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quarta-feira, maio 29, 2013

Métricas da Vaidade

Sobre o mundo de métricas da vaidade que existe. Serve para o marketing, a inovação, social media ou startup:
[Whenever you look at a metric, ask yourself, "What will I do differently based on this information?" If you can't answer that question, you probably shouldn't worry about the metric too much. Consider for example, 'total signups.' This is a vanity metric. The number can only increase over time (classic up and to the right graph). It tells us nothing about what those users are doing…Many companies claim they're data-driven. Unfortunately, while they embrace the data part of that mantra, few focus on the second word: driven. If you have a piece of data on which you cannot act, it's a vanity metric. The point here is that you're doing something based on the data you collect. "] Yoskovitz, Lean Analytics

domingo, dezembro 02, 2012

Como anda o engajamento social interno nas maiores empresas do mundo?



Relatório interessante, apesar da metodologia ser um pouco restrita e  enquadrar apenas as super enormes empresas no mundo, vale dar uma olhada. Algumas coisas que vi: 

  • Percebe-se que ainda não se tem uma integração de informações 'sociais' externas e internas, portanto, para gerar (novas) estratégias. 
  • Percebeu-se que mais de 45% pensam em transformar a empresa em Social Business, mas ainda não chegaram lá. 
  • De que ainda é difícil fazer os funcionários se engajarem, mas os números estão crescendo internamente.
  • E que, quem detém o funcionamento de estratégia e das Mídias Sociais é o setor de TI.

Passamos de 1 bilhão em investimentos em SM no mundo. E aí?

Se já passamos de mais de 1 bilhão em investimentos em Social Media no mundo, as perguntas (repetitivas) que saltam: 

  • Como estamos analisando os dados, neste mundaréu de dados (big data)? e; 
  • Quais métricas estão sendo avaliadas como sendo o sucesso? 

Estamos entrando vagarosamente na era do CEO (Customer Engagement Optimization)? Mas e o CRM está sendo bem feito e integrado com as mídias sociais?
"Investments in Social Media have breached the billion-dollar threshold. For key decision-makers, there are urgent questions that need intelligent answers: Are we tracking social media? How? How do we build our Facebook brand? Is anyone reading our messages from Twitter? How quickly do we reply?...A sobering investigation of this online landscape shatters the doubts of those who hesitate to offer social media response CRM services. Social media has the potential for sustainable advantages in increasing loyalty, improving customer satisfaction, boosting sales opportunities. It’s all about Customer Engagement Optimization. "
via customermanagementiq.com

quarta-feira, outubro 10, 2012

"9 entre 10 seguem marcas no Twitter"

Joel Lunenfeld, VP of Global Brand Strategy do Twitter, afirmou que 9 entre 10 usuários seguem pelo menos uma marca no Twitter. Apesar da maioria afirmar que está a procura de promoções, 87% dizem que seguem marcas por diversão e 80% em busca de conteúdo exclusivo. Essa parece ser uma boa notícia para as marcas. 
...
50% das pessoas usam Twitter ao mesmo tempo que assistem TV e que por isso as marcas deveriam desenvolver posts no Twitter conectados com os comerciais na TV
...
caso muito interessante da Audi, onde uma fã da marca postou no Twitter uma mensagem com a hashtag #IWantAnR8. A Audi não somente captou a mensagem, como chamou a fã para dirigir um R8 e transformou essa experiência num comercial de TV. Foi uma tacada ousada, de oportunidade e mostrando um conexão forte entre TV e Twitter. 



mais

segunda-feira, setembro 10, 2012

The Conversation Prism, por Brian Sollis



Mais um exercício de paciência do sempre bom Brian Solis, com o JESS3. 
The Conversation Prism gives you a whole view of the social media universe, categorized and also organized by how people use each network.

sábado, agosto 18, 2012

A transparência é boa demais para ser verdade... o que há por trás deste mundo transparente?


"Twitter e Facebook estão acabando com os segredos das pessoas"

Recomendo a leitura da entrevista da Veja com Andrew Keen que está lançando no Brasil o livro Vertigem Digital e tirar suas próprias conclusões. 

“A transparência é boa demais para ser verdade... o que há por trás deste mundo transparente?” Jean Baudrillard
Separei algumas partes.
O que há de errado com as redes sociais?
 Temo que a 
palavra "social" seja transformada em ideologia. Todas as últimas inovações digitais – de recursos musicais a soluções criativas – recebem obrigatoriamente o carimbo de social. Isso é preocupante. A internet deve sempre preservar a autonomia do indivíduo, atributo que não é respeitado por diversas plataformas. Os pensamentos originais só aparecerão quando as pessoas rejeitarem essa doutrina da multidão.

Em seu livro, o senhor diz que as pessoas estão abrindo mão de suas informações pessoais. Por quê? Vivemos a era do exibicionismo. Estamos desistindo dos nossos segredos. Chegamos ao mundo da transparência radical. Nossos perfis no Facebook, Twitter e Google+ são nossas vitrines. Hoje, riqueza corresponde a conectividade. Com esse comportamento extremamente narcísico, estamos virando marcas

As redes sociais podem realmente acabar com os segredos das pessoas? Conseguimos saber os gostos e os anseios das pessoas só visitando seus perfis nessas redes. Podemos ter uma geração de pessoas sem mistérios. Meu conselho aos usuários da rede é mentir. Eu mesmo nunca digo a verdade em meu perfil no microblog. Se você me segue no Twitter, confesso: não terá condições de saber muitas coisas sobre mim.

Qual é o futuro do conhecimento na internet? O conhecimento será restrito e estará presente em ambientes fechados com sistemas de pagamento, como o do The New York Times, onde sei que a informação é confiável. Ambientes digitais em que exista livre acesso de distribuição e compartilhamento de conteúdo como a Wikipédia ficarão comprometidos. A elite (pessoas como eu) sempre terá acesso às informações mais confiáveis, mas as massas vão se submeter à 'ditadura da ignorância'. É como voltar à Idade Média – e isso não é uma perspectiva muito atraente.

terça-feira, agosto 14, 2012

Augusto de Franco | Aprendizagem e Criação em Redes



Palestra excelente do grande Augusto de Franco. Reserve 30 min do seu dia para assistir.

Algumas frases que me chamaram a atenção:

"Por que as empresas não dão certo?... As pessoas dizem: ah, ela não inova...Porque a melhor pessoa para fazer alguma coisa é aquela que quer fazer."

"Não são as pessoas que fazem diferença, mas sim a maneira como elas estão conectadas que faz a diferença."  

"Idéias não mudam [o mundo, nem] comportamentos. Só comportamentos mudam os comportamentos."  

"A consciência não é um conteúdo."

"A mudança sempre é social. Não é a tecnologia que muda a sociedade. A tecnologia que feita de acordo com as possibilidades sociais...Há uma possibilidade social as pessoas pensam e criam uma tecnologia."

"Participação x Interação"

O exemplo da Declaração de Independência dos EUA é um exemplo fascinante de uso de rede!

quarta-feira, março 21, 2012

Conteúdo não é rei


"Content’s not king. If you were going to a desert island & you had the choice of taking your friends or your DVDs, you’d take your friends. If you didn’t, we’d call you a sociopath. Content isn’t king, content is just something to talk about."  Cory Doctorow 

Quando o #fail é visto e quantificado

#fail 2011

View more PowerPoint from E.life
Pesquisa interessante da E.Life que coletou durante 1 ano todas as menções #fail no Brasil e as classificou em 14 categorias. Vale ver os slides.

sexta-feira, março 09, 2012

KONY 2012 - A força de uma postura pessoal pode mudar o mundo

Definitivamente uma das melhores demonstrações de amor por uma causa que já vi. Usar a força do crowd para expor de forma estratégica um dos assassinos procurados no mundo, pelo Facebook. Simplesmente EMOCIONANTE e inspirador.  

Foque não apenas na força das Mídias sociais, mas de uma postura pessoal. Da liderança e da causa. A força da coletividade utilizando a tecnologia, a bondade e o poder político (até o Obama apoiou) podem mudar destinos e mindsets em todo o mundo, basta você ter uma causa verdadeira. 

Acho que é uma lição de vida que o Jason traz para o mundo. Pequenas ações apoiadas por grandes (e pequenos) cidadãos podem surtir efeito não apenas localmente. É a mudança de um paradigma. Agir Localmente para mudar Globalmente. Um novo mundo surge. 
A transparência e a visibilidade à favor do ser humano.
Em resumo, é a história de um cidadão americano comum que viajou para Uganda e descobriu a história de Jacob que vivia sobre a égide de Joseph Kony, um ditador que através da violência recrutou centenas de jovens para serem escravos, assassinos e fazerem atrocidades à famílias e espalhar o medo em Uganda. Puramente sem ter um motivo claro. Sensibilizado pela história de Jacob, ele - Jason, criou um movimento utilizando o Facebook como plataforma principal para capturar esta espécie de ditador (nem sei como nomeá-lo). Detalhe: ele era um dos mais procurados no mundo, mas ninguém conhecia ele. Então, "promoveram" ele (kony2012.com), conseguindo apoio em comunidades locais e fazendo com que o governo (Obama, senadores...), artistas (Shepard Fairley, Bono Vox, George Clooney, Bill Clinton...) e opinião pública forçassem enviar tropas para prender este genocida e parar a matança e o cárcere que Kony promovia.

Reserve 30 minutos da sua vida para ver este filme! É um relato emocionante de uma postura pessoal-social que uma(s) pessoa tomou e que mudou a vida de inúmeras. Assista! Valeu @isnard



-Tem um post que você pode gostar, 
Precisamos mudar as perspectivas de como criamos as marcas? que reflete sobre o poder que as marcas e causas sociais.

quinta-feira, março 01, 2012

Cresce o investimento em On line Branding

Nos EUA mais de 64% das empresas americanas pretendem investir na marca no on line em 2012, segundo o estudo da da DIGIDAY e Vizu. Grandes esforços são puramente para gerar Brand awareness. O desafio deste cenário é criar relevância para sua marca através dos canais e plataformas. Que métricas você usa para saber se sua marca está indo bem no ambiente virtual?


Vi este esboço aqui e achei interessante compartilhar, dividindo em Qualitativo e Quantitativo por exemplo, no Twitter/Facebook, como medir sua presença digital.