terça-feira, março 17, 2009

Lançamento pelo Twitter do livro "Para entender a internet"

Capa Para entender - em alta Nesta terça (dia 17), 18h, em São Paulo acontecerá o lançamento de um livro 100% pela Web, integralmente disponibilizado em PDF. Em conjunto com um site de debates sobre o tema. O livro é uma coletânea e se chama Para entender a internet - Noções, práticas e desafios da comunicação em rede - ao lado, a capa. Participam 38 autores, todos eles protagonistas brasileiros em seus campos de atuação.

Apesar de terem sido produzidos pensando no leitor com pouca familiaridade com a Web, os textos vão além das simplificações e dos modismos para, ao mesmo tempo, ensinar e provocar. E os autores têm intimidade com o assunto para fazer isso. Por exemplo, Edney Souza, o Interney, um dos blogueiros mais conhecidos do Brasil hoje, é quem escreve sobre blog. Soninha Francine, vereadora, atual sub-prefeita em São Paulo, escreve sobre internet e lei eleitoral. Fábio Seixas, um dos brasileiros mais seguidos no Twitter, fez o texto sobre micro-blogging. Sérgio Amadeu, ativista combativo do software livre, escreve sobre pirataria online. Ronaldo Lemos, um dos ativistas brasileiros mais conhecidos e respeitados internacionalmente, explica o que é o Creative Commons. E por aí vai a lista.

Muitas pessoas ainda sentem que a tal revolução trazida pela Web é uma festa para a qual eles não foram convidados. Muitos professores de escolas públicas e privadas, empreendedores, executivos, comunicadores, administradores públicos e uma boa parte da sociedade civil não entendem o motivo de tanta euforia em relação à internet. Esse livro pretende ser um convite para que elas entrem e participem da festa.

Para chegar a essas pessoas sem contar com os meios tradicionais de divulgação e distribuição, o jeito é usar a rede. E é por isso o arquivo em PDF do livro tem menos de 1000k - para caber em uma mensagem de email - e é por isso também que o lançamento deste livro não será em uma livraria e nem em outro espaço físico, mas online, pelo Twitter.

Resumindo, nesta terça (dia 17), às 18 horas (horário de Brasília) haverá a disponibilização pelo Twitter do link para o site e para fazer o download do livro. Naturalmente, todos os autores têm conta no Twitter e serão convidados especiais para essa conversa. Não sei se isso já foi feito e nem o que vai acontecer, mas, no mínimo, vamos ter um bate-papo com quem quiser saber mais sobre esse projeto.

Dica: Siga o @interney

segunda-feira, março 16, 2009

Atrelar produtos a personalidades famosas, como a atriz Deborah Secco, traz uma série de vantagens. Porém, ao optar por um astro ou estrela, o risco é grande. Como evitar problemas imprevisíveis e contratar a celebridade certa para divulgar o seu produto?

Contratação de celebridades
como Deborah Secco
demora muito tempo,
é muito mais complexo
e mais caro do que contratar
um modelo fotográfico
Contratar uma celebridade para divulgar uma marca ou um produto pode sair mais caro do que dita o contrato. A eterna dúvida dos anunciantes sobre o risco de apostar em uma personalidade famosa ou contratar um modelo fotográfico tem razão de ser. Optar por um astro ou estrela das páginas de revista traz um risco duplicado, segundo Roni Gotthilf, diretor de criação e dono da Fox Comunicação.

O primeiro problema é a possibilidade de a celebridade chamar mais atenção que o produto. “Nesse caso, o público lembra da campanha publicitária, lembra da pessoa que fez o anúncio, mas não sabe dizer a marca do produto nem reconhecê-lo nas prateleiras”, diz Gotthilf com conhecimento de causa. Nos anos 90, a pedido de uma marca de cuecas, contratou o apresentador da TV Globo Jô Soares para ser o garoto-propaganda. O resultado? Nada bom. Por ser uma personalidade marcante e por se identificar pouco com o produto, o apresentador acabou roubando a cena. Muitas pessoas lembravam do anúncio e do Jô no intervalo comercial mas não sabiam dizer a marca da roupa que ele divulgava.

Outro risco é a possibilidade de o garoto-propaganda protagonizar algum escândalo ou cometer algum delito. Nesse caso, ele prejudica a sua imagem e a marca perante o público. Exemplos de celebridades no Brasil e no exterior nessa situação não faltam. Muitas marcas se precavêm e acrescentam uma cláusula no contrato contra esse tipo de problema.

Escolha positiva

estoque nas lojas acabou
antes mesmo da reposição
O fato é que se o anunciante acerta na escolha da celebridade, o lucro é certo. “A vantagem é óbvia: a empatia desse personagem com o público é imediata”, afirma Gotthilf. O consumidor reconhece rapidamente as qualidades da marca que o anunciante deseja destacar por relacioná-la ao artista que ele gosta. Por isso, explica o diretor da Fox Comunicação, “a personalidade precisa ter compatibilidade com o produto e com a marca”. Segundo Gotthilf, não dá resultado colocar um artista famoso ao lado de um produto com o qual ele não se identifica.

A Scala, marca brasileira de lingerie sem costura, decidiu apostar na contratação de uma estrela da TV brasileira. Desde o início de outubro, a atriz Deborah Secco, capa da última edição da Revista Quem, é a garota-propaganda da marca. Essa é a primeira vez que a Scala contrata uma celebridade desde o lançamento do produto em 1998. “Até então, as campanhas publicitárias sempre tiveram como foco a inovação e o conforto”, afirma Gotthilf, diretor da campanha publicitária em mídia impressa, eletrônica e para ponto-de-venda.

Deborah Secco em foto
do ensaio para
a Revista Quem Acontece
Foto: Revista Quem Acontece
O resultado da aposta é positivo. A Itabuna Têxtil, fabricante da Scala, comemora o aumento do faturamento. Em menos de um mês, a venda dos sutiãs Flip pulou de 10 mil unidades para 40 mil. O modelo do sutiã Evolution também vendeu mais: foram 28 mil peças, enquanto a previsão era de 18 mil. “Além disso, o estoque das blusas sem costura está terminando antes mesmo de a reposição chegar às lojas”, informa a empresa, com sede em Guarulhos, cidade da região metropolitana de São Paulo.

Investimento x retorno

Venda do sutiã Flip pulou de 10 mil
para 40 mil em menos de um mês
Para contratar uma celebridade, o anunciante precisa ter consciência de algumas questões importantes. Além de custar muito mais caro do que um modelo fotográfico, a contratação de uma personalidade famosa leva muito mais tempo e exige uma série de cuidados extras. “Ao contratar uma personalidade é preciso definir uma série de detalhes como, por exemplo, onde ela vai fazer as refeições, em que hotel ficará hospedada, quando ela vai aprovar as fotos, que modelo de carro quer usar. A personagem pode, inclusive, exigir a contratação de um determinado maquiador e cabeleireiro”, diz o diretor da Fox Comunicação.

Além de custar pelo menos dez vezes mais, o processo de contratação de uma celebridade leva, em média, dois meses. Contratar um modelo fotográfico leva dois dias ou menos. “Além disso, a preparação de uma sessão de

Deborah Secco
é a primeira celebridade
contratada pela Scala,
marca de lingerie sem costura
fotos com uma celebridade é muito mais complexa. A diária da celebridade é, normalmente, de oito horas com intervalo para almoço”, afirma o publicitário. Ou seja, a combinação de produto com cenário, luz, enquadaramento precisa ter sido planejada antes de a celebridade chegar no estúdio. Tudo para não perder tempo e dinheiro.

Alguns cuidados na hora de definir qual celebridade falará da sua marca, segundo Roni Gotthilf
  • não escolher uma personalidade volúvel nos relacionamentos amorosos. Não é moralismo: é uma forma de evitar escândalos
  • procurar celebridades com imagem e qualidades compatíveis com o produto e com a mensagem da campanha
  • pensar nas características que ligam o garoto-propaganda ao produto. Será que ele usa o produto?
  • a celebridade precisa transmitir credibilidade. Personalidades que não são levadas a sério na carreira e na vida pessoal devem ser evitadas.

  • Via Época Negócios

    quarta-feira, março 11, 2009

    domingo, março 08, 2009

    Publicidade + Entretenimento + Interação = Futuro

    mvv1.pngEstamos vivendo um tesarac, termo cunhado pelo escritor Shel Silverstein para descrever uma espécie de dobra na história, um momento em que os paradigmas – sociais, culturais e econômicos – são substituídos”. Esta é uma das reflexões de Walter Longo, mentor de estratégia e inovação do Grupo Newcomm e vice-presidente de planejamento da Y&R, um dos destaques da revista HSM Management.

    Segundo o executivo, considerado um dos grandes especialistas em comunicação do país, o marketing do futuro se baseará no tripé Publicidade, Entretenimento e Interatividade. Denominado MVV, o conceito foi introduzido no Brasil pela Y&R - M de Madison Avenue, a Meca das agências em Nova York; V de Vine Street, rua dos grandes estúdios de TV e cinema em Hollywood; e o V é de Silicon Valley (Vale do Silício), o berço da tecnologia de Internet.

    Clique aqui para fazer o download e ler a matéria na integra.

    *copy and paste do UoD/Young

    Volkswagen - Safe happens: Um Conceito eficiente





    Um comercial Londrino, da Volkswagem, repercutiu há algum tempo e provocou muitos comentários sobre a forma como o comercial foi executado. Nele há uma nítida batida, enquanto o carro está em movimento com dois atores conversando. O Objetivo é mostrar o quanto os carros da Volkswagen são seguros. Safe Happens tornou-se mais que um conceito de propaganda, mas uma forma do público pensar o quão os carros de hoje estão saindo de fábrica realmente seguros.

    A propaganda vem para não apenas vender o produto, mas propor uma forma de pensar ou de vender, (que daí parte do marketing da própria empresa que por sinal já deve nascer da essência da empresa), formas relevantes (e de forma relevante) produtos ou serviços.

    A Crispin Porter + Bogusk, criadora do comercial com o Jetta acertou em cheio, propondo pensar na categoria e em como carros seguros podem salvar pessoas. É um ótimo exemplo de apelo transformador, como Kotler muito bem cita em seu livro Administração de Marketing, como comentei num post anterior.

    *Estou preparando algumas anotações para compor um post falando sobre o Comunicar 2009 que teve o Celso Loducca, Antonio Fadiga (Fischer), Nielsen, case da CVC, entre outros cases.

    terça-feira, março 03, 2009

    Comunicar 2009 Fortaleza

    Colegas leitores, estarei ausente ate no sabado pois estarei num evento o Comunicar 2009, em Fortaleza. Com palestras de profissionais da Nielsen, da Paim, entre outras, alem da aparicao do Celso Loducca.
    Assim que voltar postarei meus comentarios do evento, e retornarei a vida agora com acentos e pontuacao correta. Abracos,