quarta-feira, março 25, 2009

Adidas Party 60´s

Para comemorar 60 anos de vida a Adidas, desenvolveu alguns filmes para veicular ao longo deste ano, convidando as pessoas a entrarem na 'festa'.
Nos filmes tem participações
Estelle, the Ting Tings, Missy Elliott, athletes Kevin Garnett, Mark Gonzales, and designers Kazuki e Jeremy Scott...



Muito bons os videos. É interessante que a Adidas tá adicionando ao seu posicionamento de alguns anos para cá cultura de rua mais intensa. Amplia-se o foco de atuação, porém segmenta-se para aquele nicho (ou tribo).





Mais filmes aqui.

N Jovem: Ytrends

O N Jovem é um núcleo da Editora Abril e o mercado publicitário. Neste site voltado ao estudo do jovem existem várias pesquisas de acesso gratuito do Brasil e do Mundo.
O projeto em si é interessante para captar tendências e comportamento deste público com as novas mídias. Como ele interage, como procura conhecimento e como encara questões sociais.

terça-feira, março 24, 2009

It's What We Do Differently That Makes Us Better

"It's What We Do Differently That Makes Us Better". Esta é a frase que todo Diretor de Marketing, todo publicitário, ou melhor, todo profissional deve-se fazer. O que na sua empresa; você; o seu colega ao lado está fazendo que diferencie em relação aos outros? O que o deixa acima da média? Você já se fez esta pergunta? Os seus projetos são realmente inovadores, consistentes e relevantes?

Você (ou sua empresa) se preocupa mesmo com o seu cliente? Bem, estas perguntas vieram (novamente) a tona depois que li esta matéria (dica do @fabioseixas), que cita a SouthWest, uma empresa famosa por conseguir ter maior número de vendas e melhores índices de crescimento consecutivos nos EUA, desde 1985, ano da sua fundação.

A Southwest é uma grande empresa o seu modelo de negócio é inovador e é impressionante a forma como eles conseguem lucrar. Vamos lá: é a companhia aérea que passa menos tempo em solo, maior tráfego tem, melhores preços, não tem serviço de bordo praticamente (basicão mesmo), mas funciona e bem. Os pilotos são os que mais ganham e mais trabalham, mais ou menos 12 horas em média. Detalhes, os funcionários são felizes. Este foi um modelo que a GOL aqui no Brasil se inspirou, baixo custo e o máximo de prestação. Em miúdos é uma Inovação Disruptiva.

Mas voltando ao artigo. Entender que o cliente está ali para usar um serviço que ele necessita, não muito incomum muitas vezes está cansado, está com problemas na cabeça, o ideal é transformar este momento de contato no melhor ou mais prazeroso momento para o cliente.
Veja como a SouthWest dá boas vindas da cabine os passageiros:



O Humor é ou não é uma ferramenta de relaxamento (e muito treinamento também), leia-se venda?
Kotler em seu livro conta que David Neeleman que trabalhou na Southwest e hoje é o dono da JetBlue, formatou orientações para os funcionários contribuírem com a empresa para fazê-la melhor para o cliente. Estes Valores diziam para todos os tripulantes, até mesmo o piloto ajudar na retirada do lixo do avião para diminuir o tempo em solo. Inovar? Inovou. Diferenciou? Sim, menos custo, melhores serviços, melhores desempenhos, melhores salários.

segunda-feira, março 23, 2009

Ouça a voz do consumo. A Classe C.

A Classe C, diz: queremos comerciais que vendem sonho aos que mostram a realidade.

Esta frase foi a que me chamou mais atenção na matéria na Meio & Mensagem de 16 de março (estou ainda lendo algumas que chegaram atrasadas aqui em casa) por conta da criação da McCann Bairro, uma unidade especializada no Consumidor Emergente. Acho a idéia sensacional. Ter uma divisão dentro de uma empresa que pense exclusivamente em uma classe que é a grande vedete hoje em todos os setores. Salve Lula (ou FHC).
Entender as várias classes C dentro de cada Classe C, é um trabalho rico e importante para o direcionamento de mídia.

“O objetivo da pesquisa é ampliar o conhecimento da McCann sobre a classe C brasileira, que representa o futuro do crescimento interno do País, ultrapassando o óbvio do que já se sabe sobre essa fatia para chegar além do que se vê. A pergunta é: qual é o horizonte?”, explica Aloísio Pinto, vice-presidente da McCann Erickson.

A classe C identifica diferenças claras de consumo entre sua classe, pobres, classe média alta e ricos. Tem ainda a consciência de que pode comprar, mas quer mais e melhor. Seu sentimento de exclusão deixa de estar ligado ao financeiro e atinge o comportamental. “O desejo prioritário da Classe C é hoje consumir sem preocupação e aprender a se comportar como classe média”, afirma Aloísio.

Pessoas de classe média baixa. É assim que parte considerável da amostra – 47% - define-se atualmente. Têm a necessidade de priorizar os gastos, carregam sempre alguma pendência financeira, mas não sofrem a falta de alimentos, condição restrita aos “pobres”, na visão do público pesquisado. Ainda assim, 68% sentem-se desprezados pelos ricos e 55% declaram ser avessos a produtos comercializados em lugares considerados “chiques”. “É curioso perceber que a classe C deseja consumir mais, mas não demonstra a preocupação em mudar de classe”, afirma Aloísio.

A proporção de poupadores entre a classe C ainda é minoritária: apenas 38% têm esse hábito. Fazer planos para o futuro não significa, necessariamente, poupar dinheiro. “Vivo com o que tenho e compro o que é possível” é afirmado com veemência por 59% dos entrevistados.

Outro dado importante apresentado pela pesquisa é que 46% dos entrevistados afirmam que uma propaganda de oferta não necessita de música e nem história; 44% também diz que um comercial bom não conta história, mas só mostra o produto; 42% prefere ver gente de bem com a vida em vez de gente batalhadora; e 34% prefere o comercial que vende sonho do que aquele que mostra a realidade.

Vale a leitura da matéria. Acredito que iniciativas como essa e como a da Lew,Lara em criar uma unidade especializada no setor automóveis, são atitudes ousadas que podem pagar o preço da experimentação, mas ganham em tentar oferecer um conteúdo mais personalizado para o consumidor. Vender sonhos a publicidade pode vender, mas vendamos o SEU sonho. Isto que importa.


*desculpem-me todos a ausência no blog, ando realmente meio ocupado

terça-feira, março 17, 2009

A chuteira mudou de cara

Como parte da estratégia para internacionalizar a marca, a Topper muda seu visual e amplia seu portfólio para atuar no mercado de artigos esportivos

 Divulgação
Mudança no logotipo: Topper deixa de ser uma marca segmentada para ser unissex

Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva. Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado. A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores. "O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.

A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas. Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo. A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas à marca Topper. "Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.

Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos. "Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.

via Época Negócios

Link para baixar - Pra Entender a Internet

Saiu o livro "Pra Entender a Internet". Para baixar o livro que foi lançado via twitter, você vai aqui.