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sexta-feira, setembro 12, 2008

Seu filho sabe o que é Sustentabilidade?


Saiu na Meio e Mensagem uma matéria indicando que a MTV fez um dossiê que indicava um estudo feito jovens das classes de A a C, de 12 a 30 anos, realizado pelo Datafolha, para observar o quanto os jovens estão (e são) eco-conscientes. Se tudo o que a juventude atual anda pregando e lutando é realmente verdadeiro ou puro fogo de palha. Fato é que o resultado apresentado indica que os jovens apenas tem uma postura preocupada, mas que de fato não sabe ou não pratica atos que visam a preservação ambiental ou tenha um cunho sócio-ambiental sustentável. Isso curiosamente foi retratado em uma matéria no Fantástico há algumas semanas atrás, mas com menor relevação. No entanto me pergunto, será que o público deveria realmente saber?

Leia Matéria abaixo.

Falando nisso, recentemente a Quest Consultoria, à pedido da ABA (Associação Brasileira de Anunciantes), fez uma pesquisa Top Of Mind em várias cidades do país e uma das perguntas do questionário perguntava: Você lembra de uma marca que a o Meio Ambiente? Supresa foi que mais de 39% não lembravam, 7% Petrobrás, 6% OMO. Isso indica que existe um grande caminho a percorrer por marcas que querem associar este tema ao seu posicionamento, além de que existe um caminho longo para pavimentar o sentido e o significado do que é Sustentabilidade. E aí, você sabe o que é Sustentabilidade? E parece que o termo é até amplo, tem sustentabilidade social, ambiental...



Dossiê MTV mostra jovem pouco eco-consciente

Apenas 17% do público aparece como comprometido com a causa do meio ambiente. Seis em cada dez jovens das classes de A a C não sabem definir sustentabilidade

A MTV Brasil lotou um dos grandes teatro de São Paulo na manhã desta terça-feira, 9, para apresentação ao mercado da quarta edição de seu estudo Dossiê Universo Jovem, já antecipado por M&M Online (leia aqui). O estudo foi feito com jovens das classes de A a C, de 12 a 30 anos, e realizado pelo Datafolha (fase quantitativa, com 2,5 mil entrevistas) e AArtedaMarca (fase qualitativa, coordenação e análise geral), em nove mercados, entre abril e maio deste ano. O meio ambiente foi um dos temas abordados pelo estudo - entre vários tantos outros aspectos da vida e hábitos dos jovens, enumerados no Dossiê -, e a sustentabilidade foi escolhida como assunto para o filme de 50 minutos montado a partir de entrevistas e exibido no evento da MTV Brasil. Após a exibição, o escritor, professor, filósofo e palestrante Mário Sergio Cortella fez uma análise do comportamento do jovem e apontou aspectos para os quais tanto os pais quanto os profissionais de comunicação de um modo geral devem estar atentos ao lidar com este público.


Sobre a questão do meio ambiente, o levantamento mostrou que seis entre cada dez jovens não sabem dizer o que é sustentabilidade. Ainda, identificou diferentes perfis quanto à maneira de o jovem encarar o seu papel diante da urgência da preservação. Chama a atenção a imensa parcela deste público que não está assim tão engajada quanto ao papel importante que cada um tem para a preservação do planeta. Os perfis identificados entre os entrevistados dividem-se entre eco-alienados, intuitivos, refratários, teóricos e comprometidos - este último grupo, consciente e que admite fazer o que está a seu alcance, abrange somente 17% do público. Ou seja, conforme lembrou Cortella em sua dissertação, há necessidade de se refazer o trabalho de conscientização na mídia. "É preciso criar desejo pela causa; precisamos querer que tudo isso seja querido", disse , pois há na chamada nova geração toda uma falta de preocupação com as gerações futuras. "O trabalho do Dossiê é nos fazer pensar", afirmou o escritor.

De acordo com José Wilson Fonseca, diretor superintentdente da MTV, o conceito de sustentabilidade já permeia toda a programação da emissora, e a tendência é que esta presença se amplie mais ainda a partir de agora.

Foto do artista Storm Thorgerson

terça-feira, setembro 09, 2008

Motion para a Smith & Nephew

Um belo trabalho da Ogilvy de Nova Iorque, para a Smith & Nephew, empresa especializada em articulações humanas.

Como destruir sua marca, por Jaime Troiano

Revendo algumas anotações que fiz durante o encontro da ABA, o Fórum Internacional de Branding, li uma anotação que me chamou a atenção diante do tema: "Como comprometer os CEOs com a gestão da marca", onde foi apresentada a pesquisa "As marcas nas agenas dos CEOs."

Jaime Troiano, é sócio-diretor da Troiano Consultoria de marca e comentou sobre a importância (e desimportância) que os CEOs estão dando a marca da sua empresa, diante ds pesquisa que a Troiano fez. Veja aqui.
Um dos pontos que ele me ensinou foi que é difícil construir uma marca e é muito fácil você destruir a sua. Vai aí 10 dicas para os CEOs:

1 - REDUZA SUA VERBA DE PROPAGANDA;
2 - CONTENTE-SE APENAS COM AS INFORMAÇÕES QUE CIRCULAM DENTRO DA EMPRESA;
3 - MUDE CONSTANTEMENTE DE EMPRESA DE COMUNICAÇÃO;
4 - MANTENHA A FUNÇÃO DE GERIR A MARCA NO SETOR DE MARKETING;
5 - GASTE MÍNIMO COM PESQUISA SOBRE A IMAGEM DA MARCA;
6 - SE VOCÊ TÁ BEM NO TOP OF MIND VOCÊ É ÓTIMO. NÃO PRECISA MUDAR NADA;
7 - PRA QUÊ SABER?! NINGUÉM QUEr COMPRAR;
8 - INVISTA POUCO OU NADA EM DESIGN;
9 - NÃO CONVERSE COM O RH, FINANÇAS, OPERACIONAL...;
10 - ACREDITE QUE EM TUDO O QUE FALEI.

Que tal? Vocês vão seguir?

quinta-feira, agosto 21, 2008

Um pouco de Yves Behar da Fuseproject

Na revista HSM Management edição 69 tem uma matéria bem interessante sobre o designer Yves Behar onde ele enfoca a importância do design propõe na experiência do usuário e na sustentabilidade. Yes Behar é o presidente da Fuseproject, um dos escritório de design mais premiados do mundo (mais que o IDEO). Ele toma a frente sobre o modelo de pensamento e implementação que o design pode fornecer a empresa. Tanto em forma de metodoogia quando em diferenciação de mercado. Alguns pontos são aColeta, protótipação, Experimentação...

Abaixo o vídeo da apresentação que Behar fez para o TED, mostrando algumas das suas criações. O vídeo serve como um ótimo complemento para a matéria. É um pouco longo, mas vale cada minuto.

terça-feira, agosto 12, 2008

Edição limitada Cavalli e Coca-Cola


Joint venture entre Coca-Cola e Roberto Cavalli - limitada a 300,000 garrafas exclusivamente para o mercado Italiano. Um bom exemplo de parceria entre marcas.

"I had a lot of fun creating three different "dresses" for the legendary silhouette of the Coca Cola Light Contour, diz Cavalli. They’re designed for the world of young people, which has always been a great inspiration to me," - R. Cavalli.

segunda-feira, agosto 11, 2008

Studio Dialog 2008 - Motiongraphics

Uma boa indicação de Video Graphism é o Studio Dialog do Canadá, que explora bastante o lado do design e animações 3D. Nesta excelente apresentação do seu portfófio ao som de Unconditional, do The Bravery, monstrando seus melhores trabalhos explorando bem o motionreel.

Outro exemplo da potência dos motiongraphics em demoreel.

sábado, agosto 02, 2008

Artigo no Webinsider - Mudanças de cenários, empresas e design thinking

Escrevi recentemente para o site Webinsider, intitulado "Mudanças de cenários, empresas e design thinking". Com foco na Inovação e no Design Thinking como principais combustíveis para uma mudança diferenciadora no cenário das empresas.

O Artigo foi inspirado num post anterior sobre a IDEO.

Vai o Link para leitura. Clique aqui.

segunda-feira, julho 21, 2008

Paul Rand

Um pouco de Design.
Encontrei este video que edita os melhores trabalhos desenvolvidos por uma das maiores referências em Design, Paul Rand.
Este designer ímpar que fez (e faz) história no design, especialmente no desenvolvimento de logotipos. Como da IBM, ABC, entre outras muitas outras.
Algo interessante que ele propõe na elaboração de um projeto de design bem estruturado que compõem uma espécie de "capilaridade da linguagem visual", são: variedade, contraste, simetria, tensão, balanço, escala, textura, espaço, forma, luz, sombra e cor.


sexta-feira, julho 11, 2008

Inovação pelo Design Thinking (IDEO) - Harvard Business Review

Saiu na Harvard Business Review, do mês de Junho, um artigo do Tim Brown (Presidente da IDEO), com o tema Design Thinking.
Falo-se sobre a necessidade inerente hoje de uma postura de inovação por parte das empresas e principalmente dos diretores, que detém a postura de decisão, como fator estratégico e social. Citando vários exemplos de como um pensamento interdisciplinar e individual pode ajudar no processo do design e da inovação.

Antes de mais nada, seria interessante apresentar um pouco da IDEO.
É um escritório sediado no Palo Alto, na Califórnia comandado por Tom Kelley (CEO) e por Tim Brown, como presidente. Atende clientes dos mais diversos setores como: Apple, Cisco Systems, Basf, Caterpillar, HBO, Polaroid, Xerox, Sega, Target, Whirlpool, entre outras.

A metodologia que a IDEO, apresenta para seus clientes pode parecer óbvia, mas não é. Ela busca trazer soluções utilizando os próprios meios da empresa, adequando as opiniões com um brainstorm, criando protótipos e muito do lado empírico, conversando com as pessoas envolvidas no processo a ser trabalhado. É colher o máximo de informações pesquisadas com quem entende como forma de apoio para propor coisas novas adotando a abordagem centrada no homem.


Para baixar o artigo da Harvard Business Review de Junho 2008 - aqui (em inglês).


Mudanças de cenários

Atualmente empresas buscam cada vez mais o lucro, o fluxo de caixa permanente e a lealdade de seus clientes, porém muitas e muitas vezes estas empresas esbarram na importância de se ter um pensamento consistente sobre como desenvolver habilidades (ou encontrar essas habilidades) para ter um resultado diferenciador perante os concorrentes.

Hoje existem muitos gurus, ferramentas, tecnologia, disciplinas que estão disponíveis a todos, e dispostas a serem usadas, mas o que acontece muito é a falta de um estudo holístico para observar tendências tecnológicas, tendências de consumo, entre outras. Mudanças de foco sempre podem ocorrer, exemplo: A JVC criou o videocassete, aperfeiçoo-o, foi líder de mercado, ganhou mercado e participação, fazendo-se conhecida, porém não se preocupou em olhar para fora e perceber as mudanças que o cenário e os avanços tecnológicos impunham no seu negócio. Fato é que hoje a JVC, é uma empresa tímida, acanhada frente a concorrência das gigantes Panasonic, Sony Philips, Samsung que outrora tinham uma participação menor no segmento de video (e som) e souberam se reinventar e inovar em seus conceitos. Um exemplo rápido é o investimento contínuo da Samsung em design em seus produtos, como o Monitor de LCD Mobius, desenvolvido recentemente pela IDEO.

E a partir desta percepção de que a diferenciação e a necessidade de uma visão mais holística agregando valores de comunidade, educação de qualidade, biotecnologia, sustentabilidade e respeito ao consumidor, a inovação toma a frente de muitas disciplinas propondo a reestruturação de um modelo já carente de aperfeiçoamentos, para dar lugar a uma perspectiva constante de mudança e reciclagem.

Partindo dessa visão que Tim Brown comenta em seu artigo, a necessidade de perceber que a mudança deve encabeçar primeiramente os executivos e os detentores do fator 'poder de mudança'. Abrindo possibilidades de que todos na empresa participem de um processo que tem a finalidade de sempre deixar lubrificada a engrenagem empresarial.

Conceitos como mídia, stakeholders, branding, design, nunca estiveram tão em evidência no mundo dos negócios sendo disciplinas que só crescem e ganham importância. Elas são um reflexo de que o ser humano e podemos incluir as empresas neste ecossistema, estão procurando se encontrar provocando uma necessidade de transformação nunca vista tão grande quanto hoje. E a busca por soluções empresariais, sociais e ambientais, exige um pensamento inovador por conta dos detentores do 'poder da mudança'. É a era da junção da forma com o conteúdo e, quem estiver apto a traduzir os sinais do futuro, prevalecerá.

Enfim, o mundo hoje perde cada vez mais barreiras demográficas e geográficas, além disso vem se tornando um pequeno espaço de experimentação e interação entre os mais diversos mercados e empresas. E aqueles que não estiverem aptos a entender essa relação, executando através de um raciocínio "racional-emocional-interativo" as necessidades e desejos de desenvolvimento humano e social, poderão entrar na vala mediana da paridade.


Extras:
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