sábado, junho 13, 2009

Criação Estratégica e Comuncação na Web

Uma apresentação bem interessante do Michel Lent, uma "personalidade" digital, fundador da 10´ Minutos, uma das pioneiras agência digitais do país, que foi comprada pela Ogilvy. Percebe-se o foco no resultado e no pragmatismo. O que mais gostei foi: Escolha o veículo, a plataforma ou invente a sua. A palestra aconteceu em maio em BH.

quarta-feira, junho 03, 2009

Twitter como meio de venda de Imóvel - Tecnisa


Sou cada vez mais fã do pessoal da Tecnisa, é uma construtora que investe pesado na internet e nas redes sociais. Neste case abaixo tem um resumo de como foi feita a campanha só para Twitter, onde provavelmente foi o ítem mais caro vendido no mundo por esta ferramenta. Romeu Bussarelo, diretor de marketing, junto com Denilson Novelli, gerente de E-Business da Tecnisa estão a frente desta nova forma de venda de imóveis.


Quer saber mais? Aqui.

sábado, maio 30, 2009

Aja com urgência ou fique para trás

Empresas precisam aprender a combater a complacência que costuma acompanhar o sucesso

Há um consenso entre os pensadores de negócios sobre as empresas precisarem, mais do que nunca, ser ágeis e ter uma grande capacidade de mudança para sobreviver num mercado em const ante transformação. John Kotter, professor da Harvard Business School, tratou do assunto no clássico Liderando Mudança, de 1996. Recomendava que as empresas seguissem oito passos para desenvolver esse atributo. Criar um “senso de urgência” era o primeiro deles, assunto sobre o qual se debruça em seu novo livro.

O que é um senso de urgência? Não se trata, segundo o autor, do que comumente as pessoas imaginam.“Elas pensam geralmente em alguma coisa parecida com pânico. Pessoas correndo de reunião para reunião, compelidas pela ansiedade e pelo medo”, diz. A verdadeira urgência, afirma, acontece quando você descobre oportunidades e, com grande determinação, tenta aproveitá-las a cada dia. É uma qualidade rara, que exige paixão, racionalidade e vontade de vencer.

A maioria das empresas apresenta um mesmo padrão, de acordo com A Sense of Urgency, o livro em questão. Depois que alcançam o sucesso, são tomadas por um certo contentamento com sua posição no mercado e a forma como estão estruturadas. É um estado de complacência que pode, muitas vezes, levar à derrocada. Em épocas de crise econômica, como a atual, a necessidade de um senso de urgência é ainda mais importante. Para alcançá-lo, John Kotter afirma que uma organização precisa seguir princípios:

  • Pense nas crises como oportunidades potenciais e não como um conjunto de problemas que deve ser delegado ao cuidado de especialistas.

  • Uma crise não reduz automaticamente a complacência. Se não for bem gerida, a crise pode criar medo e raiva dentro da empresa.

  • Mostre que a crise é real e afeta questões objetivas da organização. Combata o impulso de minimizar ou esconder as notícias ruins.

  • Para reduzir a complacência dentro da empresa, desenvolva planos de ação e implemente-os rapidamente. Procure avaliar a reação das pessoas.

  • As ações devem sempre focar no lado emotivo dos funcionários, tanto ou mais do que em suas mentes. Um comportamento apaixonado e uma férrea determinação são mais eficientes do que um memorando brilhante.

  • Não erre na dose ao criar um senso de urgência por causa de uma crise. O exagero pode fazer com que seus funcionários se sintam manipulados e levados a uma situação de risco. Passam a agir de forma negativa.

  • Se você é um executivo de nível baixo ou médio, e consegue encarar a crise como uma oportunidade, procure líderes de mente aberta que possam assumir suas ideias.

  • Nunca espere por uma crise para resolver seus problemas. Atue com urgência todos os dias.
Ilustração Megalo Design

Via: Época Negócios

segunda-feira, maio 18, 2009

Mudar Valores é tão difícil quanto mudar cabeças

Gregory indicou que quanto mais entrarmos dentro desta “cebola”, mais difícil é mudar nossa ação. Por exemplo, em muitos casos é fácil você mudar um comportamento, mas mudar valores é tão difícil quanto remover a educação de uma pessoa.

Entender a cabeça humana é uma forma interessante de propor trabalhos dentro de uma empresa, ainda mais se você for do setor de marketing, que já é uma área que trabalha com o subjetivo. Comportamento é algo que com alguma normatização conseguimos mudar. Capacidade é a qualidade daquele trabalho que você faz, ou seja, também é possível haver uma mudança, mesmo que aos poucos. Agora crença é algo que muitas vezes está enraizado na cultura de uma organização que fica extremamente complicado muda-la. Reengenharia? Só assim mesmo.

Já mudar (ou ensinar) valores é uma condição humana que temos quando queremos evoluir. Vemos campanhas e mais campanhas na tv sobre conscientização, não agrida o idoso, respeite a faixa de pedestre, não use drogas etc. Estamos tentando mudar o comportamento social, mas ao mesmo tempo tenta-se incutir novos valores na mente das pessoas. Tarefa a longo prazo.

Profissionais de marketing que identificaram uma lacuna interna de sua empresa, vão ter uma árdua tarefa se quiserem modificar valores, mas Gregory indica que para mudarmos precisamos oferecer um motivo e este é a Experiência. Só através da criação de algo marcante, que mexa conosco que poderemos provocar novas sensações e percepções sobre novos produtos, novos comportamentos ou apenas crenças desvalidas.



quarta-feira, maio 13, 2009

A vitória da percepção


Certo dia estava discutindo com minha namorada sobre o famoso "todo mundo sabe" como argumento de venda ou de defesa. Não acho um bom caminho. Hoje lendo Al Ries, ele citou "O problema é o - todo mundo sabe.", se referindo a difícil tarefa que um profissional de marketing tem de mudar a percepção do produto em relação a concorrência.

Uma transcrição do livro:

Se for perguntado para um comprador de um automóvel a diferença entre os veículos americanos e japoneses, a resposta provavelmente será: "Todo mundo sabe que os automóveis japoneses são melhores que os americano." Pois bem, muitas as vezes estes mesmos compradores nem tiveram experiências com estes produtos, mas defendem (as vezes cegamente) que os veículos japoneses são melhores.

Se o veículo japonês der problema o comprador pensará: "Ah, isso só acontece raramente. " Já se o mesmo problema fosse em um americano ele diria: "Eu sabia, eles não conseguem produzir carros como os japoneses. " ou "Já era esperado."

Concluímos: a vitória da percepção. O branding trabalha aí. Quando temos uma marca que conseguimos ter um posicionamento único, ideal, realmente diferente e conseguimos entregar valor, sua percepção de marca cresce. Portanto, vamos trabalhar a percepção!

segunda-feira, maio 11, 2009

Perde-se o cliente na ponta da cadeia

Acabo de chegar de um almoço acontecido num shopping local. Estava sozinho e quando estou assim, procuro observar como as pessoas são e se comportam no momento da compra. Estava eu sentado esperando meu almoço ser entregue (almocei neste lugares que pedem e você espera) quando então vejo 3 vendedores - aqueles que lhe abordam com o cardápio na frente do seu restaurante esperando a clientela passar. Pensei. Nossa 3 funcionários?! A demanda deve ser alta.

Durante os meus 20 minutos de espera fiquei observando os 3 atendentes. E constatei como é importante o treinamento. Estavam eles com uma postura desajeitada e inclusive um "catucava" o nariz a cada 5 minutos. Acho que o cliente que passa e vê o atendente de um restaurante limpando a área nasal não fica entusiasmado em comprar lá. O treinamentocliché que seja é uma forma de mostrar um profissionalismo, diferente do que vi "barriga para fora, perna pro lado, bocejo já".

As vezes no dia-dia não percebemos o teor de algumas ações durante o atendimento, e quando estas são notadas pelos clientes tendem a ser tornar componentes negativos. Neste caso aquele atendente que quisesse dar uma limpada na narina, que fosse ao banheiro. Aquele funcionário que não tivesse uma postura de "comissário de bordo", que fosse alertado ou avisado.

Posso estar sendo rígido em pedir isso, mas as vezes por muito menos perde-se o cliente. Por isso não basta ter uma loja/restaurante/empresa que trabalhe muito bem o seu PDV que invista na beleza e tecnologia, se na ponta no funcionário solta um arroto sonoro. Exageros a parte.Cuidado com o atendente, ele é seu aliado. Cuide dele e mostre para ele que ele como todos se ajudarem.