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segunda-feira, junho 03, 2013

Como criar familiaridade de marca?


Um aspecto importante para estabelecermos uma familiaridade de marca é entender o que é familiaridade e o que é reconhecimento de Marca. 

Familiaridade é a capacidade de uma coisa sentirmos-a perto. De termos consideração e lembrança sobre ela, mesmo que haja um desconhecimento profundo (e técnico) sobre uma pessoa, marca ou produto/serviço. Entendemos assim que familiaridade tem a ver com a capacidade de criar aproximações favoráveis e estratégicas para ambas as partes. E nos sentirmos próximos, porque o outro lado conseguiu realizar bem a tarefa quando precisamos. 

Ou seja, quando Sam Walton determinou que sua estratégia principal de atuação do Walmart, concentrava em crescer em mercado menores, em cidades um pouco menores e aos poucos se aproximar dos grandes centros. Isto, esta estratégia de negócio, sem querer provocou uma familiaridade sobre a marca para aquelas comunidades nas cidades menores. Tão bem, quanto uma marca que determina abrir lojas menores (Carrefour bairro) ou unidades de negócios práticas (Americanas Express). 

Outro aspecto que entendemos como familiaridade é o "falar a nossa língua". Quando uma empresa se aproxima dos consumidores, não apenas falando com consumidores, mas falando dos consumidores em sua comunicação, ou abrindo um SAC, Respondendo a perguntas numa Rede Social de forma carismática e eficiente, ou a partir de ouvidorias executa melhorias em seus produtos/serviços atendendo a pedidos. Isto ajuda a criar familiaridade, quanto reconhecimento e reputação. Cada um em seu grau. 

Já o reconhecimento, é a capacidade de uma empresa em ser reconhecida pela sua categoria, seu produto/serviço e características deste ultimo. Ou seja, se um cliente numa conversa fornece características (ou atributos) de um determinado produto de forma proprietária, isto quer dizer que a marca cresceu em apenas ser conhecida (grau inicial), ela é reconhecida (grau mais profundo), e pode ser considerada numa próxima compra. E se houver atractividade e identificação emocional (outro aspecto mais profundo), poderá ser indicada espontaneamente para outras pessoas.

“is a function of awareness, which relates to consumers’ ability to recognize or recall the brand, and image, which consists of consumers’ perceptions and of associations for the brand.” Kevin Keller

Então, se percebermos, construir um marca não passa apenas por comunicar algo, mesmo que internamente e externamente, mas sim, trafega no universo de decisões de negócio. Uma boa decisão estratégica certamente elevará a familiaridade ou o reconhecimento de uma marca, se esta conseguir entregar o que foi prometido. Assim, gerará confiança.

Reconhecimento de Marca > Confiança na Marca > Lealdade de Marca
percepções + lembrança             imagem + experiência positiva        criação de significado pessoal


Contudo, é importante levar em conta que haver uma familiaridade e reconhecimento não são suficientes, mas um bom caminho andado, para haver consideração e uma possível compra e lucro da empresa. Mas percebem que para construir uma marca, não basta nos atermos a aspectos de design e publicidade?

Ok. Mas o concorrente pode também adotar as mesmas estratégias que nós, como conseguir diferenciação? Investindo em Branding.
 

O Branding aqui se torna uma argumento de diferenciação, porque transforma a marca no principal ativo do negocio (Branding), e não apenas o negocio em si (Brand). Assim, quando identificamos particularidades e singularidade (ou unicidade) da marca, aliada a decisões estratégicas do negocio e uma posição única, construiremos uma marca focada "na marca" e não apenas "no negocio". Percebe que antes você tinha (e construiu) uma marca (dimensões e decisões baseadas no presente e no passado)? Agora você gerenciará a marca (decisões baseadas numa dimensão futura). 

ref.image: kdfrases.com

sábado, agosto 06, 2011

O cuidado da criatividade demais sem orientação

Quando uma campanha é demais para a marca.
Lendo este post no LivingBrands, me fez refletir sobre como a publicidade pode oferecer mais do que desejamos. E quando digo mais, é ficar tão bom, mas inadequado ao posicionamento da marca.

O que eu quero dizer? Que as vezes uma agência cria algo simplesmente fantástico. Efeitos, linguagem sensacional. trabalho de câmera, casting impecável, mas o conceito está desalinhado ao briefing. Ou pior: conceito foge do que a marca realmente é. E isso é um terreno perigoso em alguns casos.



Conhecer o universo da marca. Mapear seu ecossistema de atuação pode ser um caminho.
Seu composto de significados, é muito importante para compreender mais e orientar numa execução publicitária. Papel super importante de um Profissional de Marketing ou um Gestor de Marca ou até mesmo um Planejador da Conta.

Criatividade demais pode ser um erro. Execução sem orientação pode sair um: "É, gostei, mas não parece com a nossa marca." Portanto, sempre exigir bons briefings do cliente e/ou ter estudos e pesquisa que criem um histórico, para o profissional entender seu core e propor caminhos e conceitos, é super importante.

A marca em questão é a KFC (Kentucky Fried Chicken), tradicional empresa que faz fast food, de frango frito. Uma empresa puro varejo. Não quero aqui levantar a ideia se está correto ou não. (Veja o canal no Youtube deles) ou alinhado ou não, mas alertar para a importância de ter mais substância antes de deixar a área da criação desenvolver a campanha.

terça-feira, abril 28, 2009

As marcas e a crise econômica

Por Fernando Byington Egydio Martins*

O ano de 2009 começou mergulhado em uma manchete universal: a crise econômica. As eleições americanas, a falência de muitas empresas, o desemprego, o consumo e os indicadores econômicos foram apenas alguns desdobramentos da crise, que afetou o mercado de uma forma imprevisível até mesmo para os mais céticos economistas. Como consequência, há uma falta de confiança generalizada; a sociedade começa a questionar as organizações, os executivos, o governo e, principalmente, as instituições bancárias, que foram parte integrante e relevante no desencadeamento da turbulência atual.

Acredito que o momento de instabilidade tem, como tudo na vida, seu lado positivo. É justamente nesse período de transição que você colocará suas decisões à prova, que você precisará otimizar (processos, budget, equipe, etc.), criar uma comunicação diferenciada e, de forma obrigatória, buscar resultados positivos. Não há outra escolha: ou você toma decisões rápidas e certeiras ou os impactos serão ainda mais fortes. E é aqui que a marca se apresenta como uma grande aliada. É ela que irá garantir que essas decisões estejam alinhadas com os valores da sua organização; ela será seu norte, sua direção. Mas como se dá esse processo? Qual é o poder que esse ativo (intangível!) tem?

Antes de tudo, preciso conceituar o que entendemos por marca. Há várias definições para o termo; para nós, marca é uma cultura e uma dinâmica de relações entre a empresa e toda a sociedade. Ela traduz o que a empresa quer ser, como quer agir, como definirá os produtos e serviços que serão ofertados. E acreditamos que o grande diferencial está justamente em ser uma marca com valores claros, perceptíveis em todas as suas atitudes.

Voltando ao contexto econômico, já está mais do que provado que marcas fortes, estruturadas, auxiliam na “blindagem” das empresas frente aos momentos de crise e na busca por resultados positivos. Prova disso é um estudo feito recentemente pela BrandAnalytics e pelo jornal Valor Econômico (edição de 26/01/2009), que mostra que as ações de empresas cujas marcas são reconhecidas podem ser uma opção defensiva na crise atual, ou seja: os acionistas estão mais dispostos a investir em empresas “conhecidas” que, segundo a percepção deles, estão mais estruturadas para enfrentar a crise e atraem mais os consumidores.

Esse estudo prova o desafio que as empresas têm nesse momento. Um desafio instigante, na minha opinião, se enxergamos a crise econômica como uma oportunidade de mudança de rota, de reconstrução de processos e relações. Para ilustrar esse conceito, vamos pensar em um navegador, que não navega em linha reta, mas tem um objetivo definido e vai ajustando a sua rota conforme a necessidade, de acordo com as adversidades e com os imprevistos. Flexibilidade, agilidade nas decisões, capacidade de análise do cenário como um todo: essas são habilidades-chave para nós nesse momento. Temos que nos ajustar às condições, tomando decisões que ficam mais fáceis quando analisadas considerando a ótica da marca: está alinhada com meus valores, beneficiará a imagem da minha empresa? Traz riscos? Quais as oportunidades e as ameaças? A crise é assim: põe seus valores e sua capacidade de decisão à prova. É justamente essa essência que deve orientar todos os funcionários nas decisões do dia a dia – da criação de um novo produto ao modo de contratar colaboradores. Esta inspiração não está traduzida nos relatórios financeiros, mas pode aumentar consideravelmente o valor e a atratividade da sua empresa.

Pensando em como colocar todos esses conceitos em prática, cito como exemplo meu desafio atual, que é tornar o Grupo Santander Brasil a melhor e mais eficiente instituição financeira do país. Para isso, nossos esforços estão apoiados em quatro princípios norteadores:
1) Ser o maior Banco no Brasil em geração de valor para os acionistas;
2) Ser o melhor Banco em satisfação dos clientes;
3) Ser o melhor Banco para se trabalhar;
4) Construir a marca mais reconhecida e atrativa dentre os Bancos no Brasil.

Para exemplificar ainda mais, um bom exemplo de decisão alinhada aos atributos de marca foi uma experiência vivida por nós no Banco Real. Há alguns anos, decidimos não financiar projetos ou empresas que não eram sustentáveis, ou seja, cujas práticas não estavam alinhadas com nossos valores. Na época, enfrentamos o espanto de muita gente, mas sabíamos que essa era uma decisão alinhada com o nosso objetivo de negócio que, por conseqüência, estava totalmente integrado à nossa marca. E pouco tempo depois concluímos que estávamos no caminho certo. Aliás, a sustentabilidade sempre esteve atrelada a todos os negócios do Banco Real e agora também faz parte dos princípios, critérios e decisões do Grupo Santander Brasil. E justamente com o objetivo de compartilhar nossas experiências e encurtar o caminho das empresas e da sociedade em rumo à sustentabilidade, criamos um site colaborativo especializado no tema (você pode acessá-lo pelo link www.bancoreal.com.br/sustentabilidade). Sabemos que colaboração é um fator-chave para crescermos juntos, e assim todos nós sairemos ganhando.

Aliás, falando em sair ganhando, quero instigar uma reflexão: apesar do momento de escassez de recursos e corte de orçamento, não deixe de investir em sua marca. E investimento não significa apenas o aporte de recursos financeiros; ele pode vir em forma de inovação, de novas formas de comunicação, de um olhar diferenciado, capaz de produzir mudanças. Isso porque muitas empresas, nesse momento optam pelo corte de investimento justamente nessa área e é aí que se abre uma oportunidade para os profissionais que, como eu, acreditam que a marca não pode deixar nunca de receber atenção e esforços.

* Fernando Byington Egydio Martins é Diretor Executivo de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa do Grupo Santander Brasil.

terça-feira, março 17, 2009

A chuteira mudou de cara

Como parte da estratégia para internacionalizar a marca, a Topper muda seu visual e amplia seu portfólio para atuar no mercado de artigos esportivos

 Divulgação
Mudança no logotipo: Topper deixa de ser uma marca segmentada para ser unissex

Marca que se tornou sinônimo de futebol no Brasil, a Topper está passando pela maior transformação de sua história - e também pela mais visível. Seu logotipo, a tradicional letra "T" estilizada, em preto e vermelho, em uso desde a década de 70, será substituído por um novo símbolo. A partir da primeira semana de março, todos os produtos da marca passarão a ser identificados por uma linha curva. Explica Ana Couto, da Ana Couto Branding & Design, responsável pela repaginação: "O novo símbolo pode ser associado a toda modalidade de esporte. Ele remete tanto uma rede quanto a uma fita de linha de chegada."

A mudança no logotipo da marca é o resultado de de duas mudanças cruciais que estão ocorrendo na estratégia da empresa. A primeira delas refere-se ao seu posicionamento no mercado. A Topper deixa de ser uma marca segmentada para os praticantes de futebol para se tornar poli esportiva e unissex, aumentando a oferta de produtos relacionados ao esporte - e consequentemente, ampliando o número de consumidores. "O segmento de corrida é o que mais cresce no mundo. Não temos como ficar alheios às tendências de um mercado onde temos condições de atuar com força", diz Fernando Beer, diretor de artigos esportivos da Alpargatas, fabricante da Topper.

A segunda mudança diz respeito à ampliação da Alpargatas. Em outubro do ano passado, a empresa comprou a unidade da Argentina, onde a marca Topper já detém 30% do mercado de material poliesportivo. A ideia é conseguir esse market share também no Brasil. A união tornou a empresa uma gigante no mercado de calçados esportivos, produzindo anualmente 250 milhões de pares de calçados e sandálias, com faturamento de 1 bilhão de dólares. Atuando em 80 países e com 150 mil pontos de vendas, a nova Alpargatas quer ter uma unidade em seus produtos e ações relacionadas à marca Topper. "Queremos que o cliente entre em qualquer loja do mundo e reconheça nossa marca", diz Beer.

Na Argentina, a atuação da marca era feita de maneira completamente separada, com logotipo e estratégias diferenciadas. Não será mais assim. Com a unidade nos negócios será possível padronizar ações de marketing e propaganda, permitindo a redução de custos. "Tudo isto nos possibilitará um salto qualitativo para assegurar um de nossos principais valores: o de criar marcas desejadas internacionalmente, algo que já temos experiência em fazer", diz o diretor-presidente da Alpargatas, Márcio Utsch, referindo-se às Havaianas, outra marca da empresa, comercializada em 80 países nos cinco continentes.

via Época Negócios

sábado, fevereiro 07, 2009

Gestão de Marcas - CBN


Uma entrevista do jornalista Heródoto Barbeiro com o professor e especialista em Gestão de Marcas Mauro Calixta.
Caso queira parar o audio é só "stop". Desculpe, eu não conheço uma maneira automática para dar stop.

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Marca do Banco Real será substituída pela do Santander

O que o mercado especulava desde que o Santander adquiriu a operação do Banco Real no Brasil, no ano passado, já está acontecendo. A marca do Real será mesmo substituída pela do Santander. Não haverá uma ruptura, entretanto. Na prática, os dois bancos mantêm suas marcas até 2010, quando está marcado o início da troca de bandeira.

Até lá, um grupo coordenado pelo Diretor de Marketing Fernando Byington Egydio Martins trabalha em diversos estudos e ações para transferir todos os atributos da marca do Real para o Santander. Os serviços e agências dos bancos já estão sendo integrados. A sustentabilidade, marca registrada do Real, já está servindo de referência até para projetos na Espanha, sede mundial do Santander.

Este é um caso raro de uma empresa comprada que está levando a sua cultura para a compradora. Fernando Martins, então Diretor Executivo de Estratégia da Marca e Comunicação Corporativa do Banco Real, foi promovido ao comando da nova diretoria no Santander que incorpora também a Ouvidoria.

Em entrevista exclusiva ao Mundo do Marketing, Fernando Martins explica como está sendo a integração e a mudança que haverá com as marcas. Ele comenta ainda sobre o processo que levará a morte da marca do Banco Real, que, segundo a consultoria Top Brands, tem o maior número de defensores, aqueles clientes que além de consumir recomendam e defendem a marca.

Desde a compra do Real pelo Santander, o mercado vem se perguntando como ficarão as marcas dos dois bancos no Brasil. Você tem uma resposta?
As duas marcas vão coexistir enquanto integramos os produtos, os serviços e as equipes, num prazo mínimo de dois anos. Queremos transferir para a nova marca, que será a do Santander, o melhor dos dois mundos. Acreditamos que seja possível transferir os atributos da marca do Real para o Santander. Isso já vem sendo feito através de um alinhamento de visão. Vamos fazer esta mudança com calma, de forma paulatina, para trazer benefício para os clientes e funcionários dos dois bancos.

Não vai haver uma ruptura de marca?
Não. Vamos fazer uma evolução do que é o Santander hoje incorporando o que de bom tem no Real. Na prática as agências e produtos do Real serão substituídos por essa integração e levarão a marca Santander. Devemos começar este movimento no segundo semestre de 2010, mas ainda estamos definindo.

A marca do Real é muito forte no Brasil. Como vocês vêem a morte desta marca?
Na realidade não é a morte de uma marca, mas de um nome. Haverá a transferência de valores, práticas e do jeito de fazer negócio para o Santander. Não é uma ruptura. É uma evolução, uma integração. O fato do Fábio (Barbosa, Presidente do Grupo Santander no Brasil) estar conduzindo esta operação garante que mantenhamos o foco no cliente. Não vejo conflito nenhum. Não há fantasmas e fantasias. Este processo será muito bom e não tenho dúvidas de que vamos conseguir posicionar a marca Santander unindo o melhor das duas.

O Santander tem sua marca ligada fortemente com o esporte, enquanto o Real é lembrando pelo foco na sustentabilidade. Esses dois mundos também serão integrados?
Com tempo vamos construir este posicionamento. O Santander tem como slogan “O valor das idéias”, e o Real, “O banco da sua vida”. Acreditamos que as idéias são boas quando são executadas em benefício da vida das pessoas. Então, achamos perfeitamente harmônico a integração destes dois conceitos.

Há algumas linhas mestras. O Santander patrocina o GP de Fórmula 1 e o Real patrocina as transmissões da F-1 na Globo. Nossa intenção é veicular anúncios dos dois bancos nas mídias que estamos comprando. Tudo está sendo feito de forma estudada. O Santander tem um instituto cultural em Porto Alegre que é muito ativo e o Real tem um em Recife também muito ativo. Como juntamos isso e criar um caminho em que as duas marcas vão se alinhar, é o desafio.

O Santander enfatiza muito a questão de inovação e o Real o do relacionamento. Relacionamento a partir da visão de mundo de desenvolvimento sustentável. Já fizemos dois workshops sobre práticas sustentáveis com clientes institucionais dos dois bancos e foi um sucesso. As pessoas começam a perceber que é possível unir duas culturas que pareciam ser muito distintas, mas que não são antagônicas. São complementares. O Real era patrocinador do Museu do Futebol e passamos para a marca do Santander porque ele patrocina a Copa Santander Libertadores de Futebol.

Como está sendo feito este trabalho de integração além de workshops? Que tipos de estudos vocês estão desenvolvendo?
Há muitas ações. Tem um escritório de integração que coordena toda a parte operacional, onde temos uma frente de comunicação que está verificando quais são as complementações entre as agendas, desde a área de RH até a de Negócios. Já estamos integrando as políticas de RH com benefícios para os dois lados da organização. Estamos fazendo a interoperabilidade, que é o uso dos caixas automáticos de forma integrada, entre outras frentes. Tudo está sendo feito através de grupos multidisciplinares. Continuamos tocando a vida, fazendo a comunicação dos dois bancos e com campanhas novas para cada um deles, mas identificando o caminho para a convergência.

Como está sendo administrar as diferenças culturais entre as duas empresas?
Está sendo surpreendentemente bom. A afinidade entre as equipes, em todas as áreas, está sendo muito boa. O processo está correndo de forma muito transparente. Há um interesse comum.

O Santander e o Real têm clientes com perfis diferentes. Como está sendo unir dois tipos de clientes?
Somos todos seres humanos e muito parecidos. Os produtos têm nuances diferentes, mas começamos a conversar e a ver práticas como esta da sustentabilidade, que já começam a fazer parte dos dois perfis. Aos poucos estamos unidos as características das duas marcas. Evidentemente, dá muito trabalho porque ele duplica do dia para a noite.

O mercado brasileiro vive um momento de forte consolidação. Como o Santander vai se diferenciar?
Pela nossa proposta de valor, começando pelos produtos, serviços e pela rede disponível em todo o Brasil. Temos uma rede muito forte não só em São Paulo, mas em todo o Brasil. Estou muito otimista que conseguiremos ter um banco mais enxuto, com melhores serviços e maior eficiência. O mercado está se movimentando e cada um vai enfrentar estes desafios para atender cada vez melhor o cliente. Estamos confiantes porque largamos na frente.

Como vocês estão planejando o ano de 2009 diante desta crise?
Estamos enxergando esta crise como oportunidade. Evidente que estamos atentos e que o Brasil e o Santander não estão totalmente imunes, mas estamos numa posição privilegiada. O banco tem tido um desempenho ótimo, um dos três melhores resultados no mundo.

fonte: mundodomarketing

Frase do dia: Jean-Marie Dru

Jean-Marie Dru: "A Apple se opõe, a IBM soluciona, a Nike persuade, a Virgin informa, a Sony sonha, a Benetton protesta... As marcas não são substantivos, mas verbos".

domingo, novembro 30, 2008

O homem que calcula marcas

http://portalexame.abril.com.br/arquivos/img_930/marketingestrateg.jpgPara Jez Frampton, presidente da consultoria Interbrand, o valor das marcas será crucial para determinar quais empresas conseguirão passar ilesas - ou não - em meio à crise global

Jez Frampton, da Interbrand: marca é a conexão entre o cérebro, o coração e o bolso.

O executivo inglês Jez Frampton, presidente mundial da consultoria Interbrand, especializada em avaliações de marca, costuma utilizar uma imagem emprestada do escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe para definir seu negócio. No livro As Afinidades Eletivas, de 1809, Goethe explica que a Marinha inglesa, na época a mais poderosa do mundo, costumava colocar um fio vermelho na urdidura de todas as cordas usadas em seus navios com o objetivo de identificá-las como propriedade da Coroa Britânica. O fio era impossível de ser removido da corda sem que fosse necessário desmanchá-la completamente. Para Frampton, essa é uma metáfora perfeita para o valor da marca de uma grande corporação. "A marca é como o fio vermelho. Ela permeia todo o negócio, torna-se um poderoso instrumento econômico capaz de gerar valor para a companhia e é impossível de ser separada do todo", disse Frampton a EXAME durante uma visita recente ao Brasil. A cada ano, a equipe comandada por Frampton se debruça sobre balanços de centenas de empresas de todo o planeta, destrincha relatórios de analistas especializados e realiza pesquisas de opinião para montar a lista das 100 marcas globais mais valiosas. Trata-se da mais respeitada avaliação sobre marcas, publicada em parceria com a revista americana de negócios BusinessWeek.

O mais recente levantamento da Interbrand, de certa forma, é uma prova de que a tese do fio vermelho de Frampton faz sentido. A lista, divulgada em meio à hecatombe que assolou o mercado financeiro mundial em meados de setembro, aponta que a marca que mais havia perdido valor no último ano era justamente a do banco de investimento Merrill Lynch, uma instituição de 74 anos. Pelas contas da Interbrand, fechadas antes de a crise eclodir, a marca Merrill Lynch, que valia 14 bilhões de dólares na lista de 2007, passou a valer 11 bilhões no novo ranking - uma queda de 21%. Tragado pelo turbilhão das hipotecas americanas, o banco acabou absorvido pelo Bank of America por 50 bilhões de dólares um dia depois da queda do Lehman Brothers, outro tradicional banco de investimento americano. A mesma corrosão detectada na marca do Merrill Lynch foi identificada em outras instituições diretamente abaladas pela crise, como os bancos Morgan Stanley, Citibank, UBS e da seguradora AIG. "O cenário já não era bom desde a divulgação dos resultados do ano passado. É claro que não tínhamos idéia da gravidade da crise ou do que poderia acontecer, mas as marcas já revelavam que as coisas não iam bem", diz Frampton. "O valor de uma marca é uma conexão entre o coração, o cérebro e o bolso das pessoas, ou seja, combina confiança, expectativas e capacidade de gerar negócios, e o que aconteceu nas últimas semanas demonstra isso."

O cálculo do valor de marcas surgiu em meados dos anos 70 como uma ferramenta auxiliar nos processos de fusões e aquisições de empresas. A idéia era atribuir valor a um ativo até então considerado intangível. Para chegar ao valor de uma marca, a Interbrand, por exemplo, calcula três variáveis. A primeira leva em conta o peso da marca na receita e na lucratividade da empresa com base em dados do balanço financeiro. A segunda avalia por meio de pesquisas a preferência dos consumidores pela marca em relação aos concorrentes. E, por fim, mede-se a competitividade da marca para gerar lucros futuros. Nesse quesito são avaliados fatores como a performance global e a presença dessas empresas em mercados promissores.

As melhores do mundo

Um dos bons exemplos citados no último relatório foi o da Apple. No caso da empresa de Steve Jobs, é praticamente impossível separar seu bom desempenho do apelo da marca - que segundo a Interbrand vale 10 bilhões de dólares e cravou um crescimento de 24% em 2008, o segundo maior registrado, atrás apenas do Google, que cresceu 43% (veja quadro). Um sinal disso foram os resultados da Apple no último trimestre fiscal, encerrado no dia 27 de setembro - ou seja, incluem o epicentro da crise. A empresa divulgou um lucro de 1,4 bilhão de dólares no período, valor 26% superior em comparação ao ano passado. Foi uma das melhores performances da história da companhia. "É justamente em tempos de crise que uma marca forte se revela determinante, já que funciona como uma referência para um consumidor cercado por incertezas",
diz Nancy Koehn, professora de administração da Harvard Business School. Assim como as cordas dos velhos navios ingleses, a força de uma marca também pode ser a salvação em meio ao mar revolto.

Fonte: Portalexame

quinta-feira, outubro 30, 2008

10 tendências dos logotipos para 2008

A cada você vê novos logotipos, cada vez mais diferentes, com formas e elaborações estéticas incomuns. O Logoorange selecionou as 10 maiores tendências dos logotipos para 2008. São vários caminhos visuais interessantes, mas que se complementam ao longo dos anos. Cada vez mais existem exemplos mais orgânicos e menos "bauhasianos". Um reflexo da nova era em que vivemos, menos repressiva e mais libertacionária, da interação, da inovação, da união, da emoção e da beleza suntuosa.
Um outro aspecto relevante é o nascimento de talvez uma academia, a web, que a cada hora dita tendências e modifica formas.
Leia na íntegra toda a matéria.

quarta-feira, outubro 22, 2008

CartaCapital aponta empresas mais admiradas do Brasil

Na 11ª edição do ranking, elaborado pelo Instituto InterScience, a Vale foi eleita pela primeira vez a empresa mais admirada no País

A revista CartaCapital anunciou na noite desta segunda-feira, 20, as empresas mais admiradas do Brasil. O ranking, promovido anualmente pela publicação ao lado do Instituto TNS InterScience, deu à Vale o posto de empresa mais admirada no Brasil. A Natura, depois de ser eleita a empresa mais admirada por quatro anos consecutivos, ficou em segundo lugar nesta edição, a 11ª do prêmio - veja lista dos dez primeiros abaixo, bem como os vencedores em fatores-chave e os premiados em segmentos de atuação. O levantamento foi realizado de junho a agosto de 2008 com executivos de todo o País, com exclusividade para a CartaCapital.

As dez empresas mais admiradas no Brasil
1. Vale do Rio Doce (CVRD)
2. Natura
3. Petrobras
4. Gerdau
5. Nestlé
6. Google
7. Embraer
8. Apple
9. Banco Real
10. Votorantim

Ranking: Vencedoras em Fatores-chave
Ética
Natura
Respeito pelo Consumidor
Nestlé
Qualidade de Produtos e Serviços
Nestlé
Compromisso com RH
Natura
Qualidade de Gestão
Vale do Rio Doce (CVRD)
Responsabilidade Social
Natura
Notoriedade
Coca-Cola
Inovação
Apple Brasil
Solidez Financeira
BR/Petrobras
Compromisso com o País
BR/Petrobras
Capacidade de Competir Globalmente
Vale do Rio Doce (CVRD)
A Mais Comprometida com o Desenvolvimento Sustentável
Natura

Ranking: Vencedoras em Segmentos de Atuação (primeiros colocados)
Agronegócios: Coamo
Alimentos: Nestlé
Artigos Esportivos: Adidas
Auditoria: PriceWaterhouseCoopers Auditores Indep.
Autopeças: Bosch
Bancos de Varejo: Itaú
Bebidas Alcoólicas: Ambev (Inbev)
Bebidas Não Alcoólicas: Coca-Cola
Calçados: Grendene
Cartões de Crédito: Bradesco
Companhias Aéreas: Lufthansa
Construtoras & Incorporadoras: Cyrela
Construção Pesada: Odebrecht
Consultoria: Accenture
Distribuidores de Combustíveis ou Derivados de Petróleo: BR Distribuidora
Eletrodomésticos: Whirlpool (Multibrás)
Eletroeletrônicos: Phillips
Equipamentos de Telecomunicações: Nokia
Fabricantes de Material de Construção: Votorantim
Farmacêutico: Novartis Biociências
Fast-Food: McDonald's
Fiação e Tecelagem: Santista Têxtil
Fornecedores de Energia: CPFL
Hardware: IBM
Higiene & Limpeza Doméstica: Unilever
Higiene, Perfumaria & Cosméticos: Natura
Metalurgia & Siderurgia: Gerdau
Mineração: Vale do Rio Doce (CVRD)
Montadoras & Importadora de Autos: Toyota
Montadora & Importadora de Caminhões: Volvo
Operadora de Telefonia Fixa: GVT
Operadora de Telefonia Móvel: Oi
Papel & Celulose: Votorantim Celulose e Papel (VCP)
Petroquímica: Braskem
Previdência Privada: Brasilprev
Provedores de Internet: Terra
Química: Basf
Rede de Hotéis: Accor
Seguradoras: Bradesco Seguros
Software: IBM
Varejo Eletroeletrônicos: Magazine Luiza
Varejo Material de Construção: Construmega / TelhaNorte
Varejo Supermercados: Carrefour
Varejo Têxtil: Lojas Renner
Vestuário & Confecção: Hering

Fonte: Meio e Mensagem

quinta-feira, outubro 09, 2008

IPhone gera receita publicitária no celular.

O meio modifica o meio.

Mais um exemplo de produto modificando o meio, ai acontecer com o Plastic Logic, vai acontecer com o Kindle (da Amazon), e agora no Brasil com o IPhone.

A partir do momento que as duas operadoras anunciaram que trariam o Iphone para o Brasil, inúmeras empresas, anunciantes já de olho num mercado novo, que será modificado pelo produto (o IPhone tem uma recepção melhor e visualização melhor de banners e conteúdo pra Internet que outros celulares, e smartphones, além de sua tela ser maior) já estão investindo numa mídia voltado para este produto.

É um fenômeno interessante que vai de encontro as Teorias da Comunicação. Hoje o meio dita a forma que a mensagem vai ser exposta (Lembrando-me das aulas de Teoria da Comunicação). É o nascimento de novos produtos, novos formatos e novos lugares para os diretores de marketing exporem suas mensagens.

Marcelo Castelo, sócio da agência de comunicação interativa F.biz, cita como um sinal desse movimento a demanda recebida dos clientes para que a empresa crie campanhas no formato da tela do celular da Apple.

Mas não é só isso, pelo fato de que a visualização de sites ser melhor no IPhone, o próprio site da Claro está vendendo mídia para empresas. É a inversão de valores acontecendo. Anunciante anunciando dentro de anunciante. Empresas como Banco Real, Lufthansa já correram e já estão desenvolvendo banners, visando os mais de 3 milhões de pessoas visitando o site da Claro mensalmente. (Esses insights são f...!) Pergunta: Como fica o trabalho do mídia nessa hora?

Segundo Marcelo Castelo, sócio da agência de comunicação interativa F.biz: "As empresas querem comprar banners nesses portais para terem acesso a esse público", explicou o executivo. "Isso virou uma nova forma de receita para as operadoras sem nenhum custo para elas ou para o assinante", declarou.

É o nascimento de outro novas mídias dentro de uma outra mídia nascida de um anunciante. Fazendo uma analogia pobre, seria você comprar um carro pela internet e ter um banner vendendo serviço odontológico. Bem, nada a ver, eu sei.

O diretor de produtos e serviços da Vivo, Alexandre Fernandes, diz que "não há dúvida" de que o iPhone vai acelerar o chamado mobile marketing no Brasil.

Para Fiamma Zarife, diretora de serviços de valor adicionado da operadora, tá chamando esta mídia de "Mídia celular".Ela explicou que foi desenvolvido um inventário que reúne todo tipo de ação possível nessa mídia, como a distribuição de conteúdos patrocinados, o envio de mensagens de texto com anúncios e a colocação de banners no portal.

"O fato de termos criado espaço para banners no portal do iPhone tem sido muito bem recebido e deve alavancar esse novo negócio", afirmou a executiva à Reuters.

Vale a pena ver como será, mas o mais interessante é que isso tudo por causa da Apple. Como ter uma marca forte é importante né?! E como trabalhar o branding é importante.

Matéria completa: Reuters

terça-feira, outubro 07, 2008

McDonald´s testa novo conceito em lojas na Inglaterra

Um novo conceito que privilegia um ambiente mais calmo e aconchegante, tá sendo a nova proposta do McDonald´s em algumas lojas na terra da rainha.

Um design mais envolvente e limpo, sem aqueles quadriculados, aqueles padrões. Mais Clean. Com uma propsota mais leve e com toques em madeira e sem cores vibrantes.
Parece que a idéia é levar o conceito de slow-food a sério. Um reposicionamento que começou com a introdução de um cardápio mais leve.
O interessante é ver que existem alguns restaurantes, com mesas mais confortáveis e em tons de verde oliva, na Europa. Veja aqui.





via: aqui

quarta-feira, setembro 17, 2008

O ícone - Obama

Todos nós sabemos que Obama é um político antenado e que vem conseguindo muitos adeptos não apenas por suas atitudes e propostas de governo, mas sobretudo pela capacidade ímpar de falar com várias camadas sociais, (em especial os jovens) de forma multinível. A possibilidade de propagação livre e desempedida foi vista até na participação dele na internet. Tendo sua participação (já anunciada que verdadeira') até no Facebook, com mais fãs que McCain.

Além dessa capacidade, ele é um candidato fanático pela internet, e já afirmou isso durante sua campanha, até explorando isso em seu último video, uma vez que McCain já confessou não saber sequer, mecher no computador direito.

Sobretudo, um dos pontos fortes e importantes da sua campanha é o diálogo e suas ramificações em seu site que saiu de uma mídia de apoio e tomou corpo forte durante sua campanha, convergindo muito do que é dito para lá. No site há possibildade de baixar materiais do mais diversos em resoluções prontas para impressão, material para msn, logotipos etc. E essa capacidade de amplificação transforma seu logo num aspecto icônico, com projeções maiores que muitas empresas e muitas identidade de companias.

Sua personalidade de marca, foi aos poucos tomando uma forma tão importante que não me assustaria se alguma consultoria se arriscasse a mensurar o valor da marca Barack Obama. Pelo visual branding essa sensação look and feel, de você olhar e sentir (ou perceber) o que o candidato pensa, pelo material produzido para a campanha, é impressionante.

Como li no gemssty, baseado no Visual Branding - More than a Mark:
They are often just as strong and iconic (if not more), but they have an added dimensionality and freeplay that allows for creative interpretations of the symbol, rather than just a static stoic symbol.
(...)
As a nod to the web culture, these logos are even available for download on his website, and at 96×96 pixels they seemed to be precisely targeted at web-uses such as online avatars for forums and instant messaging services.
Certamente é um grande exemplo da transformação de um logotipo em um ícone.

Sabe, essas eleições, em especial Obama faz-me lembrar de uma frase que me disseram há alguns dias dO Pequeno Príncipe, de Antoine Exupery: "És responsável pelo que cultivas". Será que esta marca hoje tão forte conseguirá se sustentar ao longo de seu mandato (levando em conta sua história)? E como ele continuará essa abordagem tão próxima junto a eleitores após sua vitória?

segunda-feira, setembro 15, 2008

Hypermarcas compra Niasi e vira líder de mercado

Aquisição da companhia de cosméticos é a 22ª realizada nos seis anos de existência do conglomerado; negociação coloca o grupo na liderança nacional do segmento de cosméticos e produtos de beleza

Mais uma grande marca do segmento de cosmética e beleza entra para a lista da Hypermarcas. O conglomerado nacional anunciou a aquisição da Niasi, fabricante paulistana de produtos de beleza, fundada em 1932. O fechamento de mais essa negociação - que já é a 22ª da Hypermarcas em seus seis anos de existência - foi noticiado nesta segunda-feira, 15, pelo jornal Valor.

Pela quantia total de R$ 366 milhões, sendo R$ 240 milhões pagos em dinheiro vivo e o restante em dívidas parceladas absorvidas da companhia, a Hypermarcas adquiriu o grupo, detentor das marcas de esmalte Risqué e dos produtos para cabelos Biocolor e Biorene. De acordo com os dados da Nielsen referentes ao ano de 2007, a Niasi é a atual líder do mercado no segmento de esmaltes e a terceira colocada no ranking das tinturas para cabelos.

Esta negociação é a quarta aquisição feita pela Hypermarcas somente nesse ano de 2008, período em que já incorporou as marcas Laboratórios Farmasa, Bozzano e NY Yorks .

A absorção da Niasi concede à Hypermercas o primeiro lugar no segmento nacional de higiene e beleza - que possuem canais de venda direta - com um total de 160 marcas sob o seu guarda-chuva. No ano de 2007, o conglomerado teve uma receita bruta de R$ 1,4 bilhões, que deve aumentar consideravelmente em razão das aquisições. A diretoria da empresa adiantou que o grupo dispõe de uma reserva média de R$ 200 milhões para investir em novas fusões.

Fonte: Meio e Mensagem

domingo, setembro 14, 2008

Sensacional - Take it to next level - NIKE



Sensacional esta campanha da Nike, da 72andSunny e o filme dirigido pelo Guy Ritchie.
Um filme em High Definition, super bem feito, simulando uma interação entre o espectador e a "estória". Excelente.

terça-feira, setembro 09, 2008

Como destruir sua marca, por Jaime Troiano

Revendo algumas anotações que fiz durante o encontro da ABA, o Fórum Internacional de Branding, li uma anotação que me chamou a atenção diante do tema: "Como comprometer os CEOs com a gestão da marca", onde foi apresentada a pesquisa "As marcas nas agenas dos CEOs."

Jaime Troiano, é sócio-diretor da Troiano Consultoria de marca e comentou sobre a importância (e desimportância) que os CEOs estão dando a marca da sua empresa, diante ds pesquisa que a Troiano fez. Veja aqui.
Um dos pontos que ele me ensinou foi que é difícil construir uma marca e é muito fácil você destruir a sua. Vai aí 10 dicas para os CEOs:

1 - REDUZA SUA VERBA DE PROPAGANDA;
2 - CONTENTE-SE APENAS COM AS INFORMAÇÕES QUE CIRCULAM DENTRO DA EMPRESA;
3 - MUDE CONSTANTEMENTE DE EMPRESA DE COMUNICAÇÃO;
4 - MANTENHA A FUNÇÃO DE GERIR A MARCA NO SETOR DE MARKETING;
5 - GASTE MÍNIMO COM PESQUISA SOBRE A IMAGEM DA MARCA;
6 - SE VOCÊ TÁ BEM NO TOP OF MIND VOCÊ É ÓTIMO. NÃO PRECISA MUDAR NADA;
7 - PRA QUÊ SABER?! NINGUÉM QUEr COMPRAR;
8 - INVISTA POUCO OU NADA EM DESIGN;
9 - NÃO CONVERSE COM O RH, FINANÇAS, OPERACIONAL...;
10 - ACREDITE QUE EM TUDO O QUE FALEI.

Que tal? Vocês vão seguir?