei que criar uma marca fosse difícil e quando digo marca, não é o símbolo gráfico, mas sim a construção imagética de um "ser" que conviverá conosco no dia-dia.
Usar a Comunicação como instrumento deste crescimento é um desafio que criativos e planejadores têm dificuldades as vezes, no entanto, quando você está na criação e opta por propor um posicionamento mais digamos chocante, você alegra o seu dia e coloca no seu portfólio aquela peça tão desejada que soará como: "Ei, sacanagem. Ficou ducaralho." mas me pergunto, é isso mesmo que a marca quer falar?
Sou fã de posicionamentos radicais, mas fico me perguntando até onde a nossa mente lembra daquela marca que fez aquele comercial que tinha 3 caras que transavam com 3 gostosonas na tv. Será que é uma forma saudável de criar uma lembrança de marca, pelo sentido digamos, primitivo do homem da cópula? (Risos a parte. ) Viagem? Talvez. Mas me pergunto quantas destas permanecem na mente. E outra, sustentar este posicionamento é ser coerente com as futuras comunicações, correto? Ou você é uma marca de um comercial só?
Comercial da Sprite censurado na Alemanha from Comunicador on Vimeo.
Recentemente a Sprite lançou (tá bom ela tem know-how e experiência para isso) um comercial que no mínimo é provocativo, pois simula um oral seguido por outras coisas. Adoro estas coisas, quando uma marca tão parada quando a Sprite, do ponto de vista da ousadia, ousa em provocar TANTO assim, mas será que para a futuramente é bom?
O mais engraçado é saber que em outros países a linguagem e o posicionamento muda. Isso não é incoerente? Ou isso é mais um "videozinho viral", tipicamente de jovem?
Você marca vai crescer e ser relevante com um viral oral?
Para mais videos banidos, aqui.
quarta-feira, julho 08, 2009
Tendëncias de Consumo, Novas Atitudes

Participei de um seminário no Louvre, há algumas semanas onde um dos mais importantes Bureaux de Tendências do mundo, junto a sociólogos e experts em economia discutiram sobre os novos códigos de consumo bem as mudanças de comportamento face à crise. Como vejo que as estratégias aqui aplicadas (na COM francesa) são baseadas profundamente nestas diretrizes, resolvi falar um pouco no tema.
O material é super profundo, mas vou resumir as linhas mestras do pensamento sobre como devera ser o comportamento do futuro consumidor. A regra número um é Consumir menos, Consumir melhor (este foi praticamente o slogan de todo o seminário).
Mas não se trata de limitar o consumo e sim de repensar os hábitos de consumo:
Neste se incluem como idéias fortes:
· Explorar novos canais de compra
· Limitar o prazer do hipersupérfulo
· Aprender a não desperdiçar (economia consciente)
· Mostrar-se mais exigente em vista de marcas e produtos (valores verdadeiros)
· Mudança de comportamento para hábitos duráveis.
O conselho para empresas ficou em : inscrever-se na durabilidade em valores verdadeiros e em aprender a dividir.
O novo consumo
Desejos efêmeros convivem com compras perenes. Desenvolvimento sustentável (não existirá mais espaço para empresas que não estiverem comprometidas com a política que respeita o meio ambiente, e sustentabilidade).
- · Reatividade: pequenas séries, edições limitadas, novidades estonteantes, renovação regular, mais autonomia, exigência pela qualidade, rejeição à copias, criatividade elevada ao vetor máximo.
- · Espaço aos extremos: luxo e pequenos preços (empresas com posicionamento “moyenne gamme” sofrerão mais à crise.
- · Coleções + (plus): já conhecemos a Linha Bis de grifes e produtos onde os preços são mais acessíveis, mas ainda assim levam na etiqueta a magia da marca.
Como exemplo a marca Valentino Red. O famoso costureiro vende em plena Av. Montaigne uma das mais sofisticadas do mundo, vestidos no valor de 500 euros, quando a linha Valentino custa em torno de 2000 mil euros podendo ir até 80 mil.
Com a o poder de compra mais limitado, o consumidor vai ou para extremos, onde a Linha PLUS é diretamente ligada ao hyperluxo. Sua sobrevivência vem do combate a banalização, da copia, mas, sobretudo do refinamento de produtos elaborados a partir do verdadeiro “savoir faire”.
- · Sampling mode: estilistas, grafistas, músicos dividem espaço das artes e criam o co-branding na moda, arquitetura, gastronomia tanto para a grande como para média e pequena distribuição.
- · Novos mercados: abertura para talentos em mercados como Estocolmo, Tóquio, Hong Kong, Moscou, Rio de Janeiro ou Los Angeles.
- · Atitude verde: Não se trata somente dos produtos BIO (estes já são parte cotidiana do consumo na Europa), mas o BIO como forma de preservar a herança da marca.
- Produtos básicos tomam força e as marcas redescobrem os seus antigos parâmetros de criação. As peças ícones voltam com força e são reeditadas.
- · A simplicidade passa a ter tratamento de luxo. Como eu escrevi no meu primeiro artigo para este blog... Felizmente a morte do Bling, Bling!
copy and paste daqui.
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